Terra Magazine

novembro 12, 2009

Sem dinheiro da TV, federação inglesa vai cortar custos

A FA, federação inglesa de futebol, não para de contabilizar os prejuízos causados pela falência da Setanta, empresa que detinha o direito de transmissão de partidas da Premier League e outros campeonatos. São mais de 50 milhões de libras que deixarão de entrar nos cofres da organização e, por esse motivo, a mesma está anunciando diversos cortes no orçamento.

Os novos números serão anunciados na semana que vem, mas o objetivo principal é reduzir em 10% os gastos de todos os departamentos, o que geraria uma economia de 10 milhões de libras. Até os prêmios que serão distribuídos para os vencedores dos campeonatos organizados pela FA sofrerão cortes, assim como as contribuições feitas para diversas fundações.

A chance de vender o pacote de jogos deixado pela Setanta para outras emissoras, como a ESPN, ITV ou BBC, que já demonstraram interesse, não vai mudar em nada tais medidas, segundo os dirigentes. Outra opção de nova fonte de renda são as transmissões de partidas pela web, como já está ocorrendo em partidas da FA Cup, ainda em caráter experimental.

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outubro 7, 2009

Com US$ 3,8 bilhões, COI conquista receita recorde com direitos de transmissão

Tags:, , , - fabiokadow às 4:07 pm

Existe crise para grandes eventos? Já falamos aqui que nem nos EUA, onde a crise econômica foi muito forte, ela foi capaz de atingir as vendas publicitárias do próximo Super Bowl. Agora o COI acaba de anunciar que a receita que conseguiu arrecadar com as vendas do pacote dos direitos de transmissão para os Jogos Olímpicos de 2010 (Inverno, em Vancouver) e 2012 (Verão, em Londres) passou da casa dos US$ 3,8 bilhões. Trata-se de um número recorde e que representa a maior fonte de renda do COI.

Esse valor representa um aumento de US$ 1,2 bilhão em relação ao que foi arrecadado com os Jogos de 2006 e 2008, e a curva pode ser explicada pelos novos contratos referentes a telefonia celular e internet, plataformas que estão aumentando consideravelmente a audiência dos Jogos. Para se ter uma idéia, somente o contrato com a rede norte-americana NBC é responsável por US$ 2,2 bilhões do montante.

E a expectativa para o pacote referente a 2014 (Inverno, em Sochi, na Rússia) e 2016 (Rio de Janeiro) é ainda maior. Até o momento, US$ 920 milhões já estão garantidos, mas falta ainda, entre outros, justamente o milionário contrato do mercado norte-americano. Crise? O presidente do COI, Jacques Rogge, responde. “No fim de 2008 enfrentamos a pior crise já vista nas últimas décadas. Mas aumentamos as nossas receitas e o dinheiro que recebemos referente a marketing e direitos de transmissão aumentaram consideravelmente.”

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setembro 2, 2009

Sem crise: 65% do Super Bowl já está vendido

Tags:, , - fabiokadow às 11:49 am

Enquanto o mercado debate qual o preço justo para os 30 segundos mais disputados da televisâo mundial após a crise, alguns anunciantes já estão garantindo seus espaços nos intervalos do Super Bowl de 2010, que será realizado no dia 7 de fevereiro. Segundo o Mediaweek, a CBS, que detém os direitos para o evento dessa vez, já comercializou 65% do pacote total.

O curioso é que os preços praticados são os mesmos de 2007, ficando na faixa de US$ 2,7 milhões, quando a Fox foi a resposnável pela transmissão. E está apenas um pouco abaixo dos US$ 3 milhões praticados no ano passado até setembro, quando a crise chegou e os 15% restantes entraram em “promoção”, chegando a US$ 2 milhões.

Isso demonstra que para anunciantes e agências, mesmo com a recessão e com todo o discurso cauteloso, até pessimista, o Super Bowl é um produto premium, único e que realmente vale o investimento. Será mais um sinal da retomada dos patrocínios esportivos nos EUA para o ano que vem?

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julho 16, 2009

Julio Mariz, da Traffic, fala sobre os negócios do futebol, receitas, mídia e a Copa de 2014

Durante o evento de lançamento da sexta edição do Footecon, fórum internacional de futebol que ocorrerá nos dias 8 e 9 dezembro no Rio de Janeiro, Júlio Mariz, CEO da Traffic, que é uma das organizadoras, falou também sobre a cobertura que a mídia dá ao futebol atualmente, a economia do futebol e a falta de profissionais especializados.

Para Mariz, os clubes e os negócios que realizam deveriam estar mais presentes nos cadernos de economia, listas de melhores empresas. E mais: mudar os contratos de transmissão, exigindo, por exemplo, que a final seja transmitida para todas as praças, evitando o que aconteceu ontem, quando vários estados não acompanharam o jogo entre Cruzeiro e Estudiantes - clausula que já existe, por exemplo, nos contratos da Uefa e da Fifa.

