Terra Magazine

setembro 10, 2009

Brett Favre: veterano da NFL é sucesso de marketing e vendas

Tags:, , , - fabiokadow às 5:15 pm

O quarterback Brett Favre, 39 anos, é uma lenda do futebol americano. Detém quase todos os recordes possíveis, com números incríveis nas estatísticas de passes, partidas, MVP, all-star games e diversas outras categorias que os americanos adoram criar, calcular e ressaltar. Começou a sua carreira em 1991 e parou, pela primeira vez, em 2007. Voltou da aposentadoria em 2008, parou de novo e no mês passado (isso mesmo) anunciou o seu segundo retorno, agora pelo Minnesota Vikings.

Mas se em campo, por causa da idade e das cirurgias, não sabemos se ele vai render como antes, fora dele Favre já é um sucesso. Cerca de um mês depois da sua contratação, a camisa do veterano já é líder no ranking de uniformes mais vendidos. Na última parcial da loja oficial da NFL na internet, que levou em conta o período de abril a agosto, Favre, com apenas duas semanas, já vendeu mais do que todos os outros em cinco meses.

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julho 30, 2009

Recessão faz ligas americanas liberarem a publicidade nos uniformes dos times

Tags:, , , , , , - fabiokadow às 2:31 pm

A crise parece que está chegando ao fim. Porém o esporte foi um dos setores que mais sofreu com ela nos EUA. Muitas medidas, algumas até exageradas, foram tomadas para ajudar no orçamento dos clubes, como a liberação da publicidade de bebidas destiladas nos locais das partidas da NBA e o patrocínio nas camisas de jogo da WNBA. E é justamente essa ação que parece que ganha cada vez mais espaço na ligas norte-americanas.

Depois da NFL, chegou a vez da NBA e a NHL autorizarem o patrocínio nos uniformes de treino das equipes. Parece pouco, mas é mais um passo rumo à liberação também nos uniformes de jogo. Isso, sem dúvida, abriria um novo mercado para anunciantes e agências. Estamos falando de muito dinheiro. Mas, depois de anos e anos com uniformes limpos, será que os torcedores aceitariam essa mudança tão radical?

Para Adam Silver, executivo da NBA, sim. “Trabalhamos com mercados do mundo todo e diversos países estão acostumados com esse tipo de ação. Então acredito que nossos fãs vão aceitar.” declarou ao USA Today. Já para John Collins, a liberação pode chegar sim aos uniformes de jogo, desde que as empresas paguem o “preço certo” por isso.

Alguns times da NFL tiveram um bom lucro com os patrocínios nos uniformes de treino na última temporada, como o New York Jets, que fechou um acordo de US$ 2 milhões com a empresa Atlantic Health. Estão proibidos produtos como bebidas alcoólicas, cigarros e cassinos.

Entre os dirigentes da NBA existe a preocupação e o cuidado para que esse novo negócio não “roube” a verba dos já existentes, como o naming rights e outros patrocínios. Joe Maloof, um dos donos da franquia Sacramento Kings, já declarou o seu apoio. “Estamos vivendo um novo tempo, onde qualquer oportunidade de negócio deve ser considerada. Se tivermos um bom parceiro, por que não?”

E para você, quais os limites do marketing no esporte? Pela tradição e história, patrocínios nos uniformes desses times seria um tiro no pé?

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junho 17, 2009

Phil Jackson e a lista com os maiores salários de técnicos nos EUA

Tags:, , , , , , - fabiokadow às 4:28 pm

Phil Jackson entrou para a história do esporte ao conquistar o seu décimo título da NBA no último domingo, quando o Los Angeles Lakers bateu o Orlando Magics na partida que definiu a temporada (foram quatro conquistas com o Lakers e seis com o Chicago Bulls, naquele timaço do lendário Michael Jordan). Atualmente, dos 119 técnicos que trabalham nas principais ligas dos EUA (NBA, MLB, NHL e NFL), somente 20 já conquistaram algum título. Ao somar as conquistas desses 20 treinadores, temos 40 títulos. Ou seja, Phil Jackson, com a sua marca, é responsável por 25% de tudo.

