Terra Magazine

novembro 18, 2009

Companhias aéreas criam a “taxa Super Bowl” nos EUA

Tags:, , , - fabiokadow às 4:19 pm

Que o Super Bowl é considerado um dos eventos esportivos mais importantes do mundo, provavelmente o maior dos EUA, todos nós sabemos. São bilhões de dólares envolvidos dentro e fora de campo, com destaque para os famosos comerciais caríssimos produzidos especialmente para o dia do jogo e aguardado por público e mercado publicitário.

O dinheiro é tanto que sobrou mais uma taxa para os fãs do futebol americano. Segundo a agência de notícias AP, as companhias aéreas American Airlines, Delta, United e Northwest estão cobrando US$ 50 a mais das pessoas que pretendem utilizar os três maiores aeroportos das redondezas de Miami, onde será realizado o jogo, no dia 8 de fevereiro, a segunda-feira logo após a final.

Para alguns especialistas desse mercado, as companhias aéreas só estão seguindo aquilo que hotéis e outros serviços já fazem em dia de grandes eventos esportivos, como se fosse uma oferta premium. Acreditam ainda que esse fato pode se estender para as finais das outras modalidades. Resta saber quais os times que chegarão a grande final, já que, por causa da distância entre as cidades, uma passagem pode ficar acima de US$ 900.

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setembro 2, 2009

Sem crise: 65% do Super Bowl já está vendido

Tags:, , - fabiokadow às 11:49 am

Enquanto o mercado debate qual o preço justo para os 30 segundos mais disputados da televisâo mundial após a crise, alguns anunciantes já estão garantindo seus espaços nos intervalos do Super Bowl de 2010, que será realizado no dia 7 de fevereiro. Segundo o Mediaweek, a CBS, que detém os direitos para o evento dessa vez, já comercializou 65% do pacote total.

O curioso é que os preços praticados são os mesmos de 2007, ficando na faixa de US$ 2,7 milhões, quando a Fox foi a resposnável pela transmissão. E está apenas um pouco abaixo dos US$ 3 milhões praticados no ano passado até setembro, quando a crise chegou e os 15% restantes entraram em “promoção”, chegando a US$ 2 milhões.

Isso demonstra que para anunciantes e agências, mesmo com a recessão e com todo o discurso cauteloso, até pessimista, o Super Bowl é um produto premium, único e que realmente vale o investimento. Será mais um sinal da retomada dos patrocínios esportivos nos EUA para o ano que vem?

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agosto 3, 2009

Depois da crise, qual o preço do Super Bowl?

Tags:, , - fabiokadow às 12:46 pm

A partida será apenas no dia 7 de fevereiro de 2010, em Miami, mas o debate já começou: qual o preço dos famosos 30 segundos dos intervalos do Super Bowl para a 43º edição do evento? No ano passado, a rede NBC anunciou em setembro que já havia vendido 80% do espaço por US$ 3 milhões cada spot de meio minuto. Veio a crise, diversos anunciantes desistiram e os 20% finais chegaram a US$ 2,3 milhões.

Agora é a rede CBS que está negociando com os anunciantes e o discurso, segundo o site AdAge, é “quanto você pode pagar”. Feita a oferta, os executivos vão dizer se aceitam ou não a proposta. Esse movimento, segundo especialistas, é para que CBS sinta o mercado e somente assim defina um preço.

A concorrência com os pacotes para as Olimpiadas de Inverno, que será disputada também em fevereiro na cidade canadense de Vancouver e tem grande audiência nos EUA, é outro fator que vem atrapalhando as negociações.

Mas os preços tendem a cair. Os departamentos de mídia das agências de publicidade são unânimes ao afirmar isso, já que a redução aconteceu em todos os setores e com o esporte, mesmo que seja o Super Bowl, não pode ser diferente.