Veja alguns dos principais trechos da entrevista.

Os negócios do futebol
“Até a Copa do Mundo de 2014, o futebol vai movimentar mais de US$ 200 bilhões em negócios no Brasil. Atualmente a cobertura está restrita aos cadernos de esporte, quem ganhou, perdeu, tomou cartão, árbitro, técnico… o futebol precisa estar presente também nos cadernos de economia dos grandes veículos, essa indústria precisa estar em debate.”

O volume das receitas
“Estava na Argentina até ontem e lá soube que o Boca Juniors, que é tido como um grande exemplo, tem um receita de US$ 20 milhões, o que corresponde, se não me engano, a um terço da receita do São Paulo. Então estamos falando de empresas que movimentam muito dinheiro. E nunca vimos nenhum clube brasileiro nesses ranking de maiores empresas que são divulgados, nem existe o capítulo futebol. Talvez pelo fato de não serem S/A, mas o assunto “economia do futebol” precisa ser melhor explorado.”

A falta de profissionais
Muitos clientes nossos e também nós, da Traffic, temos enorme dificuldade em encontrar profissionais da área de negócios do futebol. Precisamos melhorar a formação desses profissionais, existem oportunidades a serem exploradas.

A Copa de 2014
“Insisto, o futebol é algo muito maior do que a gente imagina e tenho certeza que até 2014 ele vai crescer de uma maneira que nem fazemos idéia. Será uma transformação, não só em termos econômicos, como também comportamental. A Copa trará para o Brasil um ineditismo de negócios, isso precisa ser incentivado. Imagina o que vai gerar de negócios e empregos a construção dos estádios. Por isso a nossa presença também em eventos como a Footecon.”

A cobertura da mídia esportiva
“Precisamos fazer um debate, é oportuno. A mídia precisa expor o ponto de vista dela, para entendermos e crescermos juntos. Atualmente, em alguns casos, os nomes dos patrocinadores não são citados, ou são escondidos. Lógico que tudo isso depende muito da qualidade do produto, pois se o produto é bom e tem demanda, então na negociação você faz o preço, escolhe como deve ser entregue. Na Copa do Mundo, por exemplo, a Fifa é implacável: precisa seguir as regras de marketing e exposição.”

Os contratos de transmissão de televisão
“Ontem tivemos o outro lado, com a final da Libertadores não sendo transmitida para São Paulo, por questões mercadológicas. Mas será que um jogo de final de Libertadores que não tenha o time da cidade não interessa? Eu acho que interessa. Mas a Globo tem suas razões. Caberia a Conmebol colocar isso em contrato. Quando a Traffic negocia a Copa América, ela exige que a final seja transmitida, mesmo que não tenha o Brasil. Entendo que tenham partidas que não chamam tanto a atenção, mas até essas podem ser bem promovidas.”

A exposição das marcas
“Existe uma linha muito tênue aí e volto a dizer: é uma questão da negociação. Os clubes poderiam exigir em contrato, por exemplo, que após as partidas as coletivas dos técnicos e jogadores apareçam nas transmissões, com o backdrop aparecendo, etc. A emissora, por sua vez, pode responder: tudo bem, só que ao invés de pagar 200 eu pago 150 e você pega essa propriedade de 50 e tenta transformar em 100. Mas as empresas também têm que acreditar mais, tem que ficar mais tempo, não fazer contratos de apenas um ano.”

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julho 10, 2009

Comitê Olímpico norte-americano pode criar um canal próprio de TV

Tags:, , , - fabiokadow às 1:56 pm

Uma idéia polêmica, que já ganhou adversários apenas um dia após ser lançada. O Comitê Olímpico dos EUA anunciou que pretende, em parceria com a gigante Comcast Corp., criar um canal fechado para cobrir os esportes olímpicos, seus atletas e equipes. O que os dirigentes talvez não imaginassem era o tamanho da briga que iriam comprar com esse plano, que acabou colocando em risco até a candidatura de Chicago para sediar os Jogos de 2016.

Isso porque quem não gostou nada dessa história foi o Comitê Olimpico Internacional. O COI tem contrato milionário de direitos de transmissão com a rede NBC Universal, por sinal, do mesmo grupo que a General Eletric, que é um dos patrocinadores principais da entidade. A NBC pagou cerca de US$ 2,2 bilhões, por exemplo, pelos direitos dos Jogos de Inverno de 2010 (em Vancouver) e de Verão de 2012 (em Londres).

