Terra Magazine

setembro 30, 2009

NBA busca o mercado europeu e faz planos de conquistas

Tags:, , , , , - fabiokadow às 2:41 pm

Uma das marcas esportivas mais fortes do mundo do esporte, a NBA tem planos consistentes de conquistar novos mercados fora dos EUA. Há alguns anos que os dirigentes organizam eventos, clínicas e partidas ao redor do mundo, com destaque para Ásia e Europa. E é justamente no Velho Continente que a liga tem focado suas ações mais recentes.

O novo contrato com a ESPN de transmissão das partidas para o Reindo Unido (que vai passar quase 100 jogos da próxima temporada) e o fato de todos os ingressos para a partida de exibição entre Utah Jazz e Chicago Bulls, que será realizada na semana que vem na O2 Arena, se esgotarem em pouco tempo, deixaram os dirigentes da NBA animados.

O executivo David Stern anunciou que pretende, num prazo de seis a oito anos, que a Europa conheça e reconheça o maior número possível de times e atletas da NBA. “Não pode ser um time só, tem que ser vários.”, declarou o dirigente. Paris, Londres, Madri e Milão, onde a NBA já tem escritórios comerciais, são as favoritas a receber essas equipes. A possível compra do New Jersey Nets por um empresário russo também pode ajudar a abrir portas no leste europeu.

E o Reino Unido, em especial, é onde está o maior potencial de crescimento. Stern acredita que esse novo contrato de TV, a crescente cobertura da mídia local e a aproximação das Olimpiadas de 2012, que será disputada em Londres, tem despertado a atenção do público britânico. “Eles estão cada vez mais interessados nas equipes, no torneio e nos atletas, que já podem ser chamados de personalidades.”, disse Stern.

A última temporada da NBA foi transmitida para 210 países e territórios. A presença de 77 atletas internacionais, de 33 países, foi determinante nessa divulgação da marca pelo mundo todo. Para se ter uma idéia do tamanho do mercado, os produtos licenciados da NBA já estão presentes em mais de 100 países.

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setembro 29, 2009

Dispara a venda de camarotes corporativos para a Copa de 2010

Tags:, , , - fabiokadow às 3:38 pm

Grandes eventos esportivos costumam chamar a atenção de importantes empresas, dos mais variados setores, que desejam realizar ações de marketing de relacionamento com seus fornecedores e clientes. Por esse motivo, os camarotes corporativos para os jogos da próxima Copa do Mundo estão com as vendas à todo vapor, mesmo com preços que podem chegar a US$ 1,5 milhão.

Se compararmos com o mesmo período da Copa da Alemanha, as vendas dessa edição estão ainda maiores, com destaque para a empresas sul-africanas, que representam 90% do volume até agora. Mas esse movimento deve mudar com a classificação das seleções dos outros países. Por esse motivo que empresas do Brasil e da Inglaterra estão entre as mais interessadas.

O pacote mais caro dá direito a camarotes com até 32 lugares, serviços especiais, entretenimento antes e após as partidas e ingressos para 36 jogos que serão disputados nos cinco maiores estádios da África do Sul, por isso foi batizado de “Big Five”. Ainda estão disponíveis 850 pacotes desse nível.

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setembro 28, 2009

A Uefa investiga e preserva a Champions League

Tags:, , , - fabiokadow às 5:58 pm

Enquanto no Brasil ninguém ainda foi punido pelo escândalo que ocorreu durante o Campeonato Brasileiro de 2005 e ficou conhecido como a Máfia do Apito  - o árbitro Edilson Pereira de Carvalho foi inclusive absolvido das acusações até agora -, na Europa uma equipe de 16 pessoas investiga possíveis fraudes que ocorreram durante partidas eliminatórias da famosa e rica Champions League e também da Europa League, a antiga Copa da Uefa. Os resultados desses jogos teriam sido manipulados pelos clubes e casas de apostas.

