Terra Magazine

julho 31, 2009

Confira as tendências do mercado esportivo nos Estados Unidos

A Sporting Goods Manufacturers Association, uma associação norte-americana que reúne mais de mil participantes entre fabricantes e comerciantes da indústria do esporte, divulgou a mais recente edição de um estudo anual que mostra, de acordo com as vendas e pedidos dos produtos, quais as tendências nesse setor, quais modalidades cresceram e quais estão em declínio entre os participantes.

Foram analisadas 118 modalidades (de basquete até a pesca ou caça), divididas em nove diferentes categorias. Já os esportistas entrevistados foram divididos em três categorias: causais, regulares e frequentes. Um mercado que, apenas nos EUA, movimenta cerca de US$ 60 bilhões, por isso esse estudo tem relevância - saber as tendências dele é fundamental para realizar bons negócios.

Vejam abaixo alguns resultados interessantes e curiosos publicados nos EUA pela CNBC.

1 - um dos esportes coletivos que mais cresce nos EUA, com um aumento de mais de 20% nos números de participantes é o Ultimate Frisbee (uma variação do futebol americano)

2 - a caça e o tiro ao alvo com pistola de mão cresceram 10,7% e 13,9%, respectivamente, em 2008

3 - 17 milhões de pessoas jogaram tênis de mesa, o famoso ping-pong, no ano passado, um aumento de 15% com relação a 2007

4 - A modalidade que teve a maior queda de participantes foi o hockey sobre patins, com 15,4%

5 - em 2008, 15% dos cheerleaders (sim, existem campeonatos de líderes de torcida nos EUA) e 29% dos ginastas eram do sexo masculino

6 - as mulheres representaram 18% dos praticantes de paintball

7 - o arco e flecha também ganhou novos adeptos, um aumento de 7,7%

8 - o skate continua em queda, com 7,4% em 2008 e um acumulado de 20,8% nos últimos anos

9 - o interesse pelo UFC, os torneios de vale-tudo, estão em alta, porém o número de praticantes de lutas marciais caiu 1,4%. O boxe também vai mal, com queda de 42,3% comparado com o ano 2000

10 - mesmo sendo a modalidade que mais cresceu nos últimos anos, com 117% desde o ano 2000, o número de praticantes do lacrosse ainda não chega a 2 milhões

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julho 30, 2009

Recessão faz ligas americanas liberarem a publicidade nos uniformes dos times

Tags:, , , , , , - fabiokadow às 2:31 pm

A crise parece que está chegando ao fim. Porém o esporte foi um dos setores que mais sofreu com ela nos EUA. Muitas medidas, algumas até exageradas, foram tomadas para ajudar no orçamento dos clubes, como a liberação da publicidade de bebidas destiladas nos locais das partidas da NBA e o patrocínio nas camisas de jogo da WNBA. E é justamente essa ação que parece que ganha cada vez mais espaço na ligas norte-americanas.

Depois da NFL, chegou a vez da NBA e a NHL autorizarem o patrocínio nos uniformes de treino das equipes. Parece pouco, mas é mais um passo rumo à liberação também nos uniformes de jogo. Isso, sem dúvida, abriria um novo mercado para anunciantes e agências. Estamos falando de muito dinheiro. Mas, depois de anos e anos com uniformes limpos, será que os torcedores aceitariam essa mudança tão radical?

Para Adam Silver, executivo da NBA, sim. “Trabalhamos com mercados do mundo todo e diversos países estão acostumados com esse tipo de ação. Então acredito que nossos fãs vão aceitar.” declarou ao USA Today. Já para John Collins, a liberação pode chegar sim aos uniformes de jogo, desde que as empresas paguem o “preço certo” por isso.

Alguns times da NFL tiveram um bom lucro com os patrocínios nos uniformes de treino na última temporada, como o New York Jets, que fechou um acordo de US$ 2 milhões com a empresa Atlantic Health. Estão proibidos produtos como bebidas alcoólicas, cigarros e cassinos.

Entre os dirigentes da NBA existe a preocupação e o cuidado para que esse novo negócio não “roube” a verba dos já existentes, como o naming rights e outros patrocínios. Joe Maloof, um dos donos da franquia Sacramento Kings, já declarou o seu apoio. “Estamos vivendo um novo tempo, onde qualquer oportunidade de negócio deve ser considerada. Se tivermos um bom parceiro, por que não?”