Com essa pressão toda (COI, redes de TV, patrocinadores, etc), provavelmente, os norte-americanos podem colocar a idéia na geladeira. Pelo menos até outubro, quando o COI vai anunciar o vendecedor do processo de disputa pela sede de 2016, que, além de Chicago, conta também com Rio de Janeiro, Tóquio e Madrid.

As federações de diversas modalidades, ao contrário, apóiam o projeto, pois ganhariam um espaço exclusivo com o novo canal, aumentando a cobertura e a exposição de alguns esportes e eventos esquecidos pela grande mídia atualmente. Certo é que o assunto ainda vai dar muita discussão.

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junho 22, 2009

Premier League pode perder milhões da verba de televisão

Tags:, , , , - fabiokadow às 12:10 pm

Uma das maiores e mais importante fonte de renda da milionária Premier League está seriamente ameaçada. Com o colapso financeiro da Setanta, empresa irlandesa que detém os direitos de televisão de 46 jogos ao vivo da temporada, os dirigentes da liga de futebol inglês já temem por um possível calote e uma consequente redução dos valores.

A Setanta deveria ter pago uma parcela de 10 milhões de libras na semana passada e outra, no mesmo valor, hoje. Não pagou e, ao que tudo indica, não vai pagar mais nenhum tostão dos 130 milhões de libras acordados no contrato total.

Como o tempo é curto, pois o campeonato começa em dois meses, um novo acordo, caso ocorra, terá preços bem menores, podendo chegar a 100 milhões de libras numa estimativa otimista. Nesse caso, cada time teria um prejuízo inicial de, pelo menos, 1,5 milhão de libras. Se o pior acontecer, as perdas totais dos grandes clubes, que detém uma parcela maior do bolo, podem chegar a 30 milhões de libras.

A Setanta tenta levantar fundos. Investidores, vendas de ações e outras medidas poderiam trazer 40 milhões de libras, o que garantiria o pagamento das parcelas atrasadas. Porém, milhares de assinantes estão cancelando seus planos nas últimas semanas, o que só piora ainda mais a situação da empresa (são 1,2 mihão de assinantes no momento, seriam necessários 1,9 milhão para, ao menos, “zerar” as contas)

A ESPN surge como alternativa para a liga e as negociações já teriam começado. Vale lembrar que um outro pacote de jogos, ainda maior e comprado pela Sky, está garantido, por isso os clubes (ainda) não entraram num desespero maior.

* Atualização: no fim do dia foi confirmado um novo acordo com a ESPN, que vai pagar cerca de 90 milhões de libras pelos 46 jogos da próxima temporada, 40 milhões de libras a menos do que a Setanta havia se comprometido no primeiro contrato

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maio 26, 2009

Rebaixamento traz prejuízo milionário ao Newcastle

Foto: Getty Images

O dramático e doloroso rebaixamento do Newcastle ainda vai trazer muitos prejuízos à equipe. Um estudo inicial dos dirigentes revelou que serão, pelo menos, 50 milhões de libras a menos no orçamento do clube durante a próxima temporada.

Os cortes vão começar pela folha salarial do clube, que, segundo o empresário e dono do time Mike Ashley, gira em torno de 70 milhões de libras por ano, uma das cinco maiores da Inglaterra. A imprensa britânica afirmou que existem 15 jogadores no atual elenco ganhando mais de 50 mil libras por semana. O primeiro alvo deve ser o antigo ídolo Michael Owen, que não deve permanecer no ataque da equipe para disputar a segunda divisão. Já a presença do também idolatrado Alan Shearer como técnico é tida como certa. Damien Duff, autor do fatídico gol contra que rebaixou o time, também quer continuar e ajudar no possível retorno.

A verba da televisão, que garante, no mínimo, 35 milhões de libras por temporada para os clubes da primeira divisão, também vai fazer muita falta. Fora a crise econômica, que afetou todos os novos acordos comerciais e patrocínios na Inglaterra.

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maio 21, 2009

Playoffs da NBA batem recordes de audiência

Tags:, , , , , , - fabiokadow às 4:42 pm

Outra da NBA, mas, dessa vez, boas notícias. Os emocionantes jogos dos playoffs, que estão empolgando torcida e mídia, estão rendendo ótimos números de audiência para o canais de televisão  TNT, ESPN e ABC. No primeiro caso, os números aumentaram em mais de 10% com relação a temporada passada.

O primeiro jogo entre Lakers e Nuggets, por exemplo, já entrou para a história da ESPN como a maior audiência da história da TV a cabo para uma partida da NBA, ao atingir a marca de 8 milhões de espectadores - o recorde já havia sido batido na semana passada, na disputa entre Lakers e Houston Rockets, quando foram registrados mais de 7 milhões de telespectadores. Com isso, o jogo se tornou também o de maior audiência da ESPN em 2009 entre todos os esportes.

