Terra Magazine

novembro 5, 2009

Filho de Michael Jordan já causa “briga” entre Adidas e Nike

Tags:, , , - fabiokadow às 3:15 pm

Provavelmente você já conhece a história de como a Adidas “entregou” de bandeja o super astro Michael Jordan para a rival Nike, quando o mesmo estava em início de carreira. Hoje, a linha Air Jordan é uma das mais rentáveis da marca, com diversos produtos na lista dos mais vendidos. E o resto da história nem preciso contar né?

Mais de vinte anos depois a história pode se repetir. Ontem o filho de Michael, Marcus Jordan,  fez a sua estréia nas quadras pela equipe da Universidade da Florida Central e utilizou, claro, modelos Air Jordan. A Adidas, que tem um contrato de patrocínio de US$ 3 milhões por cinco anos com a universidade, claro, não gostou nada e quer romper o acordo (que venceria no ano que vem) imediatamente.

Os dirigentes do time dizem que a Adidas já sabia que Marcus Jordan seria uma exceção utilizaria tênis da Nike, o que a empresa nega. Geralmente, as exceções nesses casos só existem por razões médicas que a fabricante não consiga resolver, como o desenvolvimento de um modelo específico.

O fato é que a Adidas corre o risco agora de ser substituída pela própria Nike no acordo com a universidade. Sendo assim, você concorda com a Adidas? Ou aceitaria os argumentos “familiares” de Marcus Jordan para abrir uma exceção?

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setembro 17, 2009

Futebol e moda: dois grandes mercados

Tags:, , , , , , - fabiokadow às 6:00 pm

Ontem, em Moema, bairro da Zona Sul de São Paulo, a grife LosDos lançou a sua nova coleção de verão. (Calma, você continua no blog Jogo de Negócios). O tema dessa nova coleção é o futebol, com camisetas, pólos, bermudas, sungas e até chinelos inspirados na história de algumas das seleçoes, clubes e atletas mais importantes do mundo, como Inglaterra e Itália. Para o empresário Tico Sahyoun, dono da marca e sócio da grife feminina Bob Store, “é uma coleção em homenagem a um esporte brasileiro, pois geralmente as grandes marcas usam o golfe ou o pólo.”

A loja de Moema, por sinal, pretende se tornar um ponto de encontro para amantes do futebol e, para isso, estará aberta até em dias de jogos importantes, com a televisão ligada. Outra novidade é o catálogo da LosDos, com matérias sobre o tema, entrevistas com personalidades e até um guia sobre a África do Sul, palco da próxima Copa do Mundo.

Mas por quê essa união entre o mundo fashion e o mais popular esporte brasileiro ainda á tão pouco explorada no Brasil? Com algumas raras exceções (como o uniforme da Portuguesa desenhado pela Cavalera), os estilistas pouco se inspiram no futebol, apesar de ser o esporte favorito da maioria dos seus clientes, mesmo os de classes sociais mais altas. Por outro lado, os clubes, até pouco tempo atrás, também não ofereciam produtos diferenciados para seus torcedores, focando apenas no uniforme de jogo, que, como sabemos, não é o traje mais ideal para o dia-a-dia.

Justamente por causa da sua popularidade, o futebol ainda carrega a pecha de ser um esporte tosco, sem cultura, feio, etc. Talvez, por esse motivo que também não tenhamos, por exemplo, grandes livros e filmes (novamente cabem exceções, claro) sobre o esporte. Fica a impressão que produtos de bom gosto não podem existir nesse mundo.

Nike, Adidas, Umbro e outros podem comprovar que o mercado é enorme e o gasto do torcedor com produtos oficiais diferenciados não é pequeno (a começar pela própria camisa oficial do clube, sempre acima dos R$ 150). O modelo atual do uniforme da seleção inglesa, de alfaitaria, é prova disso. A seleção italiana também sempre capricha no seu visual. O Real Madrid tem parceria com a Hugo Boss. Enfim, não faltam exemplos de que o futebol e a moda podem (e devem) caminhar juntos. Para o bem e o lucro de ambos.

