Terra Magazine

abril 30, 2009

O Manchester United conquista a Ásia

Tags:, , , - fabiokadow às 5:17 pm

A constante busca por novos mercados por parte dos times europeus de futebol não para. Depois de excursões pelos países árabes, EUA e Japão, o Manchester United quer ampliar sua participação em outros mercados asiáticos, principalmente a China.

Durante o próximo mês de julho, o time estará excursionando por China, Malásia, Indonésia e Coréia do Sul. Neste último caso, por sinal, a equipe é adorada pela população local, principalmente pelo fato de ter o jogador Ji-Sung Park em seu elenco - e o atleta não decepciona em campo, mostrando que é possível aliar a parte técnica com interesses comerciais.

Na China não é diferente, a torcida do Manchester é enorme e promete seguir o time em cada passo no país. Para aumentar a festa, está agendado um jogo amistoso com o campeão da liga chinesa Hangzhou Greentown. Na Malásia o adversário será a seleção local. Dessa maneira o Manutd vai ganhando novos mercados e torcedores pelo mundo.

Por aqui os times continuam fazendo pré-temporadas em cidades interioranas apenas pelo fator “tranquilidade” e, ao invés de receber, pagam por isso. Um dos fatores está na diferença dos calendários. Você é a favor da unificação?

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abril 29, 2009

NY Yankess reduzem os preços dos seus ingressos pela metade

Tags:, , , , - fabiokadow às 5:02 pm

Pressionados pela opinião pública, os dirigentes do time de beisebol NY Yankees e da MLB, decidiram diminuir os preços dos ingressos para a temporada de alguns setores. Mas, curiosamente, apenas aqueles com a melhor visão do jogo do estádio, os mais caros.

Os Yankees entenderam que, na situação econômica atual, pagar US$ 2.500 por jogo é pesado até para os mais abonados. Os torcedores que já haviam adquirido ingressos desses setores premium poderão escolher entre receber o dinheiro de volta ou ganhar novos tickets sem custo algum. Os ingressos de US$ 2.500 foram reduzidos para US$ 1.250 e os de US$ 1 mil agora vão custar US$ 650.

A nova arena, que custou US$ 1,5 bilhão, tem ficado com espaços vazios durante as partidas. Apesar disso, o dirigente Hal Steinbrenner garante que 3,4 milhões de ingressos para a temporada 2009 já foram vendidos, o que corresponde a uma média de 37 mil espectadores por partida - a capacidade do estádio é de 52 mil pessoas sentadas.

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abril 28, 2009

De olho na grana, times escoceses querem disputar o campeonato inglês

Tags:, , , - fabiokadow às 1:16 pm

Ha alguns anos, de olho no mercado mexicano, a Libertadores passou ser disputada com os clubes daquele país. Até a Copa Sulamericana, por mais que o nome diga o contrário, também fez o mesmo. Mas já imaginou times argentinos disputando o campeonato brasileiro de futebol e vice-versa? Fato semelhante pode ocorrer, mas na Inglaterra. Celtic e Rangers, os dois maiores rivais escoceses, estão interessados em participar da milionária Premier League.

Essa é a proposta de um dos acionistas do Celtic, o milionário irlandês Dermot Desmond. De acordo com o empresário, isso aumentaria consideravelmente a receita de televisão do campeonato e o interesse dos fãs, ávidos para ver as disputas entre os clubes ingleses e os dois melhores da Escócia.

“Em algum momento isso vai acontecer, eles vão abrir as portas para nós e acredito que será nos próximos dez anos”, declarou Desmond à imprensa local. “Nós não temos dívidas como os ingleses, somos, provavelmente, o time mais independente do Reino Unido”, continuou aquele que é considerado o quarto homem mais rico da Irlanda, com uma fortuna estimada em 1,6 bilhão de euro.

Você acredita que ele terá sucesso nessa empreitada?

