Terra Magazine

novembro 13, 2009

Por respeito a Jordan, LeBron pode mudar o número da camisa

Tags:, , , - fabiokadow às 4:25 pm

A idéia de “aposentar” um número de camisa utilizado por um grande ídolo surgiu nos EUA e ainda é muito utilizada em todas as ligas, como basquete, futebol americano, baseball e hockey. No futebol, são raros os casos e, no Brasil, apenas o Vasco e depois o América fizeram uma homenagem para Romário com a camisa número 11.

Mas, dessa vez, a iniciativa partiu do próprio atleta. O astro LeBron James, um dos melhores jogadores de basquete da atualidade, disse que pretende não mais utilizar o número 23. Não se trata de uma homenagem a algum atleta da história do Cleveland Cavaliers, equipe de LeBron, mas sim, segundo o próprio, de uma forma de respeito a tudo aquilo que Michael Jordan fez pelo esporte.

LeBron fez essa declaração logo após a vitória do time dele sobre o Miami Heats, quando Jordan esteve na platéia. “Apenas acho que devemos reconhecer o que Jordan fez pelo basquete o mais rápido possível. Acredito que ninguém, nunca mais, deveria usar o número 23.” A princípio, LeBron quer o número 6.

Em 2006, Kobe Bryant, outro super astro da atualidade que joga pelo Los Angeles Lakers, mudou do número 8 para o 24. Hoje em dia essa é a camisa mais vendida entre todos da NBA, não só por causa de numerologia, claro, mas por causa da performance dele nas quadras. No caso de LeBron, o segundo no ranking de vendas, essa declaração levantou outra suspeita: uma possível troca de time para a próxima temporada. Isso porque a mudança nos uniformes só poderá ser feita em março, então nos próximos meses a venda de uniformes de LeBron com a 23 do Cavaliers tendem a cair, certo? Não exatamente.

Especialistas acreditam que efeito pode ser justamente o contrário, com uma corrida dos fãs para garantir um item que vai passar a ter um valor histórico. A NBA aguarda e agradece, já que no último ano as vendas de camisas oficiais registraram uma queda de 20% e um fato como esse pode reaquecer o mercado.

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junho 18, 2009

Título faz Lakers bater recorde em vendas de produtos na web

Tags:, , , , - fabiokadow às 3:13 pm

A torcida do Lakers não para de comemorar o título da NBA, o quarto nos últimos dez anos. E o resultado do desempenho do time nas quadras, claro, reflete nas vendas de produtos licenciados. A NBAStore.com, loja oficial da liga na internet, registrou recorde de vendas de produtos relacionados ao título da equipe nas 48 horas seguintes a partida. De acordo com a assessoria de imprensa da liga, os consumidores mais que dobraram o volume de vendas do recorde anterior, registrado no ano passado após o título do Boston Celtics.

Esse aumento se deve, principalmente, as vendas registradas para fora dos EUA, provando a força que a liga tem internacionalmente. A popularidade de Kobe Bryant e a presença do espanhol Paul Gasol também são fatores importantes nessa conquista de novos mercados. Fãs de mais de 35 países, como Malta, Malásia, Coréia, Austria, Suécia, Holanda, fizeram pedidos. Entre os produtos favoritos estão os bonés e as camisetas.

Mais uma vez fica comprovado: títulos fazem bem para os negócios de qualquer clube.

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junho 15, 2009

Depois da China, NBA mira a Inglaterra

Tags:, , , - fabiokadow às 1:29 pm

Após uma das temporadas mais emocionantes e com maior audiência dos últimos anos, a NBA já planeja conquistar novos mercados. Depois da China, onde estima-se que a liga já tenha mais de 300 milhões de fãs e o governo planeja construir 800 mil quadras para popularizar cada vez mais o basquete no país, o próximo alvo da NBA é a Inglaterra, onde pretende pegar carona no movimento olímpico gerado por Londres 2012.

A NBA pesquisou e os resultados mostraram que o basquete é o segundo esporte com maior crescimento entre os menores de 18 anos de idade na Inglaterra. Por isso, vai dar início a uma estratégia de marketing e conquista de novos mercados. Em outubro serão disputadas partidas de exibição entre Chicago Bulls e Utah Jazz na 02 Arena de Londres, clínicas serão realizadas e a construção de novas quadras pela cidade também faz parte dos planos. Outro objetivo é aproveitar a imagem dos jogadores da seleção inglesa de basquete e que disputam a NBA.

O trabalho vai ser árduo, já que a Premier League está disparada atualmente na preferência dos cidadãos e também da mídia. A cobertura da imprensa local sobre as finais entre Orlando Magic e Los Angeles Lakers (onde o Lakers faturou o seu 15º título) foi mínima. Para não dizer nenhuma.

