Terra Magazine

outubro 2, 2009

Brasil: a bola da vez no mundo dos negócios do esporte

Tags:, , , - fabiokadow às 3:44 pm

Se puder eleger dois fatores que foram fundamentais na escolha do Rio de Janeiro como sede das Olimpíadas 2016, escolho o ineditismo (pelo fato do continente Sul Americano nunca ter recebido tal evento) e também as perspectivas de crescimento econômico que o Brasil tem demonstrado, conquistando a confiança até dos desconfiados especialistas estrangeiros.

Com a garantia da realização dos dois maiores eventos do gênero nos próximos anos, não tem como negar que o País é a bola da vez no mundo dos negócios esportivos. Sendo assim o País passa a ter duas grandes oportunidades para fazer o correto, sem erros (estou falando de todos) como os que ocorreram no Pan-Americano, para fomentar o esporte e a economia como um todo, para deixar legados reais e justos para a sociedade, para criar uma política esportiva num País onde os vencedores são exceções, pelos mais diversos motivos, mas principalmente porque não recebem apoio algum do governo na imensa maioria das vezes.

Que essa seja a oportunidade de rever o papel e os papelões das confederações (inclusive a CBF, claro), ou alguém aqui sabe exatamente o que elas fazem em prol dos atletas e torneios? Por sinal, que o sistema de votação para dirigentes das confederações mude, abrindo espaços para profissionais do ramo (nunca no Brasil tivemos tantos cursos de administração e marketing esportivo, de graduação, extensão e pós-graduação) e ex-atletas com vocação.

Que a imprensa esportiva também se modernize e se livre de vez das pechas que a perseguem, deixando de tratar todos os esportes como futebol, analisando não só os resultados, fiscalizando, informando e, principalmente, respeitando os atletas que, por muitas vezes, são jogados ao limbo por um mau resultado (algo como ficar entre os 10 melhores do mundo). Dizem que não valorizamos nossos ídolos, mas quando e onde começa essa desvalorização?

No (delicado) capítulo infraestrutura é claro que o Brasil vai ter a chance de construir grandes centros esportivos, arenas modernas, reformar o entorno desses lugares, melhorando o saneamento, transporte público, segurança, etc, de todas as cidades envolvidas na Copa e nas Olimpíadas. Mas isso também pode ser o começo do maior desperdício de dinheiro público de toda a nossa história. O resto você já sabe.

As maiores empresas do mundo do esporte estarão por aqui nesse período. Investindo milhões de dólares em marketing, trazendo os melhores profissionais para o mercado local, realizando ações nunca antes vistas no Brasil.

São dois caminhos bem distintos para escolher e a sociedade tem papel fundamental nesse processo. Faça a sua parte, entenda que, mais do que a festa e o orgulho (que são justos), eventos dessa magnitude são fundamentais para o futuro do país.

Nas duas campanhas, o discurso foi “o Brasil merece esse voto de confiança, precisamos de uma chance”. Pronto, o Brasil é a bola da vez no mundo dos negócios do esporte. Que essa oportunidade não seja desperdiçada.

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julho 15, 2009

Copa na África vai custar o dobro do previsto

Tags:, , , , , - fabiokadow às 11:37 am

30 bilhões de rands. O equivalente a 2,6 bilhões de euros no câmbio de hoje. Esse é o custo até agora dos 10 estádios da Copa da África - construção, reformas e infraestrutura -, segundo Danny Jordan, executivo da Fifa e do comitê organizador da Copa do Mundo de futebol de 2010. Vale lembrar que cinco estádios estão sendo construídos e outros cinco completamente reformados.

Em 2006, Trevor Manuel, então Ministro das Finanças, chegou a declarar que 5 bilhões de rands (430 milhões de euros) seriam suficientes para cobrir os gastos com infraestrutura. Ainda em 2006, em outra estimativa, já mais realista, o valor chegou a 8,4 bilhões de rands (730 milhões de euros) e depois, no mesmo ano, foi para 15 bilhões de rands (1,3 milhão de euro).

Para explicar esse aumento de 100%, o porta-voz do comitê, Rich Mikhondo, disse que os gastos aumentaram devido aos diversos serviços básicos de infraestrutura que estão sendo realizados no entorno das arenas, como saneamento básico, TI, segurança e transporte público. Ele ressaltou a importância dessas obras para o futuro do país e garantiu que o orçamento não vai mais passar dos 30 bilhões de rands.

O governo federal se defende, dizendo que não arcou com o total desse valor, que teria sido financiado também pelos governos locais - a menor parte do investimento seria da iniciativa privada.

