Terra Magazine

novembro 23, 2009

Juventus apresenta um novo jeito de vender ingressos

Tags:, , , , - fabiokadow às 5:00 pm

Filas intermináveis, sol, chuva, falta de respeito, de informações, cavalaria, seguranças mal treinados… não são poucos os problemas que o torcedor brasileiro enfrenta na hora de comprar ingressos para os jogos do time do seu coração. A única exceção atualmente são os chamados setores Visa, presente em alguns estádios do Brasil.

No exterior, os problemas existem também. Por isso, a Juventus de Turim resolveu radicalizar e montou a primeira loja-conceito para a compra de ingressos, um lugar que nada lembra as bilheterias atuais. O espaço, em local privilegiado da cidade, é mais um passo rumo a um grande processo de modernização, que tem como objetivo principal o novo estádio, batizado de Olimpico di Torino, com previsão de entrega em 2011 e que promete ser um dos mais modernos da Europa.

A nova bilheteria é um espaço a parte, longe do estádio, criado especificamente para que o torcedor compre seus ingressos de uma maneira única. Os interessados em comprar camarotes para a temporada 11-12, por exemplo, poderão assistir a um filme 3D que simula desde o momento em que o cliente parou o carro em um das 4 mil vagas do estacionamento até a chegada ao local, mostrando como vai ser a visão do campo. A arena terá ainda oito restaurantes, 24 bares, espaço comercial de 34 mil metros quadrados, museu do clube, etc.

E se depender do fim de semana de estréia o projeto já é um sucesso. Nos dois dias foram comercializados 39 dos 62 camarotes com capacidade para até 10 pessoas com preços que variam de 50 mil euros a 130 mil euros por ano. Clique aqui e confira um vídeo que mostra essa novidade da Juve e também a maquete do novo estádio.

foto: Reprodução
colaboração: Gabriel Mantetta Marquez

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novembro 3, 2009

Cai o preço médio dos ingressos da NBA

Tags:, , , - fabiokadow às 4:05 pm

Depois de oito anos de altas, pela primeira vez o preço médio dos ingressos para as partidas das NBA registrou queda nos valores. Para muitos, isso comprova que o fantasma da crise econômica continua assustando o mundo do esporte nos EUA, ao contrário do que se podia imaginar. Foram apenas 2,8% de queda, mas esse número é o maior da história da liga e o segundo maior entre todas as ligas (a NHL registou 7,5% no ano de 2005), por isso a importância.

Sendo assim, o preço médio para assistitir um jogo da temporada 2009-10 será de US$ 48,90, sem contar os camarotes premium, que não fizeram parte do estudo da empresa TMR. As outras três ligas mais importantes registraram aumento esse ano, mesmo com a crise. Na NHL foi de apenas 0,1%, na NFL de 3,9% e na MLB de 5%.

Entre os times que disputam a NBA, apenas três resolveram aumentar os preços, outros 13 não alteraram e 14 deles decidiram pelos cortes. O super campeão Los Angeles Lakers continua com os ingressos mais caros, com ticket médio de US$ 93,25, depois vem o Boston Celtics com US$ 68,55. Já a equipe com preços mais acessíveis é o Memphis Grizzlies, com média de US$ 24,10. O Indiana Pacers foi aquele que mais baixou os preços, com redução na casa dos 30%.

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setembro 29, 2009

Dispara a venda de camarotes corporativos para a Copa de 2010

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Grandes eventos esportivos costumam chamar a atenção de importantes empresas, dos mais variados setores, que desejam realizar ações de marketing de relacionamento com seus fornecedores e clientes. Por esse motivo, os camarotes corporativos para os jogos da próxima Copa do Mundo estão com as vendas à todo vapor, mesmo com preços que podem chegar a US$ 1,5 milhão.

Se compararmos com o mesmo período da Copa da Alemanha, as vendas dessa edição estão ainda maiores, com destaque para a empresas sul-africanas, que representam 90% do volume até agora. Mas esse movimento deve mudar com a classificação das seleções dos outros países. Por esse motivo que empresas do Brasil e da Inglaterra estão entre as mais interessadas.

O pacote mais caro dá direito a camarotes com até 32 lugares, serviços especiais, entretenimento antes e após as partidas e ingressos para 36 jogos que serão disputados nos cinco maiores estádios da África do Sul, por isso foi batizado de “Big Five”. Ainda estão disponíveis 850 pacotes desse nível.

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setembro 3, 2009

US Open gera US$ 450 milhões para a economia de Nova York

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Nova York é uma metrópole onde as maiores e mais importantes empresas do mundo realizam volumosos negócios. Um torneio Grand Slam de tênis realizado nessa cidade, claro, só poderia ter as mesmas características. Diferente de Roland Garros e Wimbledon, onde a tradição, a calma, a elegância (características do tênis) e o espírito esportivo ainda sobrevivem (mesmo que de maneira tímida), o US Open tem os negócios e o dinheiro no DNA.