A maioria dos jogos sob suspeita envolvem times do Leste Europeu, que, geralmente, não passam da segunda ou primeira fase de classificação do torneio, quando apenas times de menor expressão (e que precisam de dinheiro) estão em campo. Num primeiro momento, 40 partidas, das quatro últimas temporadas estavam na mira. Porém, oito novos confrontos acabam de entrar na investigação. “O problema está cada dia maior”, disse Peter Limacher, executivo da Uefa.

As fraudes foram identificadas por um “Sistema de Detecção de Fraude em Apostas”, criado pela própria Uefa e administrado por advogados, policiais detetetives e por uma rede de informantes que trabalham por toda a Europa. A promessa de dinheiro fácil, feita pelos apostadores, é o que mais empolga os endividados times da Hungria, Rússia, etc. Com isso, diversos resultados teriam sido acordados.

O aumento das apostas on-line fez com que a Uefa passasse a investir milhões de euros na investigação e acompanhamento de jogos de todas as categorias, que podem chegar até a 29 mil por temporada. Por isso, a entidade está numa campanha para que as empresas do ramo também ajudem com esses custos. Medidas que, se não resolvem num curto prazo, mostram que a Uefa está disposta a enfrentar mesmo o problema, como esperam seus patrocinadores, a mídia e o público.

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setembro 25, 2009

Escândalo faz Renault perder patrocinadores e muito dinheiro

Tags:, , , , , - fabiokadow às 3:56 pm

O vexame histórico produzido pela equipe Renault na Fórmula 1 começa também a afetar os negócios da escuderia. Dois dos principais patrocinadores anunciaram que vão romper o contrato imediatamente por causa do fato ocorrido.

O grupo holandês ING já havia avisado que não renovaria o patrocinio que termina no final do ano, mas, depois do escândalo, resolveu que quer o rompimento do contrato agora mesmo, faltando ainda quatro grandes-prêmios para o fim da temporada. “A ING está profundamente desapontada com o que aconteceu”, declarou em nota oficial. Uma perda considerável para a Renault, já que o dinheiro da ING, cerca de US$ 65 milhões, corresponde a mais da metade das receitas de patrocínio da equipe.

Outra empresa que tomou a mesma decisão, pelas mesmas razões, foi a espanhola Mutua Madrilena, que também tem um contrato de patrocínio pessoal com o piloto Fernando Alonso - esse será mantido. “Acreditamos que a conduta dos chefes da equipe nesse episódio foi muito grave e não comprometida com a integridade do esporte, pilotos, público e equipe do circuito. E isso afeta a imagem e a reputação dos seus patrocinadores também.” disse o comunicado oficial da empresa, que já pediu para a Renault retirar a logomarca dos carros.

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setembro 23, 2009

Milionário russo pode comprar time da NBA

Tags:, , , - fabiokadow às 5:55 pm

Depois do futebol inglês, chegou a vez do basquete norte-americano ser “invadido” pelos russos. O empresário Mikhail Prokhorov fez uma proposta para construir uma nova arena e, com isso, adquirir a maior parte das ações do New Jersey Nets. Há tempos que o clube aguarda um investidor para concretizar o sonho de ter um estádio no Brooklyn, estimado em US$ 700 milhões. Segundo o ranking da Forbes, a fortuna de Prokhorov é de US$ 9,5 bilhões.

No site do empresário, ele confirmou o interesse e declarou que a oportunidade desse lucrativo negócio só surgiu por causa da crise financeira que abalou os EUA - nunca antes um estrangeiro comprou um time da NBA. Até o momento, nem a NBA, nem os dirigentes do Nets se pronunciaram oficialmente, mas é certo que o clube está ansioso para bater o martelo.

O regulamento da liga não proíbe que estrangeiros sejam donos de equipes, mas exige que a “ficha” do interessado seja checada e que 75% dos dirigentes dos 30 clubes também aprovem o negócio. Os Nets, também segundo a Forbes, está apenas na 26° posição no “ranking das equipes mais valiosas” da NBA, com um valor estimado de US$ 295 milhões.

