Drops: Liverpool, futebol escocês, Londres 2012, Rio 2016 e Rússia 2018
Príncipe Saudita de olho no Liverpool
Está muito próxima de acontecer a negociação entre os empresários norte-americanos e atuais donos do Liverpool, Tom Hicks e George Gillet, e o príncipe saudita Faisal al-Saud. Gillet está em Riad para acertar os detalhes do acordo, que pode envolver apenas parte ou o até mesmo o total das ações que os empresários detém (50% do clube). Há tempos que Hicks e Gillet buscam algum comprador interessado, chegaram até a contratar grandes empresas de investimento dos EUA para ajudar no negócio.
Novos campos, novos mercados
Celtic e Rangers continuam firmes com a intenção de disputar outros campeonatos e sair de vez do fraco campeonato escocês. Os eternos rivais concordam que precisam buscar novos mercados para crescerem e gostariam de disputar a Premier League inglesa, porém, novas opções estão surgindo, como os campeonatos belga e holandês. O presidente da Federação Holandesa de Futebol e membro do Comitê Executivo da Uefa, Michael van Praag, declarou que é a favor dessa mudança e vai fazer um forte lobby para que a Uefa aceite a proposta. “Podemos começar a discutir esse assunto, essa é a hora.”
Londres 2012 desiste de construir arena milionária
Os organizadores das Olimpíadas de Londres 2012 estão voltando ao planeta Terra. Revendo os gastos feitos até agora e também ainda com medo da crise econômica, o comitê (que anda em crise profunda e totalmente rachado) desistiu de construir uma nova arena em Greenwich, avaliada em 42 milhões de libras e onde seriam as disputas de ginástica artística e badminton, que agora ocorreão em Wembley.
Candidatura de Madrid custou cerca de 40 milhões de euros
Ficou cara a conta para os bolsos de Madrid. A candidatura para as Olimpíadas de 2016 custou cerca de 40 milhões de euros, segundo o prefeito da cidade Alberto Ruiz Gallardon. Os trabalhos começaram em 2006 e, desse montante, 17 milhões vieram dos cofres públicos, com a iniciativa privada bancando o resto. Por aqui, sabemos que a campanha vencedora Rio 2016 chegou na casa dos R$ 200 milhões, porém, nada foi divulgado sobre quem pagou o que até agora.
Vitória do Rio empolga os russos
A inesperada escolha do COI está causando um movimento diferente no mundo dos esportes. Países que antes se sentiam excluídos agora acreditam que também podem entrar no mapara dos grandes eventos. Essa é a esperança da Rússia, que pretende sediar a Copa do Mundo de 2018 ou 2022. Segundo o Ministro dos Esportes russo, Vitaly Mutko “essa é uma oportunidade única para a Fifa conquistar os mercados europeu e asiático, dois continentes de uma só vez. Eles precisam dar chances para diferentes países realizarem esses eventos, assim como o COI fez com o Rio e a Fifa com a África do Sul.”