No começo do ano, Trevor Manuel fez uma revisão no orçamento e disse que o governo federal gastaria um milhão de euros nos estádios, 175 milhões de euros em tecnologia da informação, 113 milhões de euros em segurança, 46 milhões de euros na conversão do sinal de televisão analógico para o digital, 62 milhões de euros em obras emergenciais para a Copa das Confederações…

Só para lembrar: aqui serão 12 estádios, a maioria das cidades também não tem infraestrutura mínima necessária para receber um evento desse porte… vamos ficar atentos para que essa grande oportunidade não se transforme num escândalo histórico na mão de oportunistas.

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junho 24, 2009

Londres 2012 já tem rombo de 100 milhões de libras. TCU de olho em Brasil 2014

Tags:, , , - fabiokadow às 3:54 pm

Se por aqui os gastos exorbitantes e desnecessários do Pan 2007 estão sendo comprovados somente agora, na Inglaterra a justiça já identificou numa auditoria de rotina, faltando três anos para as Olimpíadas de Londres em 2012, um rombo de 100 milhões de libras no orçamento.

A empresa de auditoria KPMG já começou os trabalhos para identificar as irregularidades encontradas nos gastos do comitê organizador. O alvo principal é a Vila Olímpica e os gastos na região leste de Londres, obras gerenciadas pela “Diretoria de Legados Olímpicos”, criado especificamente para cuidar da herança que os Jogos podem deixar para a cidade. Segundo o The Times, dois executivos do alto escalão já foram preventivamente afastados.

Com constantes suspeitas de superfaturamento e gastos desnecessários, a prefeitura e o comitê organizador estão na mira da justiça e da opinião pública. A situação pode piorar ainda mais, levando a problemas de caixa (que sobrevive graças a empréstimos) e ao atraso das obras até que tudo seja esclarecido.

Por aqui, a Subcomissão de Fiscalização da Copa de 2014, presidida pelo deputado Silvio Torres (PSDB-SP), anunciou uma parceria com o Tribunal de Contas da União para ajudar na fiscalização dos gastos públicos em infraestrutura e dar transparência ao processo todo. Antes disso, a ONG Contas Abertas também já havia sido anunciada como parceira nessa empreitada que pretende evitar (ou diminuir) o superfaturamento das obras que deverão ser realizadas.

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junho 2, 2009

Estudo sobre as sedes da Copa 2014 será lançado hoje. Situação preocupa

Tags:, , , , - fabiokadow às 10:57 am

Se para muitas cidades (e políticos) o anúncio das 12 cidades que serão sedes da Copa de 2014 trouxe festejos e comemorações, chegou a hora de se preocupar também. O Sinaenco (Sindicato da Arquitetura e da Engenharia), que desde 2007 vem realizando estudos sobre a infraestrutura existente no Brasil para se realizar tal evento e quais as providências a serem tomadas, lança hoje, no Museu do Futebol, em São Paulo, o estudo inédito Vitrine ou Vidraça: Desafios do Brasil para a Copa de 2014 e também o portal www.copa2014.org.br, que promete acompanhar todos os passos dessa caminhada.

O relatório, que não é técnico, traz os resultados de uma peregrinação que os profissionais da Sinaenco fizeram por todas as cidades candidatas entre 2008 e 2009. O objetivo é levantar questões pertinentes e mostrar quais os desafios que os governos terão de encarar para sediar jogos da Copa de 2014.

Junto com autoridades e comunidades técnicas locais, todos os elementos necessários como transportes, energia, saneamento, hotelaria, saúde e educação foram debatidos. Em todas as cidades uma constatação: existe uma urgência para que se definam os projetos executivos, já que nenhuma está preparada atualmente, tem graves problemas de infraestrutura urbana e a maioria dos planos apresentados “desprezam” a necessidade de deixarem (realmente) legados para a sociedade - como também já ocorreu no caso do Engenhão, por exemplo, que custou o dobro do previsto e não trouxe a prometida revitalização para o bairro.

Outro alerta do estudo: algumas cidades poderão contratar, sem licitação, escritórios estrangeiros, alegando pressa (ou seja, não podem esperar por licitações) e a experiência anterior dessas possíveis empresas selecionadas na construção de arenas, por exemplo.

Fica a pergunta: “A Copa do Mundo é o evento esportivo de maior visibilidade do planeta. Que projeto o Brasil está preparando para 2014?” No próximo dia 8 de junho o presidente da CBF Ricardo Teixeira vai se reunir com os representantes das cidades escolhidas. Que tal chamar alguém da Sinaenco?

O Brasil tem uma grande oportunidade nas mãos. Que os oportunistas não estraguem esse momento. Senão pedras, vindas da sociedade, voarão nessa vidraça.

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abril 16, 2009

Itaú vai patrocinar a Copa do Mundo de 2014

Tags:, , , - fabiokadow às 6:35 pm

O banco Itaú é a primeira empresa nacional a patrocinar uma Copa do Mundo de futebol. Acordo assinado hoje a tarde na CBF oficializou a instituição financeira como patrocinadora oficial da Copa de 2014, uma ação que, de acordo com os executivos do banco, demonstram a confiança da empresa no futebol e também no evento como estímulo ao crescimento do país.