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setembro 16, 2009

US Open: a audiência da final, o caso Serena Williams e a volta de Kim Clijsters

Tags:, , , , - fabiokadow às 3:04 pm

A inesperada e histórica vitória do novato argentino Juan Martin Del Potro sobre o pentacampeão Roger Federer na final do US Open, disputada na última segunda-feira, rendeu um aumento de 41% na audiência para a rede de televisão CBS se comparado com a final do ano passado, entre Federer e Murray. Após o jogo, onde os dois atletas patrocinados pela Nike ficaram horas divulgando a marca nos uniformes, foi anunciado que esta edição bateu o recorde de vendas de ingressos.

No feminino, quem chamou a atenção foi a norte-americana Serena Williams, mas não por causa do título, que ficou com Kim Clijsters. Durante a semifinal com a belga, Serena discutiu com um árbitro de linha de forma ríspida e um tanto mal-educada no momento decisivo da partida, o que gerou um grande desconforto entre todos do mundo do tênis.

Porém, para os patrocinadores (Nike, Gatorade, Wilson e HP, que geram mais de U$ 12 milhões por ano em receitas para a atleta), o fato não teve tanta relevância a ponto de estremecer algum contrato vigente. Ao contrário, já que Nike e Gatorade chegaram até a publicar uma nota de apoio a Serena.

Mas se Serena se despediu do campeonato de forma melancólica, Kim Clijsters triunfou de forma brilhante no seu retorno. A tenista, que havia se afastado do circuito por dois anos para casar e ser mãe, participou do US Open como convidada, faturou o título (a primeira mãe em 30 anos) e agora volta a receber a atenção dos patrocinadores. Segundo seu agente, mais de 20 empresas já o consultaram para novos contratos, que buscam na atleta a imagem da mulher que conseguiu conciliar, de forma vitoriosa, a família e a carreira.

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julho 1, 2009

A torcida brasileira do Manchester United

Tags:, , - fabiokadow às 11:52 am

A Nike está lançando o novo uniforme do Manchester United mundialmente e o Brasil também entrou no roteiro. Segundo David Grinberg, gerente de comunicação da empresa no Brasil, os produtos do clube têm uma aceitação muito grande no Brasil, dividindo a preferência (e as vendas) com o Barcelona. A camisa é uma homenagem aos 100 anos de Old Trafford com um “V” no peito que representa o modelo usado pelo time na inauguração do estádio, em 1910. O produto chega às lojas brasileiras em agosto. Vejam como ficaram os modelos de linha e de goleiro.

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junho 25, 2009

Sem Flamengo, Nike foca no Corinthians

Tags:, , , - fabiokadow às 3:04 pm

Depois do fim da novela com o Flamengo, que não deixou de ter um final feliz para ambos os lados, já que o relacionamento estava totalmente desgastado, a Nike mira todas as suas armas (profissionais e financeiras) para o Corinthians. Pelo menos a curto prazo, é pouco provável que a empresa procure um substituto para o Flamengo. A ordem é fazer do contrato com o Corinthians o melhor do Brasil em termos de fornecimento, relacionamento e marketing.

E a mudança é clara no dia a dia do clube paulistano. Se antes os dirigentes bradavam por mudanças e criticavam a fornecedora, hoje o clima já é bem diferente, com profissionais da Nike atuantes e em contato com o time, comissão técnica e cartolas o tempo todo. A questão financeira, claro, também tem seu peso, afinal o Corinthians conseguiu um bom reajuste na renovação do contrato que terá início em janeiro de 2010 e vai até dezembro de 2014 (a empresa não revela o valor oficial).

A Nike resolveu dar tratamento VIP ao único clube de futebol brasileiro com quem vai trabalhar agora. Além desses profissionais presentes no clube, o marketing também tem como dever pensar em ações diferenciadas e de ativação a cada semana. Um gol de Ronaldo, uma vitória, um título, qualquer um desses fatos pode ser o motivo para uma campanha na mídia ou um evento.

