Terra Magazine

novembro 4, 2009

Partidas finais da MLB rendem US$ 1,8 milhão para cada uma das equipes

Tags:, , , - fabiokadow às 4:13 pm

Ficar campeão ou aproveitar o momento das finais para aumentar as receitas? Claro que a união dos dois é o cenário perfeito para torcida e dirigentes, mas nem sempre é o que ocorre. No futebol brasileiro já tivemos alguns exemplos de clubes que, de olho na receita das bilheterias, preferiram mandar a partida final num estádio maior do que no próprio e, com isso, acabaram perdendo o título.

Hoje, na partida de número seis da World Series, a grande final da MLB, a liga de baseball norte-americana MLB, o New York Yankees pode fechar a série em 4 a 2 e levar o troféu que não conquista há nove anos. Ou, caso prefira arriscar, levar a decisão para o jogo sete e assim receber US$ 1,8 milhão a mais em receitas. Esse é o valor que, segundo um estudo da CNBC, cada uma das partidas finais gera para as equipes.

Quem torce muito por uma vitória dos Yankees é Mitch Modell, o CEO da Modell, empresa licenciada pelo time para produzir e comercializar produtos oficiais dos Yankees. Segundo ele, esse será o maior negócio já realizado pela empresa em 120 anos de história. Mais de 600 pessoas já foram contratadas para começarem a trabalhar nas lojas logo após o título. O boné do titulo, que deve ser o produto mais procurado, já tem preço: US$ 36.

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outubro 28, 2009

Finais da MLB aquecem a economia de Nova York

Tags:, , , , - fabiokadow às 4:35 pm

Começam hoje as grandes finais da MLB, evento esportivo conhecido como World Series e que envolve os times campeões da National League e da American League. A expectativa é grande para o duelo entre o atual campeão Philadephia Phillies e o tradicional New York Yankees, que não vence o troféu desde o ano 2000. Os dois primeiros jogos dos sete possíveis estão marcados para a cidade de Nova York e um estudo realizado por um instituto da prefeitura local revelou que, cada uma das partidas finais, pode gerar até US$ 15 milhões para a economia da metrópole. (Se necessário, os jogos 6 e 7 também ocorrerão na cidade)

Essa é mais uma prova do poder econômico que os grandes eventos esportivos têm. O US Open, também disputado em NY, por exemplo, chega a gerar US$ 450 milhões durante os 15 dias de competição. No caso dos jogos dos Yankees, esse valor das finais é ainda 30% maior do que foi gerado durante cada partida disputada nos playoffs.

Os jogos serão disputados no novo estádio do clube, construído no Bronx e avaliado em US$ 1,5 bilhão. A expectativa é que a cidade receba diversos turistas, imprensa nacional e internacional e que os fãs locais saiam após as partidas, consumindo em bares e restaurantes, utilizando os meios de transporte e também com produtos do time nas lojas. Estima-se que, para cada partida decisiva, mais de 35 mil pessoas visitarão NY.

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julho 30, 2009

Recessão faz ligas americanas liberarem a publicidade nos uniformes dos times

Tags:, , , , , , - fabiokadow às 2:31 pm

A crise parece que está chegando ao fim. Porém o esporte foi um dos setores que mais sofreu com ela nos EUA. Muitas medidas, algumas até exageradas, foram tomadas para ajudar no orçamento dos clubes, como a liberação da publicidade de bebidas destiladas nos locais das partidas da NBA e o patrocínio nas camisas de jogo da WNBA. E é justamente essa ação que parece que ganha cada vez mais espaço na ligas norte-americanas.

Depois da NFL, chegou a vez da NBA e a NHL autorizarem o patrocínio nos uniformes de treino das equipes. Parece pouco, mas é mais um passo rumo à liberação também nos uniformes de jogo. Isso, sem dúvida, abriria um novo mercado para anunciantes e agências. Estamos falando de muito dinheiro. Mas, depois de anos e anos com uniformes limpos, será que os torcedores aceitariam essa mudança tão radical?

Para Adam Silver, executivo da NBA, sim. “Trabalhamos com mercados do mundo todo e diversos países estão acostumados com esse tipo de ação. Então acredito que nossos fãs vão aceitar.” declarou ao USA Today. Já para John Collins, a liberação pode chegar sim aos uniformes de jogo, desde que as empresas paguem o “preço certo” por isso.