O torneio é o que recebe o maior público entre todos do genêro, milhares de pessoas que injetam US$ 450 milhões na economia da cidade. O barulho dos aviões, o participativo público, o trânsito, a correria, a alta temperatura e os jogos a noite (com vinho e muita comida) tornam o US Open um evento único e distinto de seus “concorrentes”, do jeito que os novaiorquinos gostam.

Por esse motivo que as vendas dos ingressos estão indo muito bem, apesar de todo o pessimismo e receio que a pior recessão dos últimos anos trouxe para os EUA. A organização acredita que as vendas podem chegar a 700 mil ingressos, um pouco abaixo dos 720.227 registrados no ano passado, quando o recorde foi batido. Todas as 84 suítes e luxo foram comercializadas. O torneio, realizado em 15 dias, atrai mais turistas do que os quatro times da cidade (Mets, Yankees, Knicks e Rangers) juntos durante o ano todo.

Os poucos clubes de tênis da cidade registram um aumento de, pelo menos, 50% nos aluguéis das quadras durante o mêses de agosto e setembro. Já as vendas de raquetes e acessórios dobram durante o mesmo período.

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agosto 19, 2009

Mesmo com crise, vendas de ingressos crescem na Premier League

Contrariando a maioria das expectativas de especialistas e dirigentes, as vendas de ingressos para toda a temporada nesse começo de temporada da Premier League vem registrando aumentos nos números para a  maioria dos clubes. Apenas Portsmouth, Aston Villa, West Ham e Bolton tiveram quedas significativas nas vendas.

Alguns clubes têm ainda mais motivos para comemorar, com aumento de até 25%, como no caso do Blackburn - nesse caso, a redução dos preços em até 50 libras contribuiram muito para conseguir o resultado. O Sunderland, mesmo sem mexer nos valores, foi ainda melhor: aumento de 100% com relação à ultima temporada, garantindo assim um público mínimo de 27 mil pessoas por jogo.

O Chelsea não altera os preços há quatro temporadas e também registrou uma leve melhora, o que não deixa de ser animador em tempos de crise. Muitos também optaram pelo congelamento para, ao menos, garantir os mesmos resultados da última edição do campeonato. Cautela ainda é a palavra de ordem. O Manchester United foi um dos poucos a aumentar os ingressos e, por isso, teve uma ligeira queda até agora.

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agosto 11, 2009

Torcedores pobres, times ricos. Até onde vai a fidelidade?

Tags:, , , , - fabiokadow às 7:59 pm

A fidelidade do torcedor de futebol é algo raro de encontrar. Ele é mal tratado, sofre, pega chuva, trânsito, passa nervoso, gasta seu suado dinheiro e nem sempre tem o retorno esperado: vitórias, gols e títulos. Qual produto ou marca, mesmo paparicando seus clientes de todas as formas, consegue tal nível de lealdade?

Porém, como muitos ingleses ainda estão sentido reflexos da crise, a expectativa para a próxima temporada é de queda na presença de público nos estádios. De acordo com o índice da Virgin Money que mede a inflação nos custos do torcedor, acompanhar seu time de coração está 15,1% mais caro do que no último ano, um número sete vezes maior do que a inflação registrada no país. Doze clubes já decidiram que vão aumentar os ingressos, por exemplo.

Para a Federação dos Torcedores de Futebol local, uma organização que representa e luta pelos direitos e anseios da classe, enquanto os fãs estão perdendo seus empregos, os clubes parecem “nadar em dinheiro”. Segundo Malcolm Clarke, presidente da federação, declarou ao jornal The Times, isso pode gerar uma reação negativa dos fãs, que deixariam de comprar tantos produtos ou comparecer aos jogos. O mesmo poderia acontecer com a audiência da televisão, de onde saem os números dos contratos de direitos de transmissão, principal verba dos clubes ingleses atualmente.

Você acredita que o fã pode manter essa racionalidade mesmo quando o time estiver numa boa fase e disputando títulos? Ou a emoção fala mais alto mesmo em tempos de recessão?

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junho 10, 2009

Vendas de ingressos para o US Open surpreende e bate recordes

Tags:, , - fabiokadow às 11:48 am

A terrível crise econômica norte-americana, que afetou os negócios do mundo do esporte durante os últimos meses, parece que deu uma trégua. Ou o amor dos americanos pelo tênis é maior do que qualquer dificuldade financeira.

O resultado do início das vendas de ingressos para o público em geral do US Open 2009, que começou na última segunda-feira, supreendeu a todos e entrou para a história da competição como o segundo melhor de todos os tempos. Foram comercializados cerca de 35 mil bilhetes em um único dia, número menor apenas do que o registrado na edição de 2008 (quando a situação era completamente diferente).

E a pré-venda, que ocorreu durante os dias 2 e 6 de junho apenas para os portadores do cartão de crédito American Express, também foi um sucesso e chegou a mais de 31 mil ingressos. Esse sim, o melhor resultado de todos os tempos para pré-vendas.