O clima é tão bom que até a desfigurada camisa atual do time vai para as lojas. A partir de agosto, o torcedor que aprovar e quiser o modelo recheado de patrocinadores poderá comprar o seu uniforme. O resultado dessa aposta, claro, vai depender da performance do time em campo. Como já disse o diretor de Marketing, Luis Paulo Rosenberg, para esse blog: “Vale tudo pela Libertadores em 2010.”

foto: Futura Press

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junho 4, 2009

Os personagens da final da NBA: Bryant x Howard

Hoje começam as finais da NBA. Los Angeles Lakers e Orlando Magic, um supercampeão e um que nunca conquistou o troféu, vão se enfrentar para saber quem leva o título de uma das mais emocionantes e disputadas temporadas dos últimos tempos.

Os dois maiores jogadores de cada time também vão duelar não só dentro das quadras, como também fora delas. Kobe Bryant quer voltar a ser o número um do mundo. Dwight Howard, assim como seu time, surge como uma zebra que ganhou muita força nos playoffs e pode surpreender. Para o campeão, milhões de dólares em contratos comerciais.

De um lado Kobe Bryant: jogador polêmico, genial, detentor de diversos recordes na NBA (como fazer 81 pontos numa só partida, a segunda maior marca da história do torneio), três títulos conquistados, MVP (melhor jogador) da temporada passada, campeão olímpico, brigou e “expulsou” o pivô Shaquille O’Neal dos Lakers, esteve envolvido em confusões fora das quadras, já foi preso e respondeu até por uma acusação de assédio sexual (da qual foi inocentado posteriormente).

Kobe, ainda no ínicio de sua carreira, assinou um contrato de quase US$ 50 milhões por seis temporadas com a Adidas. Na sequencia vieram diversos outros com a Coca-Cola, McDonald’s, Nutella, Nintendo, entre outros, até o dia da sua prisão, quando algumas, como McDonald’s e Nutella, romperam seus contratos. Mas a Nike, maior rival da Adidas, “aproveitou” o momento e contratou a estrela por US$ 45 milhões por cinco temporadas e o transformou num dos principais astros das campanhas para o público de basquete. Estima-se que, por ano, ele receba cerca de US$ 20 milhões por ano apenas com patrocínios.

Já seu rival nessas finais, o pivô Dwight Howard, apelidado pela sua torcida como Superman, ainda busca por melhores contratos comerciais e está prestes a conseguí-los. Howard faz o tipo bom moço, não ostenta tatuagens, tem uma imagem tranquila, religioso, filantrópico e é querido por diversos públicos. Sua temporada tem sido fantástica e liderar os Magics nessa campanha até a final foi realmente um grande feito. Suas atuações recentes já elevaram consideravelmente as vendas de camisas com seu número e nome.

Patrocinado pela Adidas, ele conseguiu impedir aquela que seria a final dos sonhos da rival Nike, envolvendo Bryant e Lebron James, e agora chama atenção de diversas outras empresas. Muitas delas já o patrocinam, como Coca-Cola, McDonald’s, T-Mobile e Waner Bros., porém, ele dificilmente estrela as campanhas dessas empresas, que dão clara preferência para Bryant e James.

O fato é que o mercado da NBA há tempos que não ficava tão aquecido (a audiência dos playoffs registrou um aumento de 19%) e a expectativa é grande. Dois estilos bem diferentes que vão se enfrentar nas quadras e fora delas. Qual sua aposta?