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setembro 22, 2009

Para ex-dirigentes, Renault só não foi expulsa por causa da crise financeira

fabiokadow às 5:55 pm

Yes, money talks!

No mundo do esporte o dinheiro fala mais alto em diversas modalidades, porém é na Fórmula 1 onde isso fica ainda mais evidente. A crise financeira fez com que a categoria vivesse um período de terror e incertezas durante o fim do ano passado e o começo dessa temporada. Brigas entre as escuderias e a organização também esquentaram o clima. Mesmo assim, algumas notícias durante o ano foram positivas, como a confirmação da Brawn e depois a chegada de novas escuderias para 2010.

Parecia calmo, até o episódio Renault-Briatore-Piquet. Uma armação grave, muito grave, que colocou, mais uma vez, a categoria em xeque, o que é péssimo para a imagem do esporte perante ao público e seus patrocinadores.

Os organizadores, depois da repercussão que o fato teve em toda a mídia global, resolveu punir o dirigente Flavio Briatore com a exclusão dele da Fórmula 1, perdoou Nelsinho Piquet por ele ter colaborado com a investigação (acreditem!), nem tocou no assunto Fernando Alonso, apesar do mesmo ter se beneficiado, e deu apenas uma advertência na equipe Renault - mesmo com o regulamento falando em expulsão.

Decisões necessárias, porém, para muitos, superficiais. Como para o ex-dirigente da FIA Nazir Hossein, que afirmou para a Bloomberg que a Fórmula 1 não pode perder a Renault nesse momento, por pura dependência econômica. A expulsão da Renault afetaria também, por exemplo, as equipes que utilizam os motores desse fabricante, como a Red Bull. Ele lembra ainda que a McLaren, acusada de espionar a Ferrari em 2007, foi multada em US$ 100 milhões na ocasião.

Outros ex-dirigentes de escuderias, como Eddie Jordan (Jordan) e Paul Stoddart (Minardi), também concordam que a punição da Renault “para a pior trapaça da história da F1″ foi mínima. Stoddart ressalta que a armação colocou a vida do público, equipe do circuito, outros competidores e de Piquet em risco.

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setembro 21, 2009

Palmeiras, Samsung e Adidas: casamento perfeito no marketing

Tags:, , , , - fabiokadow às 4:24 pm

Nos últimos anos o Palmeiras ficou conhecido pelas suas ferrenhas disputas políticas, onde oposição e situação não se misturam e chegam, até, a criar boatos para prejudicar a administração do próprio clube. Esse caldeirão, aliado a falta de profissionalismo que existia no departamento de marketing, por muitas vezes atrapalhou o relacionamento do clube com seus patrocinadores e fornecedores (com algumas exceções, como, por exemplo, em alguns anos da Parmalat).

Porém, 2009 tem sido um ano diferente. O que se vê atualmente é um casamento perfeito entre Palmeiras, Samsung e Adidas quando o assunto é estratégias e ações de marketing e vendas. O pomposo lançamento da camisa azul, sucesso de vendas, é o maior exemplo disso. Foram realizadas promoções, vídeos, ações na web, etc. Para saber mais sobre essa parcerias, o blog entrevistou David Grinberg, que durante anos foi o responsável pela comunicação da Nike no Brasil e desde o mês passado está na Samsung, onde chegou para incrementar o departamento de marketing esportivo da empresa.

O que muda com a sua chegada e quais os planos para 2009 e 2010?
Este ano vamos dar sequencia a um trabalho que já vinha sendo realizado, manter a estratégia. A Samsung é pioneira, criou um departamento de marketing esportivo em 2005 e desde então vem se reforçando, investindo. De cara, poderei ajudar com a experiência e o olhar de quem já trabalhou numa grande marca do mercado esportivo. Para 2010 queremos reforçar ainda mais a parceria com o Palmeiras e criar ações inovadoras e diferenciadas para o torcedor.