“Realizar a Copa do Mundo no Brasil significa gerar riqueza e empregos e contribuir para o desenvolvimento do Brasil. Para que o evento se realize, serão necessários importantes investimentos em infraestrutura. Participamos dessa parceria porque entendemos que somos parte desse compromisso com o País. Portanto, é uma iniciativa que vai muito além da oportunidade de divulgação da nossa marca”, afirma Fernando Chacon, diretor executivo de Marketing do Itaú, no comunicado oficial que foi distribuído à imprensa.

Vale lembrar que o Itaú também patrocina a seleção brasileira, em todas as suas categorias, num contrato de US$ 15 milhões por ano. Os valores do novo acordo com a Fifa não foram divulgados.

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março 6, 2009

Copa 2014: dica de leitura

Tags:, , - fabiokadow às 2:32 pm

Na revista CartaCapital, edição 535, a repórter Phydia de Athayde fez uma excelente matéria sobre a Copa de 2014, seus bastidores, personagens, investidores (públicos e privados), CBF, custos… clique aqui e confira.

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fevereiro 19, 2009

Adidas cresce na América Latina e quer mais no Brasil

Durante um encontro mundial que está ocorrendo no Brasil com 70 importantes executivos do grupo, Herbert Hainer, o CEO mundial da Adidas fez uma pausa para falar com alguns jornalistas da imprensa local. Por sinal, a escolha do Brasil como sede mundial desse encontro não foi por acaso, já que o país está entre os dez mais importantes mercados da marca, vem registrando um crescimento de dois digitos ultimamente e vai receber atenção especial nos próximos anos.

Herbert Hainer falou muito sobre a atual crise econômica, mas sempre com otimismo: “Não é a primeira, não será a última. O que estamos fazendo é cortar em alguns mercados e investir em outros. Acredito que a América Latina não sofrerá tanto quanto os EUA. Inclusive, os últimos pedidos de compras nos mostram isso.”

Dados da empresa revelam que nos nove primeiros meses do ano de 2008, a Adidas teve vendas liquidas de R$ 24 bilhões no mundo. A América Latina ainda representa menos de 10% desse total, mas é a região que mais cresce atualmente. Na China, graças as ações de marketing esportivo durante os Jogos de Pequim, o aumento foi de 50% em 2008.

Os investimentos no Brasil são prioridade. Até o fim do ano, a Adidas pretende ter cerca de 40 lojas próprias espalhadas em todo território. Para 2014, Hainer promete surpresas. “Assim como já fizemos na Copa da Alemanha de 2006 e na Eurocopa 2008, em 2014 teremos grandes eventos e ações no Brasil.”

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janeiro 30, 2009

Drops: futebol, negócios e Copas

Tags:, , , , , - fabiokadow às 3:40 pm

Sem dobradinhas

Blatter, ainda pela sua visita à América do Sul, declarou também ser contra a idéia de dois países organizarem e receberem a Copa de 2018. Para o dirigente, uma copa duas sedes, custa o dobro. Portugual-Espanha e Bélgica-Holanda, já demonstraram interesse em sediar o evento e, inclsuive, entregaram suas propostas (o prazo de inscrição é o próximo dia 2 de fevereiro e a escolha será em dezembro). De acordo com Blatter, a preferência será por países com candidaturas “únicas”, como Australia, EUA, Rússia e Inglaterra.

Rede de Negócios

Nessa semana o Brasil recebeu a visita do presidente da Fifa, Joseph Blatter, que garantiu a escolha de 12 cidades para sediarem jogos da Copa de 2014. Um ótimo site para aqueles que pretendem investir e fazer negócios é o Brazil 2014 - Who is Who, criado pela Câmara Brasil-Alemanha para gerar contratos com todos os envolvidos no evento. A idéia é reunir notícias e contatos dos responsáveis de empresas, clubes, confederações, agências de marketing espotivo , cidades, etc. e assim criar um rede de negócios. O serviço é pago.

Soccerex Brasilia

Outra grande oportunidade para os empresários e investidores ocorrerá em março, mais especificamente em Brasilia, quando o Brasil receberá pela primeira vez a Soccerex, a maior feira de negócios de futebol do mundo. Representantes internacionais dos mais diversos segmentos estarão reunidos, mostrando seus projetos e também gerando possíveis novos projetos para 2014. 