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junho 5, 2009

Patrocínio na camisa chega aos EUA e pode mudar o mercado

Tags:, , , , , - fabiokadow às 12:59 pm

Pode ser só um sinal da crise. Mas também o começo de um novo tempo. Mais do que nunca as ligas norte-americanas, de basquete (NBA e WNBA) e de futebol americano (NFL) no momento, estão começando a aceitar a idéia de estampar patrocínios nos uniformes das equipes, um fato que só ocorria, até então, nas camisas dos times de futebol dos Estados Unidos. Fora isso, apenas os logos dos fornecedores do material esportivo aparecia nos uniformes de todos os outros esportes.

Primeiro foi o time de basquete feminino Phoenix Mercury, da WNBA, que anunciou a empresa LifeLock como patrocinadora da parte da frente dos seus uniformes até 2011, gerando uma receita adicional de US$ 1 milhão por ano. Foi a primeira franquia a se utilizar dessa nova política da liga, que tenta fugir dos efeitos da crise econômica - a equipe do Houston Comets foi extinta nesse período e o número de jogadoras por time caiu de 13 para 11.

“Eu acredito que todos os participantes vão abraçar essa idéia. Estamos também mostrando o valor que cada equipe e o campeonato tem.”, justificou para a imprensa local a presidente da liga, Donna Orender. E parece que o movimento realmente ganhou força nos EUA.

Na NFL, o Green Bay Packers já pediu autorização para a liga e apenas aguarda o ok final para estampar o logo de um patrocinador nos seus uniformes de treino (por enquanto). O Houston Texas também se mostrou interessado em fazer o mesmo.

Diversos profissionais e donos de clubes são a favor dessa mudança de mentalidade e sempre usam os times de futebol como exemplo. O processo vai ser lento, principalmente pela tradição e história, mas parece inevitável. Curiosamente, um assunto antigo no resto do mundo, pode se tornar na nova discussão do mundo dos negócios do esporte nos Estados Unidos: tradição da camisa x os milhões dos patrocinadores.

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junho 4, 2009

Os personagens da final da NBA: Bryant x Howard

Hoje começam as finais da NBA. Los Angeles Lakers e Orlando Magic, um supercampeão e um que nunca conquistou o troféu, vão se enfrentar para saber quem leva o título de uma das mais emocionantes e disputadas temporadas dos últimos tempos.

Os dois maiores jogadores de cada time também vão duelar não só dentro das quadras, como também fora delas. Kobe Bryant quer voltar a ser o número um do mundo. Dwight Howard, assim como seu time, surge como uma zebra que ganhou muita força nos playoffs e pode surpreender. Para o campeão, milhões de dólares em contratos comerciais.

De um lado Kobe Bryant: jogador polêmico, genial, detentor de diversos recordes na NBA (como fazer 81 pontos numa só partida, a segunda maior marca da história do torneio), três títulos conquistados, MVP (melhor jogador) da temporada passada, campeão olímpico, brigou e “expulsou” o pivô Shaquille O’Neal dos Lakers, esteve envolvido em confusões fora das quadras, já foi preso e respondeu até por uma acusação de assédio sexual (da qual foi inocentado posteriormente).

Kobe, ainda no ínicio de sua carreira, assinou um contrato de quase US$ 50 milhões por seis temporadas com a Adidas. Na sequencia vieram diversos outros com a Coca-Cola, McDonald’s, Nutella, Nintendo, entre outros, até o dia da sua prisão, quando algumas, como McDonald’s e Nutella, romperam seus contratos. Mas a Nike, maior rival da Adidas, “aproveitou” o momento e contratou a estrela por US$ 45 milhões por cinco temporadas e o transformou num dos principais astros das campanhas para o público de basquete. Estima-se que, por ano, ele receba cerca de US$ 20 milhões por ano apenas com patrocínios.

Já seu rival nessas finais, o pivô Dwight Howard, apelidado pela sua torcida como Superman, ainda busca por melhores contratos comerciais e está prestes a conseguí-los. Howard faz o tipo bom moço, não ostenta tatuagens, tem uma imagem tranquila, religioso, filantrópico e é querido por diversos públicos. Sua temporada tem sido fantástica e liderar os Magics nessa campanha até a final foi realmente um grande feito. Suas atuações recentes já elevaram consideravelmente as vendas de camisas com seu número e nome.

Patrocinado pela Adidas, ele conseguiu impedir aquela que seria a final dos sonhos da rival Nike, envolvendo Bryant e Lebron James, e agora chama atenção de diversas outras empresas. Muitas delas já o patrocinam, como Coca-Cola, McDonald’s, T-Mobile e Waner Bros., porém, ele dificilmente estrela as campanhas dessas empresas, que dão clara preferência para Bryant e James.

O fato é que o mercado da NBA há tempos que não ficava tão aquecido (a audiência dos playoffs registrou um aumento de 19%) e a expectativa é grande. Dois estilos bem diferentes que vão se enfrentar nas quadras e fora delas. Qual sua aposta?