Alguns times da NFL tiveram um bom lucro com os patrocínios nos uniformes de treino na última temporada, como o New York Jets, que fechou um acordo de US$ 2 milhões com a empresa Atlantic Health. Estão proibidos produtos como bebidas alcoólicas, cigarros e cassinos.

Entre os dirigentes da NBA existe a preocupação e o cuidado para que esse novo negócio não “roube” a verba dos já existentes, como o naming rights e outros patrocínios. Joe Maloof, um dos donos da franquia Sacramento Kings, já declarou o seu apoio. “Estamos vivendo um novo tempo, onde qualquer oportunidade de negócio deve ser considerada. Se tivermos um bom parceiro, por que não?”

E para você, quais os limites do marketing no esporte? Pela tradição e história, patrocínios nos uniformes desses times seria um tiro no pé?

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junho 29, 2009

Dono do Chicago Bulls e do White Sox agora quer time de hockey

Tags:, , , , , , - fabiokadow às 1:10 pm

Comprar um time numa das ligas mais famosas dos EUA é um bom negócio ou apenas um luxo de alguns milionários? Se pegarmos o exemplo de Jerry Reinsdorf, podemos dizer que a primeira opção é a mais provável. Dono do time de basquete Chicago Bulls e do de baseball White Sox, da mesma cidade, ele agora fez uma proposta pela franquia do Phoenix Coyotes, time de hockey que disputa a NHL e faliu com a crise econômica.

Ele resolveu concorrer com Jim Balsillie, executivo da empresa de telefonia Blackberry, que fez uma proposta de US$ 212 milhões com a condição de mudar o time para o Canadá, fato que desagradou muita gente nos EUA. Reinsdorf já disse que aceita continuar em Phoenix, por isso a sua proposta (que é menor do que a de Balsillie, cerca de US$ 150 milhões, e ainda busca outros investidores e parceiros) tem preferência.

Reisndorf comprou o White Sox em 1981 por US$ 19 milhões e o Chicago Bulls em 1985 por US$ 16 milhões. Tudo bem, eram outros tempos, mas o empresário foi um dos responsáveis pelo crescimento dos negócios no mundo do esporte.O White Sox, após o título da World Series conquistado em 2005, chegou a ser avaliado em US$ 300 milhões.

No primeiro ano de gestão do Bulls, por exemplo, ele já conseguiu elevar a média de público no ginásio de 6300 pessoas para 17300. Depois vieram Michael Jordan, Phil Jackson, títulos… a ponto do time ter todos os seus ingressos vendidos durante muitos anos.

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maio 11, 2009

O baseball tenta limpar a sua imagem no EUA

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Está no ar nos EUA uma campanha fortíssima da MLB promovendo o baseball. Com o tema “This Is Beyond Baseball”, a ação mostra como diversos momentos da sua vida estão ligados ao esporte. Mas na ultima semana o fantasma do dopping voltou a assombrar dirigentes.

Enquanto todos aguardavam pelo retorno de Alex Rodriguez, eleito três vezes como o melhor jogador da temporada, o maior contrato da história da liga (US$ 275 milhões por 10 anos com o New York Yankees) e que foi afastado por dopping naquele que foi considerado um dos maiores escândalos da modalidade, agora os fãs se surpreenderam com os resultados positivos do ídolo Manny Ramirez, atualmente no Los Angeles Dodgers.

O dominicano, que esteve nos últimos 20 All Star Game, que reúne os melhores da temporada, e tem mais de 500 home runs na carreira, ficara afastado por 50 jogos e terá uma multa de US$ 7,6 milhões no seu salário de US$ 25 milhões anuais.

Durante o fim de semana a MLB investiu forte também sua outra campanha, que teve como foco o Dia das Maes. Parte da renda dos jogos do ultimo domingo foi doada ao instituto Susan G. Komen for the Cure, que atua no combate ao câncer.

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abril 29, 2009

NY Yankess reduzem os preços dos seus ingressos pela metade

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Pressionados pela opinião pública, os dirigentes do time de beisebol NY Yankees e da MLB, decidiram diminuir os preços dos ingressos para a temporada de alguns setores. Mas, curiosamente, apenas aqueles com a melhor visão do jogo do estádio, os mais caros.

Os Yankees entenderam que, na situação econômica atual, pagar US$ 2.500 por jogo é pesado até para os mais abonados. Os torcedores que já haviam adquirido ingressos desses setores premium poderão escolher entre receber o dinheiro de volta ou ganhar novos tickets sem custo algum. Os ingressos de US$ 2.500 foram reduzidos para US$ 1.250 e os de US$ 1 mil agora vão custar US$ 650.