E para você, quais os limites do marketing no esporte? Pela tradição e história, patrocínios nos uniformes desses times seria um tiro no pé?

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julho 29, 2009

Citi Field: uma arena moderna e rentável

Tags:, , , , , - fabiokadow às 4:21 pm


Em abril desse ano, ainda vivendo os efeitos da crise financeira, o New York Mets inaugurou o Citi Field, uma moderna e cara (custou US$ 850 milhões) arena. A pressão e a crítica da opinião pública aumentaram ainda mais quando o Citibank, uma das instituições mais afetadas e que recebeu uma boa ajuda do governo no ano passado, manteve seu contrato de naming rights, estimado em US$ 20 milhões por ano, por 20 anos, para batizar o espaço.

Porém, poucos meses depois da sua inauguração o Citi Field virou referência entre os estádios de baseball nos EUA e no mundo. O lugar é muito mais do que um simples estádio, reunindo diversas opções de serviços e lazer para o público e toda população, com o que há de melhor e mais moderno. Com isso, mesmo em dias que não há jogos (81 por temporada), a arena gera receitas importantes. São diversos pedidos para realizações de shows, casamentos, festas e eventos corporativos.

O estádio antigo, o lendário Shea Stadium, era maior, com capacidade para 57 mil pessoas e o Mets tinha uma média de 51.165 fãs por jogo. Agora esse número caiu para 38.440 por jogo, porém a arrecadação aumentou. Os lugares mais caros custam US$ 495 por jogo, com direito a bebida não-alcoolica e comida, já os mais baratos não passam de US$ 11 por partida.

Para Dave Howard, vice-presidente de operações do Mets, o principal diferencial dessa arena é que ela foi projetada pensando em todos os 42 mil lugares, todos tinham que ser ótimos, com visão perfeita da partida. No estacionamento, há vagas para 8500 automóveis.

Destaque para as 54 luxuosas suítes VIPs e seis restaurantes. Alugar uma dessas suítes pode custar de US$ 250 mil a US$ 500 mil e os contratos variam de três a dez anos. Os proprietários desses espaços têm direito a 22 ingressos por jogo, quatro vagas de estacionamento e acesso ao melhor restaurante.

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julho 28, 2009

O e-commerce para clubes de futebol e o caso Santos

Tags:, , , , - fabiokadow às 3:16 pm

Ainda pouco (ou mal) explorada pela maioria dos clubes brasileiros de futebol, a internet começa a ganhar a devida atenção de alguns deles. O Santos, por exemplo, registrou no primeiro semestre de 2009 um aumento de 140% nas vendas de produtos licenciados na sua loja virtual Sempre Santos com relação ao mesmo período do ano passado. Em média, são vendidos 80 itens por dia, 2,4 mil mês.

Para falar sobre a estratégia do Santos na internet e também sobre as oportunidades que o meio pode oferecer aos clubes de futebol, o blog entrevistou Alex Fernandes, supervisor de marketing do time.

Esse aumento ocorreu porque até o ano passado o número era muito baixo ou houve uma mudança de estratégia?
Pensando numa maneira bem primária, nos famosos 4 P’s (preço, produto, promoção e praça, modelo de administração de marketing proposto por Jerome McCarthy), o produto nós já temos, e é de qualidade; nós temos uma promoção forte, afinal o futebol está o tempo todo na mídia e é único, sobre preço, acredito que a maioria dos produtos ligaos ao futebol tem preços acessíveis aos públicos que queremos atingir na web, que é a classe média; mas sempre acabamos pecando no último item, principalmente na distribuição. Imagine que você só consegue reunir todos os produtos, mais de 200 itens, na loja temática do clube, e não podemos ter lojas desse porte em todos os lugares. Sendo assim, qual o melhor meio para levarmos nossos produtos para todo o Brasil? Internet.

Mas que tem características próprias…
Isso. Só ali você consegue levar todos os produtos do seu clube para todos os lugares do Brasil. Então pensamos em criar um canal eficiente, interativo e com um mix de produtos. Precisávamos divulgar isso e nós fomos a primeira loja virtual de um clube de futebol brasileiro a ter uma estratégia de Twitter, por exemplo (@_sempre_santos), divulgando promoções, novidades, etc. Já fizemos anúncio na TV Globo sobre a loja, utilizando de um espaço na mídia que os clubes têm.