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abril 27, 2009

Richard Branson quer ampliar o patrocínio a Brawn GP

Tags:, , , - fabiokadow às 3:15 pm

O início avassalador da equipe Brawn na atual temporada da Fórmula 1 (três vitórias em quatro corridas) deixou o empresário Richard Branson, dono grupo Virgin, bem animado. Depois de ter fechado um patrocínio dias antes do GP da Australia, que ficou na faixa de “apenas” US$ 250 mil por corrida, ele quer ampliar as suas ações e fez uma proposta para se tornar o patrocinador principal da escuderia.

De olho na popularidade que a equipe tem conquistado,Branson declarou à imprensa britânica neste último fim de semana que “assim como outras empresas, estamos negociando para isso. Mas caso não ocorra, vamos continuar com o espaço que já temos até o fim do ano, pois estamos felizes com o retorno. Se der certo, ficaremos ainda mais!”

Querendo se proteger da crise, os responsáveis pela equipe estão de olho numa proposta que de longo prazo, que de tranquilidade para os funcionários. Enquanto isso, Branson aproveitou o fim de semana para divulgar seu projeto espacial, o Virgin Galactic, que já tem confirmados como “astronautas” o piloto brasileiro Rubens Barrichello e o tricampeão Nikki Lauda - ambos pagaram US$ 200 mil pela experiência.

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abril 24, 2009

EUA afirmam ter 58 estádios prontos para receber a Copa do Mundo

Tags:, , , , - fabiokadow às 6:14 pm

Enquanto o Brasil ainda não mexeu um tijolo em obras para a Copa de 2014, representantes de 58 estádios norte-americanos, de 49 cidades diferentes, afirmam estar prontos e demonstraram interesse em receber jogos, caso os EUA vençam a disputa para sediar a Copa de 2018 ou 2022.

O curioso é que stão nessa lista apenas dois da MLS, onde atualmente ocorrem os jogos de futebol, sendo eles o Gillette Stadium em Foxborough, Massachusetts, e o Qwest Field em Seattle.  Já 30, dos 31 estádios de times em que são disputados jogos de futebol-americano da NFL, querem receber as partidas do evento. A empolgação impressionou até os organizadores da candidatura.

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abril 23, 2009

“Falar o nome de patrocinador na TV é merchandising”, diz executivo da Globo

Tags:, , , , , - fabiokadow às 5:51 pm

Logo após o anúncio de que o Bradesco não continuaria patrocinando o time principal de vôlei de Osasco, iniciou-se um debate na mídia sobre as possíveis causas para os cortes nos gastos. Na maioria dos casos, elegeu-se a crise econômica como a principal vilã. Outro fator bastante discutido foi o investimento que os chamados esportes olímpicos recebem no Brasil. Mas o fim do time teve muito mais espaço em todos os veículos do que os jogos e o campeonato em si. Ironicamente, a questão da exposição na mídia ganhou poucas linhas.

A Rede Globo de Televisão, que transmitiu a final da Superliga, tem como princípio não falar os nomes dos patrocinadores de equipes e torneios esportivos, seja qual for a modalidade. Nem mesmo naqueles programas considerados jornalísticos. Para muitos executivos da área de marketing, esse é um dos principais fatores que emperram novos investimentos das empresas. A maioria defende que, enquanto a mídia (que costuma não ter a mesma linha quando transmitem eventos internacionais, com exceção da Globo mesmo) não mudar seu comportamento, os investimentos continuarão minguados por aqui.

O blog entrevistou Marcelo Campos Pinto, diretor-geral da Globo Esportes, unidade de negócios criada em 1999 para produzir, comprar e vender eventos esportivos. Ele explica o porque dessa política comercial da empresa.

Por que a emissora não fala os nomes dos patrocinadores durante as transmissões? Sem a participação deles os times tendem a ficar mais fracos e o espetáculo menos atraente, não é?
Essa é uma política comercial estabelecida pela Rede Globo há muitos e muitos anos: não mencionar o nome de patrocinadores de competições, nem de clubes. Porque, na realidade, isso tem valor comercial. Hoje temos uma série de receitas publicitárias que são feitas através de merchandising no programas, como nas novelas. Dizer, gratuitamente, um nome de um patrocinador de um clube seria o equivalente a um merchandising. E isso não seria justo com os demais clientes da Globo, que pagam por essas ações. Enquanto essa política comercial for assim, eu não vejo como falar um nome de um time ou competição.