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maio 21, 2009

Playoffs da NBA batem recordes de audiência

Tags:, , , , , , - fabiokadow às 4:42 pm

Outra da NBA, mas, dessa vez, boas notícias. Os emocionantes jogos dos playoffs, que estão empolgando torcida e mídia, estão rendendo ótimos números de audiência para o canais de televisão  TNT, ESPN e ABC. No primeiro caso, os números aumentaram em mais de 10% com relação a temporada passada.

O primeiro jogo entre Lakers e Nuggets, por exemplo, já entrou para a história da ESPN como a maior audiência da história da TV a cabo para uma partida da NBA, ao atingir a marca de 8 milhões de espectadores - o recorde já havia sido batido na semana passada, na disputa entre Lakers e Houston Rockets, quando foram registrados mais de 7 milhões de telespectadores. Com isso, o jogo se tornou também o de maior audiência da ESPN em 2009 entre todos os esportes.

Mesmo assim, a TNT, reclama que em Cleveland, cidade de um dos finalistas da Conferência Leste, as pessoas estão se dirigindo a bares e recorrendo a internet para não pagar pelas transmissões do canal a cabo.

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maio 20, 2009

Luta livre pode tirar partida final da NBA de Denver

Tags:, , , , - fabiokadow às 4:35 pm

Parece que nem o próprio dono do Denver Nuggets, Stan Kroenke, esperava por uma campanha tão boa do time, que ontem iniciou as finais da Conferência Oeste da NBA contra o Los Angeles Lakers (vitória por 105 a 103 do Lakers numa partida emocionante) e deverá fazer, no mínimo, dois jogos da disputa de melhor de sete na sua cidade (o terceiro e o quarto com certeza).

O problema é que os administradores do Pepsi Center, onde a equipe costuma mandar seus jogos, já alugaram a arena, em agosto de 2008, para um torneio de luta livre (organizado pela WWE, a World Wrestling Entertainment, e que tem uma audiência considerável nos EUA) para o mesmo dia da quarta partida, marcada para o próximo dia 25, segunda-feira.

O maior alvo das críticas é o empresário e milionário Stan Kroenke, proprietário do time e do Pepsi Center. Os dirigente da WWE, Vince McMahon, já avisou que não pretende ceder e mudar o evento de local. “Parece que, mesmo com a forte equipe que ele montou, Kroenke não acreditou que seu próprio time pudesse ir tão longe.” A NBA também deixou explícito não vai mudar a data do jogo e pede para que Nuggets, Pepsi Center e WWE entrem num acordo.

Kroenke e sua equipe estão numa difícil situação, já que não podem brigar com um bom cliente (WWE), que gera uma receita considerável com os aluguéis, e com a população da cidade de Denver, que dificilmente perdoaria o empresário caso a final seja disputada em outro local. Fora a multa que a WWE exigirá numa possível mudança de data. O prejuízo será grande em qualquer dos casos.

Nem mesmo a NBA escapa de falhas terríveis como essa.

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maio 6, 2009

Lakers e Kobe Bryant, os favoritos dos fãs da NBA

Tags:, , , , , - fabiokadow às 10:30 am

Os playoffs da NBA estão a todo vapor e em pouco mais de um mês conheceremos o campeão da temporada, com o Cleveland Cavaliers, time do brasileiro Anderson Varejão, sendo considerado favorito até então. Mas quando o assunto é vendas de produtos licenciados e merchandising, não tem jeito, os Lakers, de Los Angeles, não tem concorrentes – foi o líder em seis, dos últimos sete anos nesse ranking.  A NBA divulgou a lista dos times que mais venderam produtos em sua loja on-line oficial e outra em New York, vejam abaixo a tabela:

OS DEZ TIMES MAIS POPULARES DA NBA (em vendas de produtos):
1. Los Angeles Lakers
2. Boston Celtics
3. New York Knicks
4. Cleveland Cavaliers
5. Chicago Bulls
6. New Orleans Hornets
7. Phoenix Suns
8. Miami Heat
9. Detroit Pistons
10. San Antonio Spurs

Esse foi o terceiro ano da Adidas como fornecedora official e os resultados de 2009 são 7% maiores do que do ano passado, apesar da crise econômica. Entre os jogadores, mais uma representante do Lakers, com a vitória de Kobe Bryant, que recuperou a posição após perdê-la para Kevin Garnett, do Boston Celtics.

AS 10 CAMISAS MAIS VENDIDAS
1. Kobe Bryant (Lakers)
2. LeBron James (Cavaliers)
3. Chris Paul (Hornets)
4. Kevin Garnett (Celtics)
5. Allen Iverson (Pistons)
6. Dwyane Wade (Heat)
7. Paul Pierce (Celtics)
8. Nate Robinson (Knicks)
9. Pau Gasol (Lakers)
10. Dwight Howard (Magic)

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