Terra Magazine

novembro 3, 2009

Cai o preço médio dos ingressos da NBA

Tags:, , , - fabiokadow às 4:05 pm

Depois de oito anos de altas, pela primeira vez o preço médio dos ingressos para as partidas das NBA registrou queda nos valores. Para muitos, isso comprova que o fantasma da crise econômica continua assustando o mundo do esporte nos EUA, ao contrário do que se podia imaginar. Foram apenas 2,8% de queda, mas esse número é o maior da história da liga e o segundo maior entre todas as ligas (a NHL registou 7,5% no ano de 2005), por isso a importância.

Sendo assim, o preço médio para assistitir um jogo da temporada 2009-10 será de US$ 48,90, sem contar os camarotes premium, que não fizeram parte do estudo da empresa TMR. As outras três ligas mais importantes registraram aumento esse ano, mesmo com a crise. Na NHL foi de apenas 0,1%, na NFL de 3,9% e na MLB de 5%.

Entre os times que disputam a NBA, apenas três resolveram aumentar os preços, outros 13 não alteraram e 14 deles decidiram pelos cortes. O super campeão Los Angeles Lakers continua com os ingressos mais caros, com ticket médio de US$ 93,25, depois vem o Boston Celtics com US$ 68,55. Já a equipe com preços mais acessíveis é o Memphis Grizzlies, com média de US$ 24,10. O Indiana Pacers foi aquele que mais baixou os preços, com redução na casa dos 30%.

Blogs que citam este Post

junho 18, 2009

Título faz Lakers bater recorde em vendas de produtos na web

Tags:, , , , - fabiokadow às 3:13 pm

A torcida do Lakers não para de comemorar o título da NBA, o quarto nos últimos dez anos. E o resultado do desempenho do time nas quadras, claro, reflete nas vendas de produtos licenciados. A NBAStore.com, loja oficial da liga na internet, registrou recorde de vendas de produtos relacionados ao título da equipe nas 48 horas seguintes a partida. De acordo com a assessoria de imprensa da liga, os consumidores mais que dobraram o volume de vendas do recorde anterior, registrado no ano passado após o título do Boston Celtics.

Esse aumento se deve, principalmente, as vendas registradas para fora dos EUA, provando a força que a liga tem internacionalmente. A popularidade de Kobe Bryant e a presença do espanhol Paul Gasol também são fatores importantes nessa conquista de novos mercados. Fãs de mais de 35 países, como Malta, Malásia, Coréia, Austria, Suécia, Holanda, fizeram pedidos. Entre os produtos favoritos estão os bonés e as camisetas.

Mais uma vez fica comprovado: títulos fazem bem para os negócios de qualquer clube.

Blogs que citam este Post

junho 4, 2009

Os personagens da final da NBA: Bryant x Howard

Hoje começam as finais da NBA. Los Angeles Lakers e Orlando Magic, um supercampeão e um que nunca conquistou o troféu, vão se enfrentar para saber quem leva o título de uma das mais emocionantes e disputadas temporadas dos últimos tempos.

Os dois maiores jogadores de cada time também vão duelar não só dentro das quadras, como também fora delas. Kobe Bryant quer voltar a ser o número um do mundo. Dwight Howard, assim como seu time, surge como uma zebra que ganhou muita força nos playoffs e pode surpreender. Para o campeão, milhões de dólares em contratos comerciais.

De um lado Kobe Bryant: jogador polêmico, genial, detentor de diversos recordes na NBA (como fazer 81 pontos numa só partida, a segunda maior marca da história do torneio), três títulos conquistados, MVP (melhor jogador) da temporada passada, campeão olímpico, brigou e “expulsou” o pivô Shaquille O’Neal dos Lakers, esteve envolvido em confusões fora das quadras, já foi preso e respondeu até por uma acusação de assédio sexual (da qual foi inocentado posteriormente).

Kobe, ainda no ínicio de sua carreira, assinou um contrato de quase US$ 50 milhões por seis temporadas com a Adidas. Na sequencia vieram diversos outros com a Coca-Cola, McDonald’s, Nutella, Nintendo, entre outros, até o dia da sua prisão, quando algumas, como McDonald’s e Nutella, romperam seus contratos. Mas a Nike, maior rival da Adidas, “aproveitou” o momento e contratou a estrela por US$ 45 milhões por cinco temporadas e o transformou num dos principais astros das campanhas para o público de basquete. Estima-se que, por ano, ele receba cerca de US$ 20 milhões por ano apenas com patrocínios.

Já seu rival nessas finais, o pivô Dwight Howard, apelidado pela sua torcida como Superman, ainda busca por melhores contratos comerciais e está prestes a conseguí-los. Howard faz o tipo bom moço, não ostenta tatuagens, tem uma imagem tranquila, religioso, filantrópico e é querido por diversos públicos. Sua temporada tem sido fantástica e liderar os Magics nessa campanha até a final foi realmente um grande feito. Suas atuações recentes já elevaram consideravelmente as vendas de camisas com seu número e nome.

Patrocinado pela Adidas, ele conseguiu impedir aquela que seria a final dos sonhos da rival Nike, envolvendo Bryant e Lebron James, e agora chama atenção de diversas outras empresas. Muitas delas já o patrocinam, como Coca-Cola, McDonald’s, T-Mobile e Waner Bros., porém, ele dificilmente estrela as campanhas dessas empresas, que dão clara preferência para Bryant e James.

O fato é que o mercado da NBA há tempos que não ficava tão aquecido (a audiência dos playoffs registrou um aumento de 19%) e a expectativa é grande. Dois estilos bem diferentes que vão se enfrentar nas quadras e fora delas. Qual sua aposta?

Blogs que citam este Post

Terra Magazine América Latina, Veja a edição em espanhol