Acredita que esse fator pode ter sido determinante, por exemplo, no caso do Finasa Osasco?
Não acredito, não acredito. Até porque a gente já transmite a Superliga há dois anos e isso não havia ocorrido isso. Certamente outros devem ter sido os motivos que levaram a instituição a retirar o patrocínio. Temos uma crise mundial. Todo mundo está perdendo patrocínio no mundo inteiro, mesmo na Inglaterra, onde os grandes clubes de futebol estão perdendo patrocínio ou sendo renegociados por valores menores. Por isso, acho que é mais um reflexo da crise batendo nas portas do marketing esportivo do qualquer outra coisa.

Mas as empresas e agências de marketing já batem nessa tecla há tempos, mesmo antes da crise…
O problema já existia antes da crise, mas nós transmitimos e nunca ninguém reclamou de nada. A minha leitura é a crise chegando ao marketing esportivo.

Existe alguma chance dessa política comercial mudar?
Por enquanto não tem nenhuma discussão interna sobre esse assunto.

foto: João Pires/ZDL/Divulgação

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Inbev vai manter a verba de marketing esportivo nos EUA

Tags:, , , , - fabiokadow às 3:01 pm

Apesar da forte crise e das mudanças administrativas que ocorreram no ano passado, quando a Inbev comprou a cervejaria Anheuser-Busch, a verba destinada ao marketing esportivo vai ser mantida em 2009, garantiram seus executivos. A expectativa no fim do ano passado era justamente o contrário.

Isso ocorrerá porque a empresa está de olho nas oportunidades que a recessão gerou, ao tirar muitos anunciantes do mercado de negócios do esporte esse ano. Com isso, até um pequeno aumento pode ocorrer. “Com a saída de outros grandes anunciantes e a queda dos preços, criou-se um cenário favorável para mantermos a nossa verba e aproveitarmos o momento”, disse o vice-presidente de marketing Keith Levy.

A cervejaria sempre foi conhecida nos EUA pelos seus investimentos em marketing esportivo, sendo, historicamente, a maior patrocinadora do setor. Em 2008, os gastos estimados em propaganda e patrocínio chegaram a quase US$ 1 bilhão. O curioso é que a verba geral de marketing da empresa para 2009 sofreu cortes, ao contrário do que vai ocorrer com o esporte.

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abril 22, 2009

MLB é considerada a marca mais valiosa em licenciamentos no esporte

Tags:, , , , , - fabiokadow às 4:37 pm

No último post mostramos que a FIFA pretende valorizar a sua marca com diversas ações de marketing. Não há dúvidas de que o futebol é o esporte mais conhecido do planeta, porém, para você, qual o esporte mais valioso do mundo quando o assunto é licenciamento de produtos? Leve em conta o desejo do consumidor em adquirir desde uniformes até os mais diversos (e até inusitados) souvenirs, tudo oficial.

Acredite, é o beisebol.

A Major League Baseball, que reúne as mais importantes equipes desse esporte no mundo, foi eleita pela revista License Global como a liga esportiva mais valiosa do mundo, com estimados US$ 5,1 bilhões. Na lista geral, ela ficou na sexta posição, ainda longe da marca líder mundial, a Disney Consumer Products, com US$ 30 bilhões.

Na sequencia entre as marcas esportivas vem a NFL, de futebol americano, que ficou em 12º no total, com US$ 3,4 bilhões de rendimentos. A liga de basquete NBA vem depois, com US$ 3 bilhões em receitas de licenciamento.