A nova arena, que custou US$ 1,5 bilhão, tem ficado com espaços vazios durante as partidas. Apesar disso, o dirigente Hal Steinbrenner garante que 3,4 milhões de ingressos para a temporada 2009 já foram vendidos, o que corresponde a uma média de 37 mil espectadores por partida - a capacidade do estádio é de 52 mil pessoas sentadas.

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abril 22, 2009

MLB é considerada a marca mais valiosa em licenciamentos no esporte

Tags:, , , , , - fabiokadow às 4:37 pm

No último post mostramos que a FIFA pretende valorizar a sua marca com diversas ações de marketing. Não há dúvidas de que o futebol é o esporte mais conhecido do planeta, porém, para você, qual o esporte mais valioso do mundo quando o assunto é licenciamento de produtos? Leve em conta o desejo do consumidor em adquirir desde uniformes até os mais diversos (e até inusitados) souvenirs, tudo oficial.

Acredite, é o beisebol.

A Major League Baseball, que reúne as mais importantes equipes desse esporte no mundo, foi eleita pela revista License Global como a liga esportiva mais valiosa do mundo, com estimados US$ 5,1 bilhões. Na lista geral, ela ficou na sexta posição, ainda longe da marca líder mundial, a Disney Consumer Products, com US$ 30 bilhões.

Na sequencia entre as marcas esportivas vem a NFL, de futebol americano, que ficou em 12º no total, com US$ 3,4 bilhões de rendimentos. A liga de basquete NBA vem depois, com US$ 3 bilhões em receitas de licenciamento.

Nenhum clube ou confederação ligado ao futebol ficou entre os 50 primeiros colocados, o que mostra o despreparo desse esporte quando o assunto é licenciamento de produtos oficiais, até mesmo para os grandes clubes europeus. Enquanto isso a pirataria ganha todas as disputas no campo dos negócios.

Clique aqui e veja a lista completa das marcas mais desejadas e consumidas no mundo atualmente, segundo a publicação.

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janeiro 6, 2009

As previsões da Forbes para o esporte em 2009

Editores e colunistas da revista Forbes, alguns especialistas em negócios do esporte, fizeram suas previsões para 2009. Esqueça os jogos de adivinhação sobre quem vai ser campeão. O assunto aqui é  o negócio, o mercado e até onde investir. Tendências, apostas, possíveis problemas, onde tomar cuidado e, claro, alguns chutes e bom-humor, como em toda previsão que se preste. Confira um resumo do que cada autor está prevendo para esse ano nos EUA. Clicando aqui, você tem acesso a matéria completa.

Kurt Badenhausen
A economia vai comandar o esporte e, por causa disso, tudo vai mudar: preços dos ingressos, valores dos contratos dos jogadores, patrocínios e a presença do público. Esqueça os investimentos nas grandes arenas, todos terão que apertar os cintos e nenhum governante vai ajudar bilionários, proprietários das franquias, a ganhar ainda mais dinheiro. O retorno do astro do golfe Tiger Woods de cirurgia poderá afetar as ações dos seus patrocinadores, como Nike, Accenture e Eletronic Arts. A influência de Obama pode ajudar Chicago a ganhar a disputa com Tóquio, Madri e Rio de Janeiro pela escolha da cidade sede das Olimpíadas de 2016.

Monte Burke
Os novos bilionários continuarão comprando as franquias dos times. Mets e Yankess, os dois times de beisebol de Nova York, irão inaugurar seus novos estádios, mas terão problemas para fechar contratos de naming rights, assim como alguns times da NFL. Em tempos de crise, esportes como a pesca e a caça poderão ganhar fôlego, pois podem reunir a família com baixo custo a ainda garantir o almoço de todos.

Michael Ozanian
Times da NBA, NFL, NHL e MLB terão seus valores reduzidos pela primeira vez desde que a Forbes começou a medir as finanças das franquias dos esportes profissionais, há dez anos.

Christina Settimi
Como todos os outros esportes, o futebol vai ser pautado pela crise econômica. O dinheiro da televisão vai continuar alto, mas teremos perda de patrocínios, investidores e queda do público, que vai pedir ingressos mais baratos. Talvez a MLS cancele seus planos de incluir mais duas cidades e times no campeonato. Seria fundamental que os melhores jogadores norte-americanos também jogassem em grandes times da Europa, para que a MLS fique mais conhecida mundialmente.