Tanto talento não poderia ficar sem reconhecimento. Phil Jackson lidera também o ranking, divulgado pela revista Forbes, dos 10 maiores salários de técnicos nos EUA. Por sinal, pelos valores, podemos ver que a crise não afetou essa profissão por lá, principalmente nas ligas de basquete e de futebol americano, que dominam o ranking. Confiram a lista com nome, clube e liga onde trabalha e o valor total do salário por ano.

1. Phil Jackson (Los Angeles Lakers, NBA) - US$ 10,3 milhões

2. Larry Brown (Charlotte Bobcats, NBA) - US$ 7 milhões

3. Mike D’Antoni (New York Knicks, NBA) - US$ 6 milhões

4. Don Nelson (Golden State Warriors, NBA) - US$ 6 milhões

5. Lovie Smith (Chicago Bears, NFL) - US$ 5,5 milhões

6. Jeff Fisher (Tenessee Titans, NFL) - US$ 5,5 milhões

7. Glen “Doc” Rivers (Boston Celtics, NBA) - US$ 5,5 milhões

8. Tom Coughlin (New York Giants, NFL) - US$ 5,25 milhões

9. Bill Belichick (New England Patriots, NFL) - US$ 5 milhões

10. Jim Mora (Seattle Seahawks, NFL) - US$ 5 milhões

foto: AP

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junho 5, 2009

Patrocínio na camisa chega aos EUA e pode mudar o mercado

Tags:, , , , , - fabiokadow às 12:59 pm

Pode ser só um sinal da crise. Mas também o começo de um novo tempo. Mais do que nunca as ligas norte-americanas, de basquete (NBA e WNBA) e de futebol americano (NFL) no momento, estão começando a aceitar a idéia de estampar patrocínios nos uniformes das equipes, um fato que só ocorria, até então, nas camisas dos times de futebol dos Estados Unidos. Fora isso, apenas os logos dos fornecedores do material esportivo aparecia nos uniformes de todos os outros esportes.

Primeiro foi o time de basquete feminino Phoenix Mercury, da WNBA, que anunciou a empresa LifeLock como patrocinadora da parte da frente dos seus uniformes até 2011, gerando uma receita adicional de US$ 1 milhão por ano. Foi a primeira franquia a se utilizar dessa nova política da liga, que tenta fugir dos efeitos da crise econômica - a equipe do Houston Comets foi extinta nesse período e o número de jogadoras por time caiu de 13 para 11.

“Eu acredito que todos os participantes vão abraçar essa idéia. Estamos também mostrando o valor que cada equipe e o campeonato tem.”, justificou para a imprensa local a presidente da liga, Donna Orender. E parece que o movimento realmente ganhou força nos EUA.

Na NFL, o Green Bay Packers já pediu autorização para a liga e apenas aguarda o ok final para estampar o logo de um patrocinador nos seus uniformes de treino (por enquanto). O Houston Texas também se mostrou interessado em fazer o mesmo.

Diversos profissionais e donos de clubes são a favor dessa mudança de mentalidade e sempre usam os times de futebol como exemplo. O processo vai ser lento, principalmente pela tradição e história, mas parece inevitável. Curiosamente, um assunto antigo no resto do mundo, pode se tornar na nova discussão do mundo dos negócios do esporte nos Estados Unidos: tradição da camisa x os milhões dos patrocinadores.

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abril 24, 2009

EUA afirmam ter 58 estádios prontos para receber a Copa do Mundo

Tags:, , , , - fabiokadow às 6:14 pm

Enquanto o Brasil ainda não mexeu um tijolo em obras para a Copa de 2014, representantes de 58 estádios norte-americanos, de 49 cidades diferentes, afirmam estar prontos e demonstraram interesse em receber jogos, caso os EUA vençam a disputa para sediar a Copa de 2018 ou 2022.

O curioso é que stão nessa lista apenas dois da MLS, onde atualmente ocorrem os jogos de futebol, sendo eles o Gillette Stadium em Foxborough, Massachusetts, e o Qwest Field em Seattle.  Já 30, dos 31 estádios de times em que são disputados jogos de futebol-americano da NFL, querem receber as partidas do evento. A empolgação impressionou até os organizadores da candidatura.