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maio 4, 2009

Nike comemora e homenageia o título corintiano

Tags:, , , - fabiokadow às 2:31 pm

Depois de confirmado o rompimento da Nike com o Flamengo e da renovação com o Corinthians, a empresa cada vez mais cultiva o seu relacionamento com o time paulista, que ontem sagrou-se campeão paulista e que passará a ser, provavelmente, o único clube de futebol patrocinado pela Nike no Brasil. Uma mudança radical com relação ao ano passado, quando a insatisfação era geral

Foram lançados nessa segunda-feira anúncios na mídia impressa comemorando o feito do Timão (veja as imagens, a criação é da agência F/Nazca). Além deles, há também um filme, que você pode assistir clicando aqui

Como produto para o consumidor, a Nike preparou uma camiseta especial, com 26 estrelas que representam a quantidade de títulos paulistas conquistados pelo Corinthians (preço de R$ 70). E no sábado, aqueles que comprarem a novo uniforme de jogo do time, que já está nas lojas, poderão acompanhar no estádio do Pacaembú o último treino da equipe antes da estréia no Brasileirão.

Vale lembrar que o novo acordo terá início em 1º de janeiro de 2010 e vigorará até 31 de dezembro de 2014. Como diz o ditado: quem tem, cuida.

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abril 3, 2009

Por que investir no Flamengo?

Tags:, , , - fabiokadow às 4:39 pm

Ontem o Flamengo anunciou, de forma unilateral, o rompimento de contrato de patrocínio com a Petrobras, depois de um relacionamento de quase 25 anos, que elevou a marca da empresa como a patrocinadora esportiva mais reconhecida entre os cariocas (pesquisa feita em dezembro último pela SportTrack com 4 000 entrevistados do eixo Rio-São Paulo). O motivo: o clube não conseguiu as Certidões Negativas de Débito, exigidas pelo Governo Federal para que a verba pública, que seria de R$ 14,2 milhões esse ano, seja liberada.

No comunicado oficial, feito pelo presidente em exercício Delair Dumbrosck, o dirigente assumiu que a situação econômica do time é grave, com dívidas superiores a R$ 200 milhões. “Não poderíamos seguir com os problemas com a Petrobras.” Já a empresa, ressaltou o motivo dessa quebra do clube. “A Petrobras foi pega de surpresa, já que, como acordado, estava aguardando a regularização fiscal do Clube para efetivar o novo contrato.”

O clube disse que já negocia com algumas empresas, não só para a camisa como também para mangas e calções. Quer receber cerca de R$ 18 milhões. E ai que entra o inexplicável: um clube afogado em dívidas, que durante anos recebeu dinheiro publico, quando exigido para que regularize sua situação (para continuar recebendo milhoes), resolve simplesmente anunciar (num tom de impaciência) que não tem mais interesse em continuar, pois vai receber ainda mais de alguma empresa privada que não exige… que ela seja idônea!

E parte da imprensa esportiva compra essa história e lança o Fla como estrategista. A torcida, claro, compra também. E alguns empresários (os tais interessados) também concordam com isso? Ou a mídia e exposição que o Flamengo vai gerar (gigante, fantástica) pesam muito mais na balança do que o fato de investir num clube que não paga seus funcionários e não cumpre com usas obrigações com o governo e e cidadãos? Pelo jeito sim.

Os torcedores já foram acusados de cegueira, fanatismo e outros adjetivos. Então esses possíveis novos patrocinadores também o são ou simplesmente estão cientes de que os milhares de torcedores da maior legião de fãs (e consumidores) não atentam para esses fatores administrativos do clube?

O Flamengo não é o único, é bom frisar. No momento, o Vasco também está impedido de assinar com a Eletrobras. E 99% dos times também têm dívidas com o governo. E ainda tem a Timemania. Esse é apenas um exemplo da situação do futebol brasileiro.

A diretoria rubro-negra atual, com a bomba nas mãos, fez as contas da incompetência de seus antecessores e escolheu seguir outros rumos. Se assinar com alguém por R$ 10 milhões, já é lucro - com a Petrobras, poderia ter sua dívida descontada nos pagamentos, o que reduziria drasticamente a verba. Mas deve assinar por mais. Assim como também, no ano passado, já rasgou o contrato assinado e quis dar um pontapé na Nike por simplesmente ter uma proposta melhor. Perdeu na Justiça.