Tom Van Riper
Quando você vê que a NFL reduziu os preços dos ingressos para o próximo Super Bowl (a grande final do futebol americano, que será em fevereiro), realmente não podemos esperar um ano bom. Certamente as luxuosas (e caras) suítes VIPs dos estádios e ginásios ficaram vazias em 2009. Fique de olho na liga profissional do campeonato feminino de futebol, que faz sua estréia esse ano e vai fazer crescer o interesse pelo esporte.

Agora é a sua vez. E no Brasil? Alguém se arrisca a fazer alguma previsão para o mercado de negócios e marketing esportivo em 2009? Ronaldo vai realmente trazer o dinheiro esperado para o Corinthians? Os clubes (Cruzeiro, São Paulo, Palmeiras, Flamengo…) vão perder seus patrocínios?
E os investidores para a Copa de 2014, vão continuar interessados? Realmente teremos as novas arenas para o futebol?
O comitê da Rio-2016 vai continuar usando dinheiro público e a cidade será escolhida?
Os chamados esportes olímpicos vão sobreviver num ano onde não temos competições que atraem a grande mídia?
Enfim, escolha um assunto e participe. (só não vale palavrões e ofensas)

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dezembro 29, 2008

A rede do beisebol

Tags:, , , - fabiokadow às 10:40 am

Na contramão da crise, que vem cortando as verbas de diversos projetos, e na esperança de descobrir novos e rentáveis negócios, a Major League Baseball (MLB) resolveu enfrentar o medo e lança no dia 1 de janeiro a MLB Network, um canal que estará presente em 50 milhões de residências assinantes de TV a cabo nos Estados Unidos.

O conteúdo será um deleite para os mais fanáticos, com uma extensa programação, noticiários, bastidores dos jogos, entrevistas, partidas históricas, melhores momentos, todos os tipos de estatísticas, curiosidades e, claro, jogos ao vivo. A estrutura montada também assusta, com cenários grandes, modernos e muita interatividade, além da presença garantida de grandes ex-jogadores da liga entre os apresentadores.

Para concorrer com os canais locais que todos os times têm e são os preferidos pelas torcidas, o MLB Network que ir além. Você já sabe tudo sobre seu time? No novo canal você saber ainda mais, sobre tudo. Esse é o objetivo.

E boas idéias não tem hora para nascer, mesmo em tempos de crise. Alguém aí também pensou num canal de futebol para o Brasil? Você assinaria um canal como este?

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dezembro 1, 2008

Crise nos EUA afasta o público do esporte

Tags:, , , , , , - fabiokadow às 12:48 pm

Em tempo de crise, você cortaria seus gastos com ingressos de eventos esportivos? Se por aqui este assunto ainda passa longe, nos EUA, berço da milionária indústria do esporte e entretenimento, a pauta está na agenda dos executivos dos times e das ligas de futebol americano, beisebol, hóquei no gelo e basquete, as quatro maiores do país.

Como não perder seu público consumidor?

Um bom começo é rever os preços dos ingressos, que subiram muito acima da inflação registrada. Na NFL (futebol americano), por exemplo, os custos aumentaram em 20% nos últimos três anos. Na NHL (hóquei) e na MLB (beisebol), o índice chegou a 17%. Reajustes dentro da realidade apenas na NBA (basquete), que ficou em 7%. Resultado: o público diminuiu.

Para saber quais times correm mais riscos, a revista Forbes cruzou os dados dos custos dos torcedores com a situação econômica de cada cidade. Segundo a publicação, os times de Nova York e de Los Angeles são os mais vulneráveis, já que a taxa de desemprego nesses lugares deve chegar a 10% em 2009.

Como a questão da renovação ou captação de novos patrocínios também sofrerá com a falta de dinheiro, os times já começaram a criar promoções para atrair e fidelizar seus públicos. Na NBA, as estratégias são muitas, como a da New Jersey Nets, que anunciou que vai dar ingressos para 1.500 dos seus fãs desempregados, além de divulgar seus currículos para as empresas patrocinadoras. O Orlando Magic apelou para o estômago e está oferecendo um pacote que inclui refeições nos tickets. Já o Indiana Pacers escolheu o famoso e tradicional “compre 8 e assista 11 jogos”.

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