Nenhum clube ou confederação ligado ao futebol ficou entre os 50 primeiros colocados, o que mostra o despreparo desse esporte quando o assunto é licenciamento de produtos oficiais, até mesmo para os grandes clubes europeus. Enquanto isso a pirataria ganha todas as disputas no campo dos negócios.

Clique aqui e veja a lista completa das marcas mais desejadas e consumidas no mundo atualmente, segundo a publicação.

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abril 20, 2009

Fifa quer entrar para o mundo da moda

Tags:, , , , - fabiokadow às 12:33 pm

A Fifa, entidade máxima do futebol com 208 confederações associadas, a exemplo do que fazem as ligas norte-americanas, está disposta a valorizar mais a sua marca, com ações de marketing e branding. O próximo objetivo é criar uma linha de roupas e acessórios com a grife Fifa, que serão comercializadas em lojas próprias e parceiras espalhadas pelo mundo todo.

Para esse primeiro momento, foram escolhidas cinco coleções, com temas que vão desde a fundação da entidade, em 1904, passando pelas história das Copas e também uma específica para a Copa de 2010, a ser disputada na África do Sul.

Apesar do patrocínio da Adidas para as roupas que são usadas por árbitros e organização nos torneios e eventos da Fifa, para esse caso a federação fez um contrato de gerenciamento da marca e licenciamento de produtos com a empresa Global Brands Group, que será a responsável por todo o processo.

Atéo momento já foram fechados contratos de produção com cinco mercados: Australia, India, Estados Unidos, Inglaterra e Turquia. Outros três estão prestes a serem assinados e mais seis ainda estão no início das negociações.

Os distribuidores também serão responsáveis pela viabilização das lojas oficiais Fifa. A primeira a ser inaugurada foi no aeroporto de Cingapura, em 2008. Paris, Londres, Tóquio e Los Angeles receberão as próximas. Os mercados emergentes (Brasil, India e China) também estão na mira.

A Fifa esperar atingir o público jovem, homens e mulheres, com uma linha completa de produtos. Logotipos criados para os posters das Copas do Mundo serão temas de camisetas, por exemplo. Para o desenvolvimento das coleções foram contratadas marcas britânicas do mundo fashion, como a Next.  A previsão de chegada ao mercado das primeiras peças é agosto.

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abril 17, 2009

Crise atrapalha venda de ingressos de golfe e atinge até mascote de hockey

Tags:, , , , , , - fabiokadow às 11:35 am

Se por aqui a crise deveria ser uma marola, nos EUA o tsnumani continua fazendo vítimas no mundo do esporte. O famoso US Open de golfe, que ocorrerá em junho, está sofrendo para vender seus camarotes especiais e também ingressos que geralmente são comprados pelas grandes empresas para realizarem eventos de relacionamento com o networking. A justificativa é a mesma em todos os casos: corte de gastos em ações de esporte e entretenimento.

Segundo os organizadores, até aquelas empresas que tradicionalmente participam do evento estão pulando fora nesse ano. Algumas delas, as que receberam ajuda financeira do governo, declararam que preferem não se comprometerem para evitar as críticas dos congressistas e da opinião pública. Geralmente as empresas compram 90% da carga total de ingressos, ficando apenas 10% para o público em geral, mas essa equação deve mudar esse ano.

Os preços para esses camarotes especiais, conhecidos como hospitality centers, podem variar de US$ 32.500, para 12 pessoas, até US$ 230 mil para um espaço com capacidade para receber 80 pessoas confortavelmente, por exemplo. Em 2002, o ano que teve o maior sucesso financeiro até agora, foram vendidos 77 desses, a expectativa mais otimista para 2009 é de 50.

Sobrou até para ele

A crise anda tão grave que até o mascote do time de hockey de Tampa Bay, que disputa a NHL, entrou na lista das 27 pessoas que foram demitidas esse ano. Na verdade quem foi perdeu o emprego foi Matt Hitchcock, que vestia a (estranha) fantasia do mascote, tão tradicionais nos EUA, para entreter o público e jogadores durante as partidas e em ações fora das quadras. Tempos difíceis.

 

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