Do outro lado a CBS começa a planejar alternativas para que o preço médio fique, pelo menos, acima dos US$ 2 milhões. Não definir e publicar um preço agora faz parte dessa estratégia, pois existe a expectativa de melhora na economia daqui para o fim de ano. E a própria AdAge divulgou, em janeiro deste ano, números que comprovam a eficácia dessa ação. Para os executivos de marketing o Super Bowl é um evento único.

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fevereiro 4, 2009

Drops: Super Bowl, Rali Dacar, ESPM e boleiros

Balanço final

Mais alguns números interessantes do Super Bowl:
- a audiência televisiva final nos EUA ficou em 95 milhões de telespectadores, a segunda maior da história, perdendo apenas para a edição de 2008;
- os cidadãos de Tucson, no Arizona, foram supreendidos no último quarto do jogo, quando a transmissão foi interrompida por com uma cena de um filme pornô, que durou 30 segundos;
- a venda dos spots publicitários rendeu U$ 206 milhões a emissora NBC;
- U$ 100 mil por segundo, esse foi o preço que os anunciantes investiram, já que cada spot de 30 segundos custou US$ 3 milhões
- Os moradores do estado de Nevada, único estado norte-americano onde a aposta em eventos esportivos é permitida, gastaram mais de US$ 81,5 milhões em jogos, o que gerou uma receita de 6,7 milhões para as casas de apostas. Apesar disso, o valor total foi o menor desde 2004.

A saída de um campeão

A Mitsubishi, doze vezes campeã do Rali Dacar, anunciou que não vai mais participar da famosa prova a partir do ano que vem. A medida, que não tem previsão de quando poderá ser revogada, foi tomada por causa da crise econômica, claro. O anúncio cai como uma bomba, já que a montadora japonesa vinha dominando as últimas provas e estabeleceu um recorde histórico ao vencer por sete vezes consecutivas, entre 2001 e 2007. A decisão também atinge os ralis de Portugal e Espanha.

Aula aberta

A Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), promove no próximo dia 9 de fevereiro, as 19:30 hs, uma aula aberta do curso de Pós-Graduação em Administração e Marketing do Esporte com o tema “O negócio do Esporte no Brasil - Oportunidades de Carreira”. João Paulo de Jesus Lopes, diretor de futebol profissional do São Paulo Futebol Clube e professor da escola vai falar sobre a Copa de 2014, os negócios no setor e novas oportunidades. O evento é aberto ao público e com entrada franca. Os interessados podem se inscrever pelo e-mail candidato@espm.br ou pelo telefone (11) 5081-8225.

Boleiros profissionais

Está desanimado com os velhos coletes que estão sendo usados nas peladas entre os amigos? Procure por um terminal Umbro Football Service, uma ferramenta que vai permiter aos boleiros montarem seu uniformes, personalizar, colocar nomes e números antes de finalizar o pedido nas lojas. A empresa tem como meta instalar 15 terminais este mês e 60 até o fim de 2009. De olho num mercado que não para de crescer (representou 7% das vendas em 2008), a Umbro está investindo  US$ 3 mil em cada terminal, além de US$ 100 mil em desenvolvimento e logística.

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fevereiro 3, 2009

Quem mais ganhou no Super Bowl

Tags:, , , , - fabiokadow às 12:59 pm

Você já sabe que o Pittsburgh Steelers venceu, de maneira emocionante, o Arizona Cardinals na final do Super Bowl, disputado no último domingo. E já pode também ler aqui no blog alguns números que envolvem essa grande disputa no campo da publicidade, como os US$ 3 milhões pagos pelas empresas por um spot de 30 segundos. Foram 52 filmes, de 28 anunciantes, brigando pela atenção do público.