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fevereiro 3, 2009

Quem mais ganhou no Super Bowl

Tags:, , , , - fabiokadow às 12:59 pm

Você já sabe que o Pittsburgh Steelers venceu, de maneira emocionante, o Arizona Cardinals na final do Super Bowl, disputado no último domingo. E já pode também ler aqui no blog alguns números que envolvem essa grande disputa no campo da publicidade, como os US$ 3 milhões pagos pelas empresas por um spot de 30 segundos. Foram 52 filmes, de 28 anunciantes, brigando pela atenção do público.

O jornal USAToday, há 21 anos, mede, em tempo real, a reação do público aos esperados comerciais que são exibidos nos intervalos da partida (nesse ano, foram quase seis horas de transmissão do evento), com o objetivo de criar um ranking dos “mais queridos” pelo público. (clique no link e veja o resultado completo)

E para os 288 entrevistados desta edição, o vencedor do Super Bow Ad Meter foi o filme ”Free Doritos”. Uma surpresa, já que esse comercial não foi criado por nenhuma das grandes agências e nem teve um custo de produção cinematográfico. A peça, orçada em apenas US$ 2 mil, foi criada por dois irmãos desempregados, Joe e Dave Herbert, da cidade de Batesville, para um concurso on-line realizado pelo próprio fabricante do salgadinho. Com isso, a dupla vai receber a bolada de US$ 1 milhão pelo feito.

E como ficam os publicitários e as outras 27 empresas anunciantes que investiram milhões nas produções? Tá certo que o filme é fraco, para não dizer bobo, mas acredita-se que esse tipo de humor funciona para o público (estimado em 100 milhões de telespectadores) durante esse tipo de evento. E, como sabemos, o escolhido do público, nem sempre é o escolhido pelos críticos.

Clique aqui e assista o filme Free Doritos e também a todos os outros exibidos durante o Super Bowl.

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janeiro 27, 2009

Os números do Super Bowl

Tags:, , , - fabiokadow às 5:01 pm

A AdAge, publicação norte-americana especializada em publicidade, lançou a pergunta: em tempos de crise, os 30 segundos de comercial no Super Bowl valem mesmo US$ 3 milhões? E a resposta é sim. Pelo menos é o que dizem os executivos de marketing das empresas anunciantes e os números revelados por eles. Mesmo com as ausências das tradicionais General Motors e FedEx, outras grandes não tiveram dúvidas em investir sua verba na grande final do futebol americano, como a AB-Inbev, Pepsi, Coca-Cola, Toyota, Sony, General Eletric, entre outros. Até os considerados menores, como um site de registro de domínios e outro de entrega de flores, garantem que o evento vale a pena.

Para os anunciantes, o Super Bowl é único no que se refere a estreitar relacionamento com seu público. Além disso, tem uma audiência incrível, uma cobertura extensa da mídia, gera um considerável aumento no tráfego dos websites das empresas e cria um boca a boca infalível nas ruas. Para os fãs, vale lembrar que o jogo é nesse domingo. Vamos a alguns fatos marcantes:

- há poucos dias da grande final, a NBC ainda luta para vender 10% do que resta do pacote de mídia

- a tradicional briga entre as cervejarias vai estar presente e a disputa será entre a Miller, que adotou a inovadora tática de produzir diversos spots de 1 segundo, e a AB, que comprou sete spots de 30 segundos

- a AB-Inbev garante que a semana do Super Bowl é a única, fora do período do verão, que está entre as dez mais em números de venda durante o ano todo. O tráfego no site da empresa aumentou em 600% no ano passado e seus filmes foram vistos mais de 21 milhões de vezes

- em 2008, a Hyundai fez uma campanha que chamava para um hot-site específico. A página teve 300 mil visitas apenas na hora do jogo, que se transformaram na venda de mais de 25 mil carros

- a Pepsi está presente nos intervalos do Super Bowl há 23 anos

- o site de busca de empregos Careerbuilder teve um aumento de 68% nas ofertas de trabalho após sua campanha

- o tráfego no site da Audi aumentou em 200% no mês seguinte ao jogo

E no Brasil? Será que jogos decisivos do campeonato brasileiro ainda podem chegar nesse nível de investimentos?