Mas já é visível uma presença maior da Samsung na internet, nas redes sociais, com ações específicas para o meio, que é uma característica forte da Nike.
Quando cheguei percebi que tinhamos muito material produzido. Faltava somente essa ativação e não tem canal melhor para isso do que o on-line. É uma tendência entre os fãs de esporte, que se sentem mais próximos da marca, que passa a ser reconhecida, e do time. Então aumentamos ainda mais a coleta desse conteúdo, que é muito bom, e passamos a divulgá-lo em nosso site, no youtube, twitter, etc. Vamos usar muito isso mesmo, para tudo. Mas não pretendemos ser uma agência de notícias, o que queremos é trazer um olhar diferenciado, imagens de bastidores, promoções, fatos inéditos.

Para o lançamento da camisa azul (e também em outras ações realizadas ao longo do ano, dentro e fora de campo), o que se percebe é uma sintonia muito grande entre a empresa e a Adidas, que é a fornecedora de material esportivo do clube. Como é esse relacionamento?
É muito bom mesmo, até raro de ver nesse meio. Tanto com a Adidas, como com o Palmeiras. Todas as grandes ações são desenhadas a seis mãos, como no caso do uniforme azul. Planejamos, conversamos, cada um fez a sua parte e a sinergia foi total entre as empresas e o clube. Claro que cada um tem os seus objetivos a serem alcançados no mercado e, no meio, tem o Palmeiras, também com suas prioridades. Por sinal, falaram que a cor da camisa foi para satisfazer a Samsung, mas o projeto de uma camisa azul no Palmeiras já existe desde o ano passado, antes da nossa chegada no clube.

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setembro 18, 2009

Depois de 60 anos, chega ao fim a guerra entre Puma e Adidas

Tags:, , , , , - fabiokadow às 4:28 pm

A maioria já conhece, mas não custa relembrar. Em 1924 os irmãos Adi e Rudi Dassler montaram a sapataria Gebrüder Dassler, que, quatro ano depois, já estava presente nos pés de diversos atletas que disputaram as Olimpiadas de 1928, em Amsterdam, na Holanda. Em 1936, nas Olimpiadas de Berlim, o norte-americano Jesse Owens ganhou quatro medalhas de ouro (e desafiou Hitler) devidamente calçado com produtos Gebrüder.

Como sociedade é algo que não costuma funcionar nem entre irmãos, em 1947, por causa de brigas que ocorreram durante a Segunda Guerra Mundial, houve a separação que deu origem a duas grandes marcas do mercado esportivo: Adidas e Puma.

Sessenta anos depois da cisão finalmente a guerra (que é muito forte até hoje no norte da Alemanha, onde um rival não usa a marca do outro) terá uma trégua justamente no dia 21 de setembro, o Dia Internacional da Paz criado peola ONU. O esporte, que é conhecido por ter proporcionado fatos incríveis na união entre inimigos políticos e religiosos, agora também vai selar a paz no mundo dos negócios.

Os atuais presidentes das empresas chegaram a um acordo histórico que vai envolver diversas ações promocionais. Para começar, nada melhor do que um jogo de futebol entre os funcionários das empresas, evento que foi batizado de Peace One Day. “Nós realmente acreditamos que o esporte pode juntar as pessoas. Isso foi demonstrado inúmeras vezes no passado e estamos comprometidos com os valores positivos que o esporte tem: paixão, performance, trabalho em equipe e jogo limpo.”, declarou Herbert Hainer, presidente da Adidas, no site da empresa.

A ação será divulgada e promovida também durante a rodada desse fim de semana do Campeonato Alemão, em alguns jogos que envolvem times de um dos dois fabricantes.

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setembro 17, 2009

Futebol e moda: dois grandes mercados

Tags:, , , , , , - fabiokadow às 6:00 pm

Ontem, em Moema, bairro da Zona Sul de São Paulo, a grife LosDos lançou a sua nova coleção de verão. (Calma, você continua no blog Jogo de Negócios). O tema dessa nova coleção é o futebol, com camisetas, pólos, bermudas, sungas e até chinelos inspirados na história de algumas das seleçoes, clubes e atletas mais importantes do mundo, como Inglaterra e Itália. Para o empresário Tico Sahyoun, dono da marca e sócio da grife feminina Bob Store, “é uma coleção em homenagem a um esporte brasileiro, pois geralmente as grandes marcas usam o golfe ou o pólo.”