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maio 19, 2009

A volta por cima do Chicago Blackhawks

Tags:, , , - fabiokadow às 4:49 pm

Enquanto o time de hóquei no gelo do Chicago Blackhawks tenta chegar a grande final da Stanley Cup, campeonato de maior expressão desse esporte, disputado na América do Norte e organizado pela NHL, seus dirigentes comemoram uma recuperação da marca que já está sendo considerada como uma das maiores da história nos EUA.

Desde que Rocky Wirtz assumiu o comando do franquia, substituindo o pai Bill Wirtz, que faleceu em 2007, ele alterou completamente a administração, considerada arcaica por muitos até então. O resultado dentro e fora das quadras tem sido fantástico.

De volta aos playoffs e com chances reais de chegar a final depois de diversas temporadas sem empolgar a torcida (a última conquista do título foi em 1961), a população da cidade está eufórica com a equipe. A venda média de ingressos subiu de 3.400 para 14.000 por jogo, com uma fila de espera de 4 mil pessoas. O público total, que antes era o segundo pior da liga com 522 mil no total da temporada, agora é o líder geral com mais de 914 mil pagantes. Nos últimos dias diversos monumentos históricos e pontos turísticos “vestiram” o uniforme da equipe - um dos mais conhecidos no Brasil.

Outros dados que confirmam essa reviravolta se referem a audiência televisiva (a maior de todos os tempos do time), aumento da venda de produtos licenciados e merchandising (317% no último ano) e também na receita de patrocínios (na casa de 67%).

Rocky Wirtz teve muito trabalho, já que a estrutura organizacional deixada pelo seu pai não contava com departamentos de marketing e recursos jumanos, por exemplo. Nem recepcionista o escritório administrativo tinha. Novas promessas foram contratadas para a equipe e os jogos passaram a ser transmitidos ao vivo para a cidade, ato que seu pai era radicalmente contra.

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abril 29, 2009

NY Yankess reduzem os preços dos seus ingressos pela metade

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Pressionados pela opinião pública, os dirigentes do time de beisebol NY Yankees e da MLB, decidiram diminuir os preços dos ingressos para a temporada de alguns setores. Mas, curiosamente, apenas aqueles com a melhor visão do jogo do estádio, os mais caros.

Os Yankees entenderam que, na situação econômica atual, pagar US$ 2.500 por jogo é pesado até para os mais abonados. Os torcedores que já haviam adquirido ingressos desses setores premium poderão escolher entre receber o dinheiro de volta ou ganhar novos tickets sem custo algum. Os ingressos de US$ 2.500 foram reduzidos para US$ 1.250 e os de US$ 1 mil agora vão custar US$ 650.

A nova arena, que custou US$ 1,5 bilhão, tem ficado com espaços vazios durante as partidas. Apesar disso, o dirigente Hal Steinbrenner garante que 3,4 milhões de ingressos para a temporada 2009 já foram vendidos, o que corresponde a uma média de 37 mil espectadores por partida - a capacidade do estádio é de 52 mil pessoas sentadas.

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abril 17, 2009

Crise atrapalha venda de ingressos de golfe e atinge até mascote de hockey

Tags:, , , , , , - fabiokadow às 11:35 am

Se por aqui a crise deveria ser uma marola, nos EUA o tsnumani continua fazendo vítimas no mundo do esporte. O famoso US Open de golfe, que ocorrerá em junho, está sofrendo para vender seus camarotes especiais e também ingressos que geralmente são comprados pelas grandes empresas para realizarem eventos de relacionamento com o networking. A justificativa é a mesma em todos os casos: corte de gastos em ações de esporte e entretenimento.

Segundo os organizadores, até aquelas empresas que tradicionalmente participam do evento estão pulando fora nesse ano. Algumas delas, as que receberam ajuda financeira do governo, declararam que preferem não se comprometerem para evitar as críticas dos congressistas e da opinião pública. Geralmente as empresas compram 90% da carga total de ingressos, ficando apenas 10% para o público em geral, mas essa equação deve mudar esse ano.

Os preços para esses camarotes especiais, conhecidos como hospitality centers, podem variar de US$ 32.500, para 12 pessoas, até US$ 230 mil para um espaço com capacidade para receber 80 pessoas confortavelmente, por exemplo. Em 2002, o ano que teve o maior sucesso financeiro até agora, foram vendidos 77 desses, a expectativa mais otimista para 2009 é de 50.

Sobrou até para ele

A crise anda tão grave que até o mascote do time de hockey de Tampa Bay, que disputa a NHL, entrou na lista das 27 pessoas que foram demitidas esse ano. Na verdade quem foi perdeu o emprego foi Matt Hitchcock, que vestia a (estranha) fantasia do mascote, tão tradicionais nos EUA, para entreter o público e jogadores durante as partidas e em ações fora das quadras. Tempos difíceis.

 

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