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janeiro 12, 2009

Brunoro: a Copa é mais importante do que as Olimpíadas para o Brasil

José Carlos Brunoro é referência quando o assunto é gestão e marketing esportivo. Técnico consagrado de vôlei, sua carreira nessa área despontou com a gerência da co-gestão Palmeiras e Parmalat, ainda na década de 90. Desde então, vem realizando diversos projetos importantes nas áreas públicas e privada, onde atualmente é  diretor de esportes do Pão de Açucar e presta consultoria para clientes como a Red Bull e o Instituto Wanderley Luxemburgo. Na área acadêmica, criou um dos mais respeitados cursos ministrado pelo Instituto Trevisan. O blog Jogo de Negócios conversou com Brunoro sobre a política do governo no esporte, Olimpíadas no Rio, Copa de 2014 e a atuação dos empresários no futebol.

Por que você saiu do Conselho Nacional de Esportes?
Eu ainda não saí. Pelo menos não informei nada oficialmente, mas estou para conversar com o mInistro Orlando Silva.

Como avalia o trabalho realizado lá?
Na verdade eu entrei para organizar o projeto da Timemania, foi criado um departamento de marketing e gestão de clubes para isso.  E esse foi o meu comprometimento com o governo. O projeto foi entregue, está feito e depois o governo tocou a parte política. Após esse trabalho eu fiquei no Conselho, mas sem muita atuação.

O governo tem liberado muita verba pública, até sem licitação, para a campanha da Rio-2016. O que você acha dessa candidatura? Já estamos prontos para realizar esse evento?
O Brasil tem organização e de mão de obra para receber qualquer evento esportivo. Temos profissionais gabaritados e condições de fazer. Apenas acredito que estamos ultrapassando algumas situações. A primeira delas é que pensamos em fazer o evento, mas não em dar apoio ao atleta. Nós não temos preparação de atletas. Os trabalhos feitos pelas confederações, com algumas exceções, são muito fracos e não investimos em aparelhos ou treinamento. Não existe um projeto consistente para isso. Então, se tivemos esse empenho, na mesma proporção que temos para querer organizar as Olimpíadas, seria o ideal. Tivemos um alto custo, exagerado, para os Jogos Pan-Americanos, que não é uma competição tão importante e nem precisaria de tanto investimento de estrutura. A idéia, diziam, era que esse custo serviria de base para uma possível Olimpíada, mas com o tempo começam aparecer casos como da natação, onde os equipamentos não servem para competições olimpicas… fica claro que teve falha de planejamento e isso me preocupa. Então eu acho que o Brasil pode e deve partir para uma candidatura, mas quando também tiver um projeto para o atleta.

O mesmo pensamento vale para a Copa de 2014 ou é diferente? Quais as diferenças que você aponta entre um projeto e o outro?
Para o Brasil, é muito mais importante a Copa do Mundo de 2014 do que a Olimpíada. Primeiro porque algumas ações da Copa valem para o país inteiro. Provavelmente teremos 12 sedes, então serão 12 cidades com melhorias nos estádios, infra-estrutura, transportes… e até o futebol, que é um dos maiores empregadores do país, vai ser incentivado. O valor agregado para o Brasil, vai ser muito maior do que uma Olimpíada, onde poderemos ter melhorias em apenas uma cidade, com um monte de equipamentos que no futuro são mal utilizados. Até com relação aos gastos públicos eu acredito que na Copa serão bem menores do que nas Olimpíadas. A única vantagem de termos uma Olimpíada seria se conseguissemos desenvolver o esporte como um todo, com mais praticantes e formação de novos atletas. Mas mesmo assim, faríamos o que com esses atletas? Manda tudo para o Rio de Janeiro?

Atualmente você dirige um projeto de longo prazo na área do futebol para o Pão de Açucar e presta consultoria para a Red Bull. Porém, nessa Copa SP temos a participação de vários “times de empresários”, onde os atletas são objetos de negócios e já tem seus direitos presos a grupos de investidores, longe dos clubes. Qual a sua opinião sobre essa situação atual?
Quando eu vejo crescer esse cenário de gente colocando dinheiro para comprar jogadores, eu fico muito decepecionado com os clubes. Porque esse papel deveria estar totalmente cumprido pelos clubes, que deveriam ter suas categorias de base fortes, com caixa para fazer negócios. Então essas pessoas e empresas ocuparam um espaço que os clubes deixaram, por falta de um profissionalismo mais adequado na gestão. Assim criou-se uma oportunidade de mercado. E estão no mercado profissionais de alto nível, como no caso da Traffic e algumas outras, e também os picaretas, os aproveitadores. As pessoas falam da Traffic, mas eles estão preocupados em montar um time de base, com profissionais, estrutura, centros de treinamentos, enfim, com o conjunto da obra. Isso é bom para o futebol. Agora, aqueles que só vivem de comprar, vender, etc, nesse caso é opotunismo, que, repito, só acontece por causa da omissão dos clubes, que deixaram isso acontecer. Que os clubes possam tirar lições disso tudo.

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