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janeiro 13, 2009

Drops: Nike, Palmeiras, NFL, China, NBA, Fifa…

Celtic renova com a Nike

O clube escocês Celtic está prestes a anunciar a renovação de contrato de fornecimento de material esportivo com a Nike. Pelos próximos cinco anos o clube vai receber 33 milhões de euros, o que dá uma média de 6,6 milhões de euros por temporada. Apenas 3,4 milhões a menos do que a seleção brasileira, cinco vezes campeã mundial, marca reconhecida e consagrada no mundo todo e que, atualmente, tem um dos piores contratos do mundo entre as principais seleções, ficando atrás de países como França (42,6 milhões de euros da propria Nike), Inglaterra (30 milhões da Umbro), Alemanha (25 milhões de euros da Adidas) e Itália (16 milhões da Puma).

Yankees e Sony, Palmeiras e Samsung

A Sony será mais uma patrocinadora do novo estádio do New York Yankees, franquia mais valiosa e famosa do mundo do beisebol. O contrato passa a valer assim que começar a temporada 2009 e prevê a instalação de 550 televisores modelo Bravia nas dependências, suítes, restaurantes e salas administrativas. Além disso, consoles do PlayStation3 e notebooks Vaio também estarão em lugares estratégicos da arena, disponíveis para uso dos torcedores. Por sinal, trata-se de um contrato muito parecido que a Samsung quer realizar com o Palmeiras, explorando a nova arena além de estampar o logo na camisa de jogo, por isso que o acordo ainda não foi anunciado.

6 minutos

Esse foi o tempo que duraram os 70 mil ingressos colocados a venda para a partida entre o Arizona Cardinals e Philadelphia Eagles, válida pela final da National Football Conference, da NFL. O jogo ocorrerá no próximo dia 18 e o vencedor se classifica para o Superbowl, a grande final do futebol americano.

Da China para o mundo

Uma pesquisa de retorno de investimento (ROI), realizada pela Comperio Research-IMG, mostrou que as empresas que patrocinaram o Aberto da China de tênis em setembro de 2008, tiveram uma exposição na mídia (televisão, imprensa, internet e publicidade) de US$ 150 milhões. Só a Mercedes-Benz, patrocinadora principal e que também deu nome ao torneio, teve um retorno estimado de US$ 32 milhões. O campeonato reuniu diversas estrelas do tênis feminino e masculino e teve 492 horas de cobertura televisiva no mundo todo.

NBA para todos

A liga norte-americana de basquete acredita que a sua marca pode ser tão grande e valiosa quanto a dos clubes e, por isso, tem realizado ações para estreitar o seu relacionamento com os fãs. O próximo grande passo dessa estratégia é o NBA All Acess que vai oferecer aos fãs do esporte uma moderna ferramenta de interatividade, com conteúdos exclusivos e personalizados.

Enron indiana

A Fifa pode perder a qualquer momento um dos seus seis principais patrocinadores oficiais para as próximas duas Copas. O presidente Ramalinga Raju da indiana Satyam Computer Services, que tem contrato assinado para as Copas de 2010 e 2014, foi preso após admitir que forjou números da empresa nos últimos anos. MIlhões de dólares estão em jogo, além da questão de serviços que também seriam realizados pela empresa.

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janeiro 6, 2009

As previsões da Forbes para o esporte em 2009

Editores e colunistas da revista Forbes, alguns especialistas em negócios do esporte, fizeram suas previsões para 2009. Esqueça os jogos de adivinhação sobre quem vai ser campeão. O assunto aqui é  o negócio, o mercado e até onde investir. Tendências, apostas, possíveis problemas, onde tomar cuidado e, claro, alguns chutes e bom-humor, como em toda previsão que se preste. Confira um resumo do que cada autor está prevendo para esse ano nos EUA. Clicando aqui, você tem acesso a matéria completa.

