Terra Magazine

julho 20, 2009

O Manchester aumenta sua fortuna na Ásia

Tags:, , , - fabiokadow às 11:19 am
O atacante Owen faz sua estréia durante a turnê do time pela Ásia

O atacante Owen faz sua estréia durante a turnê do time pela Ásia

Se na última sexta-feira o Manchester sofreu um grande susto com o atentado terrorista que ocorreu em Jakarta, na Indonésia, justamente no hotel onde o time se hospedaria para disputar um amistoso hoje (leia mais no post anterior), de resto, o clube inglês não tem do que reclamar.

Por onde passa, milhares de torcedores acompanham o time, todos devidamente uniformizados. O clube estima que tem 300 milhões de fãs no mundo todo, sendo 192 milhões justamente na Ásia, um mercado que não para de crescer.

Na Malásia, o tumulto na frente do hotel foi digno de grandes astros da música pop ou do cinema. E não custa lembrar que a sua maior estrela, Cristiano Ronaldo, foi vendida para o Real Madrid e o time perdeu a última final da Champions League para o Barcelona.

O discurso dos dirigentes é otimista. Segundo eles, nenhum desses fatores e nem mesmo os resquícios da crise econômica podem afetar os lucros. “Nossas receitas estão aumentando, fechamos ótimos contratos de patrocínio, de mídia e a venda de ingressos para jogos no nosso estádio está ainda melhor do que nas temporadas anteriores.” disse, a Reuters, Teshin Nayani, que está representando a família Glazer, dona do clube, durante a excursão pelo oriente.

Segundo ele, o gasto total do clube durante o ano, inclusive com o pagamento de dívidas, está na casa de 43 milhões de libras, porém, para a próxima temporada, estima-se uma receita de 80 milhões de libras.

Sendo assim, por que o time vendeu Cristiano Ronaldo para o Real Madrid e ainda não fez nenhuma contratação milionária? Nayani explica: “Alex Ferguson ainda não achou ninguém que ele queira contar, que tenha o perfil desejado e o desejo de jogar pelo Manchester, não queremos mercenários.” Mais um ponto para Ferguson, treinador e manager do time.

Foto: AP

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maio 26, 2009

Rebaixamento traz prejuízo milionário ao Newcastle

Foto: Getty Images

O dramático e doloroso rebaixamento do Newcastle ainda vai trazer muitos prejuízos à equipe. Um estudo inicial dos dirigentes revelou que serão, pelo menos, 50 milhões de libras a menos no orçamento do clube durante a próxima temporada.

Os cortes vão começar pela folha salarial do clube, que, segundo o empresário e dono do time Mike Ashley, gira em torno de 70 milhões de libras por ano, uma das cinco maiores da Inglaterra. A imprensa britânica afirmou que existem 15 jogadores no atual elenco ganhando mais de 50 mil libras por semana. O primeiro alvo deve ser o antigo ídolo Michael Owen, que não deve permanecer no ataque da equipe para disputar a segunda divisão. Já a presença do também idolatrado Alan Shearer como técnico é tida como certa. Damien Duff, autor do fatídico gol contra que rebaixou o time, também quer continuar e ajudar no possível retorno.

A verba da televisão, que garante, no mínimo, 35 milhões de libras por temporada para os clubes da primeira divisão, também vai fazer muita falta. Fora a crise econômica, que afetou todos os novos acordos comerciais e patrocínios na Inglaterra.

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dezembro 24, 2008

O milionário título da Liga dos Campeões

Uma pesquisa da Universidade de Conventry, na Inglaterra, analisou o potencial de premiação e receitas das 16 equipes finalistas da Liga dos Campeões, o milionário torneio entre os clubes europeus. Por terem se classificado para a oitavas-de-final do campeonato, cada uma das equipes, em média, já faturou 38,5 milhões de euros - nos times com grandes torcidas esse número aumenta. Se passarem para as quartas, arrecadarão mais 9,4 milhões de euros com premiações. A receita do campeão pode chegar até a 110 milhões de euros.

O estudo, que foi encomendado pela Mastercard, patrocinadora oficial do torneio, levou em consideração as rendas advindas da UEFA (premiações por participação, classificações para fases finais e ações de marketing), contratos de patrocínios dos clubes (camisa, merchandise, consumo dos torcedores em dias de jogos, etc), vendas de ingressos e até a valorização dos jogadores do elenco.

Em tempo de crise, esse dinheiro todo pode siginificar um grande alívio. Além disso, o estudo comprova que ter um time competitivo, que chega as finais dos campeonatos e ganha títulos, é muito mais interessante e rentável do que a política do “bom e barato”, que chegou a fazer sucesso entre alguns dirigentes brasileiros.

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novembro 27, 2008

TV e celular aumentam a receita da Copa de 2010

Apesar de toda a desconfiança da comunidade global sobre o sucesso da Copa na África do Sul, a Fifa anunciou durante a Soccerex, maior feira de negócios de futebol do mundo que aconteceu essa semana, que já estão garantidos US$ 3,4 bilhões em receitas advindas dos direitos de transmissão para a televisão, celular e patrocínios. Esse número representa um aumento de 30% em relação à Copa da Alemanha, disputada em 2006. E é menor do que os US$ 3,7 bilhões projetados para 2014 no Brasil.

No debate, o capítulo televisão ganhou um destaque a parte, já que é o responsável por mais de US$ 2 bilhões desse montante. Vale ressaltar que, pela primeira vez na história, todos os países africanos terão acesso garantido aos jogos, já que os contratos  foram feitos apenas com canais de televisão aberta, sem canais por assinatura.

Mas as maiores apostas estão na comunicação por celular. Nesse painel, o diretor da Fifa Niclas Ericsson falou da importância dessa mídia para a conquista de novos mercados e das oportunidades de marketing que a tecnologia já oferece. Uma das estratégias da Perform, empresa líder no mundo em conteúdos de entretenimento e esporte, é a transmissão completa de jogos para os celulares.

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