E como aproveitar os acontecimentos mundo real (vitórias, títulos, contratações, uniformes, etc) para essa loja virtual?
O lançamento da terceira camisa esse ano, no topo do prédio e com show de uma banda cover dos Beatltes, teve uma estratégia bem planejada para a web e ganhou uma cobertura incrível de todas as mídias. E no exato momento em que começou o desfile, o torcedor já podia encontrar o produto na nossa loja virtual. Claro que não podemos deixar de considerar que no primeiro semestre o Santos foi muito bem em campo, chegando a final do Campeonato Paulista.

É fato que se o time não corresponder em campo não existe plano de marketing que consiga alavancar as vendas, não tem como separar.
Se vai bem o ambiente é totalmente favorável, o torcedor fica mais emotivo, com certeza. Acredito que na web ainda estamos no meio de um caminho que pode ser longo e rentável. Até agora o resultado tem me agradado bastante, mas tem muito que fazer. De cara, temos que melhor o ritmo do lançamento dos produtos, trabalhar mais as linhas infantil e feminina, que é um mercado onde temos que investir muito. Uma criança, num período de dois anos, por exemplo, consome muitos produtos.

Além do twitter, existe algum trabalho nas outras redes sociais, como Orkut, Facebook e blogs?
Faz parte do nosso planejamento sermos ainda mais agressivos na web, não só para a área comercial, como também para a nossa comunicação institucional, que são duas áreas distintas, dois discursos diferentes e ambos muito importantes. Ainda nem começamos… o importante  é percebermos que não são só os clubes que estão acordando para esses novos negócios, mas também as empresas, que estão profissionalizando os contratos e as ações que realizam no futebol. A responsabilidade desse crescimento não é só dos clubes.

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julho 27, 2009

Game Fifa patrocina time da terceira divisão inglesa

Tags:, , , , - fabiokadow às 5:27 pm

No ano passado, em dezembro, você leu aqui no blog que a Lazio estampou por apenas uma partida o patrocínio do game Pro Evolution Soccer, também conhecido como Winning Eleven. A camisa virou objeto de colecionador, devido aos inúmeros fãs que o jogo tem no mundo todo e pelo ineditismo da ação - antes, apenas os consoles e fabricantes (Sega, Nintendo, XBox) estavam presentes nos uniformes de futebol.

Agora o maior rival do W11 também vai patrocinar uma equipe. Porém a escolha da equipe causou, no mínimo, estranheza: o modesto Swindon Town, atualmente disputando a League One, a terceira divisão do futebol inglês. Para se ter uma idéia da fragilidade do Swindon, o time esteve na primeira divisão apenas na temporada 92/93.

Alguns podem alegar que é possível jogar com os clubes da League One nessa versão Fifa 10 do game, mas isso é suficiente para justificar uma ação de patrocínio? Os valores não foram divulgados e aí pode estar a estratégia da Eletronic Arts, fabricante do jogo, ganhar uma grande mídia espontânea com a estranha notícia por um valor baixo.

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Barcelona pode ter estádio em ilha artificial

Tags:, , - fabiokadow às 12:08 pm

A diretoria do Barça acredita que o tradicional estádio Nou Camp, com capacidade para cerca de 100 mil pessoas, o maior da Europa, está pequeno. Tudo começou em em 2007, quando o clube contratou o renomado arquiteto Norman Foster, responsável pelo novo Wembley, e anunciou um projeto de reforma no estádio no valor de 250 milhões de euros, que aumentaria a capacidade do local em até 10 mil novos lugares (veja abaixo).

Mas o clube quer mais. Acredita que esse número não será suficiente e por isso o arquiteto catalão Emili Vidal sugeriu um novo projeto, agora com capacidade para 150 mil pessoas. Mas o que chama mais a atenção é a localização da arena: no mar. Isso mesmo. O estádio ficaria em uma ilha artificial, ligada ao continente por uma ponte. Confira as imagens desse audacioso plano.