O jornal USAToday, há 21 anos, mede, em tempo real, a reação do público aos esperados comerciais que são exibidos nos intervalos da partida (nesse ano, foram quase seis horas de transmissão do evento), com o objetivo de criar um ranking dos “mais queridos” pelo público. (clique no link e veja o resultado completo)

E para os 288 entrevistados desta edição, o vencedor do Super Bow Ad Meter foi o filme ”Free Doritos”. Uma surpresa, já que esse comercial não foi criado por nenhuma das grandes agências e nem teve um custo de produção cinematográfico. A peça, orçada em apenas US$ 2 mil, foi criada por dois irmãos desempregados, Joe e Dave Herbert, da cidade de Batesville, para um concurso on-line realizado pelo próprio fabricante do salgadinho. Com isso, a dupla vai receber a bolada de US$ 1 milhão pelo feito.

E como ficam os publicitários e as outras 27 empresas anunciantes que investiram milhões nas produções? Tá certo que o filme é fraco, para não dizer bobo, mas acredita-se que esse tipo de humor funciona para o público (estimado em 100 milhões de telespectadores) durante esse tipo de evento. E, como sabemos, o escolhido do público, nem sempre é o escolhido pelos críticos.

Clique aqui e assista o filme Free Doritos e também a todos os outros exibidos durante o Super Bowl.

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janeiro 27, 2009

Os números do Super Bowl

Tags:, , , - fabiokadow às 5:01 pm

A AdAge, publicação norte-americana especializada em publicidade, lançou a pergunta: em tempos de crise, os 30 segundos de comercial no Super Bowl valem mesmo US$ 3 milhões? E a resposta é sim. Pelo menos é o que dizem os executivos de marketing das empresas anunciantes e os números revelados por eles. Mesmo com as ausências das tradicionais General Motors e FedEx, outras grandes não tiveram dúvidas em investir sua verba na grande final do futebol americano, como a AB-Inbev, Pepsi, Coca-Cola, Toyota, Sony, General Eletric, entre outros. Até os considerados menores, como um site de registro de domínios e outro de entrega de flores, garantem que o evento vale a pena.

Para os anunciantes, o Super Bowl é único no que se refere a estreitar relacionamento com seu público. Além disso, tem uma audiência incrível, uma cobertura extensa da mídia, gera um considerável aumento no tráfego dos websites das empresas e cria um boca a boca infalível nas ruas. Para os fãs, vale lembrar que o jogo é nesse domingo. Vamos a alguns fatos marcantes:

- há poucos dias da grande final, a NBC ainda luta para vender 10% do que resta do pacote de mídia

- a tradicional briga entre as cervejarias vai estar presente e a disputa será entre a Miller, que adotou a inovadora tática de produzir diversos spots de 1 segundo, e a AB, que comprou sete spots de 30 segundos

- a AB-Inbev garante que a semana do Super Bowl é a única, fora do período do verão, que está entre as dez mais em números de venda durante o ano todo. O tráfego no site da empresa aumentou em 600% no ano passado e seus filmes foram vistos mais de 21 milhões de vezes

- em 2008, a Hyundai fez uma campanha que chamava para um hot-site específico. A página teve 300 mil visitas apenas na hora do jogo, que se transformaram na venda de mais de 25 mil carros

- a Pepsi está presente nos intervalos do Super Bowl há 23 anos

- o site de busca de empregos Careerbuilder teve um aumento de 68% nas ofertas de trabalho após sua campanha

- o tráfego no site da Audi aumentou em 200% no mês seguinte ao jogo

E no Brasil? Será que jogos decisivos do campeonato brasileiro ainda podem chegar nesse nível de investimentos?

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janeiro 13, 2009

Drops: Nike, Palmeiras, NFL, China, NBA, Fifa…

Celtic renova com a Nike

O clube escocês Celtic está prestes a anunciar a renovação de contrato de fornecimento de material esportivo com a Nike. Pelos próximos cinco anos o clube vai receber 33 milhões de euros, o que dá uma média de 6,6 milhões de euros por temporada. Apenas 3,4 milhões a menos do que a seleção brasileira, cinco vezes campeã mundial, marca reconhecida e consagrada no mundo todo e que, atualmente, tem um dos piores contratos do mundo entre as principais seleções, ficando atrás de países como França (42,6 milhões de euros da propria Nike), Inglaterra (30 milhões da Umbro), Alemanha (25 milhões de euros da Adidas) e Itália (16 milhões da Puma).

