Título pode render patrocínio recorde ao Manchester
Mais do que o título do torneio de clubes mais importante do mundo, o vencedor da partida de hoje recebe uma considerável quantia em dinheiro, estimada em 110 milhões de euros (entre direitos de imagem, valorização do elenco, televisão, patrocínio, vendas de ingresso), como mostra um estudo do impacto econômico da final nos clubes e na Europa feito pela Mastercard e divulgado hoje.
Mas, particularmente para o Manchester, o título pode render também o maior patrocínio de camisas do mundo, ainda maior do que os US$ 87 milhões que a empresa norte-americana AIG pagou pelo contrato de quatro anos - por causa da crise econômica, a AIG, uma das empresas mais atingidas, já avisou que não vai renovar.
Especialistas britânicos afirmam que, com o título, o Manchester poderá, mesmo com a crise, conseguir passar dos US$ 90 milhões no próximo contrato. Os números divulgados pela Mastercard hoje, somado com aqueles que publicamos na sexta-feira passada, comprovam o porquê de tanto otimismo.
O mais provável é que esse novo patrocinador faça como a AIG e utilize da imagem e da força que o time inglês tem no mercado asiático. Os grupos indianos Tata e Sahara India Pariwar aparecem como favoritos. A possível negociação com a Petrobras deu uma esfriada. Já o presidente do Barça declarou recentemente que não existe planos de substituir a Unicef, que recebe do time catalão, por um “patrocinío pago”.
A Ásia, por sinal, não é o alvo só das empresas, como também dos dois clubes, que conquistariam milhares de fãs com o título da Liga dos Campeões.