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julho 24, 2009

Insatisfeitos, torcedores do Liverpool querem comprar o time

Tags:, , - fabiokadow às 1:29 pm

Foi na Inglaterra, em 2007, que surgiu o projeto MyFootballClub, quando cerca de 50 mil torcedores assumiram o comando de um modesto clube de futebol o Ebbsfleet United. Todos que colaboraram e compraram as ações podem, desde então, dar pitacos na administração do clube, por meio de votação. Um projeto que virou objeto de estudo em diversos cursos sobre administração e economia do mundo todo.

Talvez influenciados pelo sucesso do MyFootballClub, chegou a vez dos torcedores do poderoso Liverpool proporem a mesma coisa, segundo a BBC. Insatisfeitos com a atual gestão administrativa e financeira (existe uma dívida estimada em 350 milhões de libras) dos norte-americanos George Gillett e Tom Hicks, donos do time, dois grupos organizados, o Spirit of Schankly e o ShareLiverpoolFC, revelaram um plano “realista” para comprar o clube.

Para esses torcedores, isso seria perfeitamente possível se 100 mil fãs aceitassem pagar 5 mil libras (cerca de R$ 15 mil) e, com isso, fizessem uma proposta de 500 milhões de libras para os atuais donos. Até um plano B, mais modesto, já foi montado: arrecadar 150 milhões de libras para adquirir 60% das ações e posteriormente procurar um investidor disposto a pagar 100 milhões de libras pelos 40% restantes.

Você acredita que um clube grande como o Liverpool pode ser administrado pelos seus torcedores? Ou a gestão ficaria comprometida? Por aqui, torcedores do Corinthians já tentarem se mobilizar para construir um estádio para o time, o Fielzão, mas depois de quase um ano apenas R$ 22 mil haviam sido arrecadados.

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julho 23, 2009

Premier League investiga e resolve brecar a venda do Portsmouth

Os dirigentes da Premier League parecem determinados a acabar com a festa dos investidores estrangeiros no futebol inglês. A pressão do governo, da opinião pública e da mídia começa a surtir efeito. Tida como certa, a compra do Portsmouth pelo empresário Sulamain Al-Fahim está emperrada e o atraso na definição já começa a preocupar os investidores.

Caso Sulamain Al-Fahim, que também esteve à frente da compra do Manchester City, não responda a todas as questões sobre a origem do dinheiro e a identidade dos investidores, a liga, pela primeira vez, não vai permitir que o negócio se concretize, o que seria um marco. Isso porque possíveis novos investidores estrangeiros e milionários pensariam duas vezes antes de chamar a atenção da mídia e escolher um clube inglês para, por exemplo, lavar dinheiro sujo.

Al-Fahim entregou os documentos pedidos pelos dirigentes, porém, quando questionado sobre quem eram os investidores, o empresário deu explicações frágeis e chegou a dizer que, na verdade, ele seria o principal investidor. Esse fato gerou uma grande desconfiança nos dirigentes, que não aceitaram os argumentos de Al-Fahim e desconfiam da participação de pessoas ligadas ao tráfico e a corrupção.

Será que os novos tempos chegaram na Premier League ou trata-se apenas de fumaça?

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julho 22, 2009

David Beckham em liquidação nos EUA

Tags:, , , , - fabiokadow às 12:49 pm

Já que os torcedores do LA Galaxy não gostaram nada da volta de David Beckham para o clube, depois de uma temporada no Milan, o que fazer com os produtos relacionados ao craque? Liquidação. Essa é a palavra de ordem na loja virtual da Major League Soccer. Toda a linha de produtos Beckham (uniforme, camisetas, pôster, etc) está com 25% de desconto no site.

Para quem chegou como o responsável pelo crescimento e popularização do esporte nos EUA, parece que o resultado não vai ser o esperado. Quem poderia imaginar que os norte-americanos, considerados “bobos” quando o assunto é futebol, entrariam no espírito “fiel e amor à camisa”? Como comparação, a estréia do jogador teve 70 mil ingressos vendidos, já para esse seu retorno o público não passou de 22 mil pessoas.

Será muito difícil para o departamento de marketing da liga contornar essa situação, ainda mais com a chance de Beckham retornar ao Milan sendo publicada pela imprensa a todo o momento. Mais um aprendizado para os organizadores: o torcedor de futebol é diferente de todos os outros.