Yankees e Sony, Palmeiras e Samsung

A Sony será mais uma patrocinadora do novo estádio do New York Yankees, franquia mais valiosa e famosa do mundo do beisebol. O contrato passa a valer assim que começar a temporada 2009 e prevê a instalação de 550 televisores modelo Bravia nas dependências, suítes, restaurantes e salas administrativas. Além disso, consoles do PlayStation3 e notebooks Vaio também estarão em lugares estratégicos da arena, disponíveis para uso dos torcedores. Por sinal, trata-se de um contrato muito parecido que a Samsung quer realizar com o Palmeiras, explorando a nova arena além de estampar o logo na camisa de jogo, por isso que o acordo ainda não foi anunciado.

6 minutos

Esse foi o tempo que duraram os 70 mil ingressos colocados a venda para a partida entre o Arizona Cardinals e Philadelphia Eagles, válida pela final da National Football Conference, da NFL. O jogo ocorrerá no próximo dia 18 e o vencedor se classifica para o Superbowl, a grande final do futebol americano.

Da China para o mundo

Uma pesquisa de retorno de investimento (ROI), realizada pela Comperio Research-IMG, mostrou que as empresas que patrocinaram o Aberto da China de tênis em setembro de 2008, tiveram uma exposição na mídia (televisão, imprensa, internet e publicidade) de US$ 150 milhões. Só a Mercedes-Benz, patrocinadora principal e que também deu nome ao torneio, teve um retorno estimado de US$ 32 milhões. O campeonato reuniu diversas estrelas do tênis feminino e masculino e teve 492 horas de cobertura televisiva no mundo todo.

NBA para todos

A liga norte-americana de basquete acredita que a sua marca pode ser tão grande e valiosa quanto a dos clubes e, por isso, tem realizado ações para estreitar o seu relacionamento com os fãs. O próximo grande passo dessa estratégia é o NBA All Acess que vai oferecer aos fãs do esporte uma moderna ferramenta de interatividade, com conteúdos exclusivos e personalizados.

Enron indiana

A Fifa pode perder a qualquer momento um dos seus seis principais patrocinadores oficiais para as próximas duas Copas. O presidente Ramalinga Raju da indiana Satyam Computer Services, que tem contrato assinado para as Copas de 2010 e 2014, foi preso após admitir que forjou números da empresa nos últimos anos. MIlhões de dólares estão em jogo, além da questão de serviços que também seriam realizados pela empresa.

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dezembro 2, 2008

Vendem-se anúncios no Super Bowl

Tags:, , , , , , - fabiokadow às 12:11 pm

O intervalo do Super Bowl é conhecido como o maior e mais caro show da publicidade mundial. É na grande final do futebol americano que as grandes empresas gastam até US$ 3 milhões por meros 30 segundos para anunciar filmes produzidos especialmente para o evento, que no ano que vem ocorrerá no dia 1 de fevereiro.

Em setembro, pouco antes da explosão da crise econômica, a rede NBC, que detém os direitos de transmissão, anunciou, com orgulho, que 85% do pacote já estava comercializado. Mas agora o cenário mudou e a emissora está com dificuldades para vender as últimas oito inserções, de um total de 67.

A indústria automobilística, que em 2008 foi o setor que mais esteve presente nos intervalos, totalizando 5 minutos e meio de comerciais, não vai repetir nem de longe a mesma estratégia em 2009. A combalida GM ficará de fora depois de 16 edições seguidas. Chrysler e Ford também não estão em condições de investir. A Toyota ainda não decidiu se vai continuar.

Anunciantes tradicionais como a Budweiser, da Anheuser-Busch, recém adquirida pela Inbev, e a Pepsi, já garantiram presença, mas não são mais esperados filmes memoráveis, com produções cinematográficas ou com personalidades e seus cachês milionários, como ambas sempre costumavam fazer.

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