E agora? Bem, agora aguardemos segunda-feira, quando será apresentado o novo patrocinador do Flamengo. E que os R$ 14,2 milhões da Petrobras sejam bem aplicados em outras ações esportivas, como nas nossas equipes olímpicas, por exemplo. Apesar que dai entra o COB…

foto: Gazeta Press

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março 2, 2009

Drops: ingressos para Copa, lucro da Nike, F1 e piratas boleiros

Tags:, , , , , , - fabiokadow às 5:16 pm

200 pedidos por minuto

Esse foi o número que o site da Fifa registrou apenas nas cinco primeiras horas de vendas de ingressos para a Copa de 2010, na Africa do Sul. 700 mil ingressos, de um total de 3 milhões estarão a venda nesse sistema, que encerra sua primeira fase no fim de março. Após isso, todos os inscritos estarão participando de um sorteio eletrônico que vai revelar para quais jogos ele foi escolhido. Nessa mesma etapa de vendas para a Copa de 2006 foram recebidos mais de 20 milhões de pedidos.

Nike comemora

Pelo menos para a Nike, líder mundial no mercado de artigos esportivos, o ano de 2008 não vai ficar marcado de maneira negativa. Segundo o balanço financeiro apresentado pela empresa, 2008 registrou recorde de vendas (14, 6 bilhões de euros, aumento de 14% com relação a 2007) e lucros (1,5 bilhão de euros, crescimento de 26%), relata o site Futebol Finance. Apesar disso, o mercado norte-americano já mostrou sinais de queda, com apenas 4% de crescimento.

Menos um na F1

Chegou a vez do Royal Bank of Scotland anunciar que não mais estará na Fómula 1 a partir de 2011. O atual patrocinador da equipe Willians quer cortar 50% da verba que atualmente dedica ao esporte e isso pode afetar também atletas como o tenista britânico Andy Murray.

Piratas boleiros

Dirigentes da Premier League estão temerosos com o crescente número de transmissões piratas dos jogos do campeonato inglês na internet. Estima-se que, atualmente, mais de 250 mil pessoas acompanham as partidas dessa forma. “A longo prazo, isso pode significar uma queda nos valores de contratos com as emissoras e, consequentemente, queda no valor do produto, queda de público e renda e até nos salários dos jogadores.” disse Oliver Weingarten, advogado da federação. Mais uma batalha que começa na grande rede.

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fevereiro 26, 2009

Nike vai patrocinar o futebol chinês

Tags:, , , , - fabiokadow às 1:36 pm

Você provavelmente não deve conhecer a China Super League, o campeonato de futebol chinês, disputado atualmente por 16 equipes e que tem como atual campeão o Shandong Luneng. A seleção chinesa, que ficou fora da última copa e ocupa atualmente a 104º posição no ranking da Fifa, também não desperta a atenção da mídia internacional. Mas e o mercado chinês? Esse todo mundo quer e tem interesse.

E é por isso que a Nike acaba de fazer uma proposta de US$ 200 milhões para patrocinar a China Super League por dez anos. O contrato para 2009, de US$ 15 milhões, já está fechado e vai render US$ 730 mil em material esportivo e mais US$ 220 mil em dinheiro para 12 times.

Um novo contrato propõe um aumento de 15%  por ano nesses valores até 2018 e a expansão para todas as 16 equipes participantes. A Nike ainda não confirmou esses números, mas, segundo as agências internacionais, espera-se um comunicado oficial nos próximos dias, já que a próxima temporada começa no dia 21 de março.

Vale lembrar que a Siemens, que fez um contrato milionário de naming rights na primeira temporada em 2004, saiu do negócio após a acusação de apostas, acertos de resultados e outras controvérsias. A Kingway, cervejaria líder de mercado no país, é que detem os naming rights do campeonato atualmente.

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