Começo histórico não vai evitar demissões na Brawn
O supreendente e histórico começo da escuderia Brawn, que conseguiu a dobradinha no grid de largada e também no resultado final da prova da Austrália com Jenson Button e Rubens Barrichello, mais a confirmação do patrocínio do grupo Virgin, não serão suficientes para que, pelo menos, 270 funcionários da equipe sejam demitidos, segundo o chefe executivoi Nick Fry.
De acordo com Fry, a equipe conta com 700 empregados atualmente e o objetivo é chegar a 430. “Infelizmente nós temos que fazer isso por causa das mudanças técnicas do regulamento (fim dos testes) e também, claro, porque agora somos uma equipe privada”, disse o executivo, lembrando que o orçamento da Brawn deve ficar bem abaixo daquelas que contam com a verba de grandes empresas e também dos US$ 300 milhões que a Honda gastou no último ano.
Os cortes ocorreram em Barckley, na Inglaterra, onde fica a fábrica com os engenheiros que realizam pesquisas e desenvolvimento das peças - como o difusor que tem feito toda a diferença nesse começo de temporada. Os motores continuarão sendo comprados da Mercedes, parceira da McLaren.
foto: Getty Images

Pelo jeito tinha gente demais atrapalhando, vamos mais uma vez “empurrar” o Rubinho.
Comentário por OSMAR — março 30, 2009 @ 2:21 pm
Há mudanças nitidas na F.1, vai ter mais graça..
Comentário por Luis Custodio — março 30, 2009 @ 2:38 pm
Xiii Rubinho, aproveita e assina logo o PDV (programa de demissão voluntária).
Comentário por Roberto — março 30, 2009 @ 3:51 pm