A loja de Moema, por sinal, pretende se tornar um ponto de encontro para amantes do futebol e, para isso, estará aberta até em dias de jogos importantes, com a televisão ligada. Outra novidade é o catálogo da LosDos, com matérias sobre o tema, entrevistas com personalidades e até um guia sobre a África do Sul, palco da próxima Copa do Mundo.

Mas por quê essa união entre o mundo fashion e o mais popular esporte brasileiro ainda á tão pouco explorada no Brasil? Com algumas raras exceções (como o uniforme da Portuguesa desenhado pela Cavalera), os estilistas pouco se inspiram no futebol, apesar de ser o esporte favorito da maioria dos seus clientes, mesmo os de classes sociais mais altas. Por outro lado, os clubes, até pouco tempo atrás, também não ofereciam produtos diferenciados para seus torcedores, focando apenas no uniforme de jogo, que, como sabemos, não é o traje mais ideal para o dia-a-dia.

Justamente por causa da sua popularidade, o futebol ainda carrega a pecha de ser um esporte tosco, sem cultura, feio, etc. Talvez, por esse motivo que também não tenhamos, por exemplo, grandes livros e filmes (novamente cabem exceções, claro) sobre o esporte. Fica a impressão que produtos de bom gosto não podem existir nesse mundo.

Nike, Adidas, Umbro e outros podem comprovar que o mercado é enorme e o gasto do torcedor com produtos oficiais diferenciados não é pequeno (a começar pela própria camisa oficial do clube, sempre acima dos R$ 150). O modelo atual do uniforme da seleção inglesa, de alfaitaria, é prova disso. A seleção italiana também sempre capricha no seu visual. O Real Madrid tem parceria com a Hugo Boss. Enfim, não faltam exemplos de que o futebol e a moda podem (e devem) caminhar juntos. Para o bem e o lucro de ambos.

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setembro 16, 2009

US Open: a audiência da final, o caso Serena Williams e a volta de Kim Clijsters

Tags:, , , , - fabiokadow às 3:04 pm

A inesperada e histórica vitória do novato argentino Juan Martin Del Potro sobre o pentacampeão Roger Federer na final do US Open, disputada na última segunda-feira, rendeu um aumento de 41% na audiência para a rede de televisão CBS se comparado com a final do ano passado, entre Federer e Murray. Após o jogo, onde os dois atletas patrocinados pela Nike ficaram horas divulgando a marca nos uniformes, foi anunciado que esta edição bateu o recorde de vendas de ingressos.

No feminino, quem chamou a atenção foi a norte-americana Serena Williams, mas não por causa do título, que ficou com Kim Clijsters. Durante a semifinal com a belga, Serena discutiu com um árbitro de linha de forma ríspida e um tanto mal-educada no momento decisivo da partida, o que gerou um grande desconforto entre todos do mundo do tênis.

Porém, para os patrocinadores (Nike, Gatorade, Wilson e HP, que geram mais de U$ 12 milhões por ano em receitas para a atleta), o fato não teve tanta relevância a ponto de estremecer algum contrato vigente. Ao contrário, já que Nike e Gatorade chegaram até a publicar uma nota de apoio a Serena.

Mas se Serena se despediu do campeonato de forma melancólica, Kim Clijsters triunfou de forma brilhante no seu retorno. A tenista, que havia se afastado do circuito por dois anos para casar e ser mãe, participou do US Open como convidada, faturou o título (a primeira mãe em 30 anos) e agora volta a receber a atenção dos patrocinadores. Segundo seu agente, mais de 20 empresas já o consultaram para novos contratos, que buscam na atleta a imagem da mulher que conseguiu conciliar, de forma vitoriosa, a família e a carreira.

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