Kurt Badenhausen
A economia vai comandar o esporte e, por causa disso, tudo vai mudar: preços dos ingressos, valores dos contratos dos jogadores, patrocínios e a presença do público. Esqueça os investimentos nas grandes arenas, todos terão que apertar os cintos e nenhum governante vai ajudar bilionários, proprietários das franquias, a ganhar ainda mais dinheiro. O retorno do astro do golfe Tiger Woods de cirurgia poderá afetar as ações dos seus patrocinadores, como Nike, Accenture e Eletronic Arts. A influência de Obama pode ajudar Chicago a ganhar a disputa com Tóquio, Madri e Rio de Janeiro pela escolha da cidade sede das Olimpíadas de 2016.

Monte Burke
Os novos bilionários continuarão comprando as franquias dos times. Mets e Yankess, os dois times de beisebol de Nova York, irão inaugurar seus novos estádios, mas terão problemas para fechar contratos de naming rights, assim como alguns times da NFL. Em tempos de crise, esportes como a pesca e a caça poderão ganhar fôlego, pois podem reunir a família com baixo custo a ainda garantir o almoço de todos.

Michael Ozanian
Times da NBA, NFL, NHL e MLB terão seus valores reduzidos pela primeira vez desde que a Forbes começou a medir as finanças das franquias dos esportes profissionais, há dez anos.

Christina Settimi
Como todos os outros esportes, o futebol vai ser pautado pela crise econômica. O dinheiro da televisão vai continuar alto, mas teremos perda de patrocínios, investidores e queda do público, que vai pedir ingressos mais baratos. Talvez a MLS cancele seus planos de incluir mais duas cidades e times no campeonato. Seria fundamental que os melhores jogadores norte-americanos também jogassem em grandes times da Europa, para que a MLS fique mais conhecida mundialmente.

Tom Van Riper
Quando você vê que a NFL reduziu os preços dos ingressos para o próximo Super Bowl (a grande final do futebol americano, que será em fevereiro), realmente não podemos esperar um ano bom. Certamente as luxuosas (e caras) suítes VIPs dos estádios e ginásios ficaram vazias em 2009. Fique de olho na liga profissional do campeonato feminino de futebol, que faz sua estréia esse ano e vai fazer crescer o interesse pelo esporte.

Agora é a sua vez. E no Brasil? Alguém se arrisca a fazer alguma previsão para o mercado de negócios e marketing esportivo em 2009? Ronaldo vai realmente trazer o dinheiro esperado para o Corinthians? Os clubes (Cruzeiro, São Paulo, Palmeiras, Flamengo…) vão perder seus patrocínios?
E os investidores para a Copa de 2014, vão continuar interessados? Realmente teremos as novas arenas para o futebol?
O comitê da Rio-2016 vai continuar usando dinheiro público e a cidade será escolhida?
Os chamados esportes olímpicos vão sobreviver num ano onde não temos competições que atraem a grande mídia?
Enfim, escolha um assunto e participe. (só não vale palavrões e ofensas)

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dezembro 11, 2008

Ligas dos EUA demitem

Tags:, , , , - fabiokadow às 5:54 pm

Depois dos cortes nos investimentos das empresas patrocinadoras, chegou a vez das demissões. As ligas esportivas mais importantes dos EUA anunciaram cortes imediatos. Só a NFL, responsável pelo futebol americano, mandou embora 150 funcionários, o que corresponde a 14% do seu contingente, formado por 1100 profissionais. O escritório central, o setor de produção de filmes para TV e o setor de internet foram os mais afetados.

Na NBA, o corte ficou na faixa de 9%. Os times de beisebol de Arizona e de Toronto também estão demitindo executivos de seus escritórios. E até a liga de golfe anunciou que os valores da premiações dos torneios vão diminuir em 2009. Além disso, para que o público não diminua, todas as ligas já anunciaram também que os preços dos ingressos e dos custos de alimentação nos estádios terão que ser reajustados para a próxima temporada.

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