Mesmo assim, a TNT, reclama que em Cleveland, cidade de um dos finalistas da Conferência Leste, as pessoas estão se dirigindo a bares e recorrendo a internet para não pagar pelas transmissões do canal a cabo.

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abril 23, 2009

“Falar o nome de patrocinador na TV é merchandising”, diz executivo da Globo

Tags:, , , , , - fabiokadow às 5:51 pm

Logo após o anúncio de que o Bradesco não continuaria patrocinando o time principal de vôlei de Osasco, iniciou-se um debate na mídia sobre as possíveis causas para os cortes nos gastos. Na maioria dos casos, elegeu-se a crise econômica como a principal vilã. Outro fator bastante discutido foi o investimento que os chamados esportes olímpicos recebem no Brasil. Mas o fim do time teve muito mais espaço em todos os veículos do que os jogos e o campeonato em si. Ironicamente, a questão da exposição na mídia ganhou poucas linhas.

A Rede Globo de Televisão, que transmitiu a final da Superliga, tem como princípio não falar os nomes dos patrocinadores de equipes e torneios esportivos, seja qual for a modalidade. Nem mesmo naqueles programas considerados jornalísticos. Para muitos executivos da área de marketing, esse é um dos principais fatores que emperram novos investimentos das empresas. A maioria defende que, enquanto a mídia (que costuma não ter a mesma linha quando transmitem eventos internacionais, com exceção da Globo mesmo) não mudar seu comportamento, os investimentos continuarão minguados por aqui.

O blog entrevistou Marcelo Campos Pinto, diretor-geral da Globo Esportes, unidade de negócios criada em 1999 para produzir, comprar e vender eventos esportivos. Ele explica o porque dessa política comercial da empresa.

Por que a emissora não fala os nomes dos patrocinadores durante as transmissões? Sem a participação deles os times tendem a ficar mais fracos e o espetáculo menos atraente, não é?
Essa é uma política comercial estabelecida pela Rede Globo há muitos e muitos anos: não mencionar o nome de patrocinadores de competições, nem de clubes. Porque, na realidade, isso tem valor comercial. Hoje temos uma série de receitas publicitárias que são feitas através de merchandising no programas, como nas novelas. Dizer, gratuitamente, um nome de um patrocinador de um clube seria o equivalente a um merchandising. E isso não seria justo com os demais clientes da Globo, que pagam por essas ações. Enquanto essa política comercial for assim, eu não vejo como falar um nome de um time ou competição.

Acredita que esse fator pode ter sido determinante, por exemplo, no caso do Finasa Osasco?
Não acredito, não acredito. Até porque a gente já transmite a Superliga há dois anos e isso não havia ocorrido isso. Certamente outros devem ter sido os motivos que levaram a instituição a retirar o patrocínio. Temos uma crise mundial. Todo mundo está perdendo patrocínio no mundo inteiro, mesmo na Inglaterra, onde os grandes clubes de futebol estão perdendo patrocínio ou sendo renegociados por valores menores. Por isso, acho que é mais um reflexo da crise batendo nas portas do marketing esportivo do qualquer outra coisa.

Mas as empresas e agências de marketing já batem nessa tecla há tempos, mesmo antes da crise…
O problema já existia antes da crise, mas nós transmitimos e nunca ninguém reclamou de nada. A minha leitura é a crise chegando ao marketing esportivo.

Existe alguma chance dessa política comercial mudar?
Por enquanto não tem nenhuma discussão interna sobre esse assunto.

foto: João Pires/ZDL/Divulgação

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janeiro 22, 2009

Eventos esportivos na TV: interesse público?

Tags:, , - fabiokadow às 5:21 pm

Um painel de debates entre representantes de diversas modalidades esportivas (leia-se atletas e técnicos de renome), confederações, imprensa, universidades, empresários do mercado e do governo do Reino Unido vão se reunir para debater quais eventos esportivos devem permanecer ou ser incluídos na lista que obriga que as suas transmissões televisivas sejam realizadas apenas por canais com sinal aberto.

Atualmente, no Reino Unido os eventos estão divididos em grupos. Na lista “A”, também conhecida como “As Jóias da Coroa”, estão aqueles designados como de interesse público (Jogos Olímpicos, Copa do Mundo, Wimbledon e jogos decisivos dos campeonato de futebol e rugby, por exemplo), que não podem ficar restritos aos canais de televisão a cabo e devem estar nos canais abertos. Na lista “B” estão as modalidades que podem ter seus direitos adquiridos em concorrências e transmitidos com exclusividade (ou não) por qualquer canal de televisão.

O Secretário da Cultura Andy Burnham declarou que essa revisão é vital por que “o tempo passou e o gosto das pessoas muda.” Qual sua opinião? No Brasil também deveria ser criada uma lista semelhante? Quais eventos esportivos são de interesse público?

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