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julho 21, 2009

Forbes faz ranking da relação custo-benefício dos jogadores mais caros do mundo. Vieri lidera

A revista Forbes publicou um interessante e curioso ranking: qual contratação milionária teve a melhor relação custo-benefício entre os jogadores de futebol? Ou seja, quanto as dez maiores transferências da história do futebol deram de retorno em campo para o clube (o retorno comercial extra-campo não foi levado em conta). Por esse motivo, Kaká e Cristiano Ronaldo no Real Madrid não puderam ser avaliados ainda. 

Para a Forbes, o craque Zinedine Zidane foi um mau negócio para o Real Madrid. Ou melhor, um negócio caro, já que ao somar os US$ 81 milhões da transferência aos US$ 41 milhões que o francês ganhou de salários durante os cinco anos que esteve no clube, Zidane custou US$ 122 milhões. Durante esse tempo, Zidane foi responsável por 24% dos gols marcados e 20% das assistências. Calculando esses números, as partidas realizadas pelo campeonato espanhol (amistosos e competições internacionais não foram contabilizados no ranking) e o custo total (salário mais transferência), Zidane, segundo a revista, custou US$ 1,120 milhão por jogada de gol, que coloca o francês na sétima posição.

Veja abaixo o resultado desse estudo, uma análise fria e matemática (gol tem peso dois, assistência peso um) que os americanos adoram, e deixe a sua opinião dizendo se concorda com os critérios utilizados. Pela conta da Forbes, Cristiano Ronaldo, por exemplo, contratado por US$ 130 milhões pelo Real Madrid e com salários iniciais de US$ 15,5 milhões por ano, teria que fazer um gol por jogo durante os seis anos de contrato para ficar em quarto lugar, com uma média de US$ 670 mil por tento.

E mais: vale a pena, ou não, investir pequenas fortunas nessas contratações?

1 - Christian Vieri
Foi contratado pela Inter de Milão em 1999 por US$ 66 milhões*
Custo por performance**: US$ 511 mil
Gols Marcados: 103
Assistências: 0
Temporadas no clube: 6

2 - Wayne Rooney
Foi contratado pelo Manchester United em 2004 por US$ 56 milhões
Custo por performance: US$ 550 mil
Gols Marcados: 65
Assistências: 45
Temporadas no clube: 5

3 - Ronaldo
Foi contratado pelo Real Madrid em 2002 por US$ 54 milhões
Custo por performance: US$ 630 mil
Gols Marcados: 83
Assistências: 2
Temporadas no clube: 4,5

4 - Luis Figo
Foi contratado pelo Real Madrid em 2000 por US$ 70 milhões
Custo por performance: US$ 864 mil
Gols Marcados: 36
Assistências: 50
Temporadas no clube: 5

5 - Pavel Nedved
Foi contratado pela Juventus em 2001 por US$ 53 milhões
Custo por performance: US$ 864,700 mil
Gols Marcados: 51
Assistências: 10
Temporadas no clube: 8

6 - Hernan Crespo
Foi contratado pela Lazio em 2000 por US$ 68 milhões
Custo por performance: US$ 1 milhão
Gols Marcados: 39
Assistências: 0
Temporadas no clube: 2

7 - Zinedine Zidane
Foi contratado pelo Real Madrid em 2001 por US$ 81 milhões
Custo por performance: US$ 1,120 milhão
Gols Marcados: 37
Assistências: 34
Temporadas no clube: 5

8 - Robinho
Foi contratado pelo Manchester City em 2008 por US$ 60 milhões
Custo por performance: US$ 2,280 milhões
Gols Marcados: 14
Assistências: 5
Temporadas no clube: 1

9 - Dimitar Berbatov
Foi contratado pelo Manchester United em 2008 por US$ 56 milhões
Custo por performance: US$ 2,450 milhões
Gols Marcados: 9
Assistências: 9
Temporadas no clube: 1

10 - Andrey Shevchenko
Foi contratado pelo Chelsea em 2006 por US$ 60 milhões
Custo por performance: US$ 3,320 milhão
Gols Marcados: 9
Assistências: 7
Temporadas no clube: 2

*os valores estão na cotação do dólar atual
** participação numa jogada de gol (gol tem peso dois, assistência conta um)

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