Terra Magazine

dezembro 30, 2008

Os nomes mais influentes do marketing esportivo em 2008

Fim de ano, época de listas e rankings. Essa daqui traz os 50 nomes mais importantes do mundo do marketing esportivo e acaba de ser publicada no Sports Business Journal, uma importante publicação sobre o assunto nos EUA, e por isso a presença de diversos executivos locais. Como sempre ocorre em rankings, essa daqui também tem suas controvérsias.

O levantamento é feito desde 2004 e leva em consideração diversos fatores, como o valor da marca da empresa, influência no mercado, inovação e os negócios realizados no ano. O campeão, George Bodenheimer, presidente do grupo ESPN/ABC, levou o título “por estar mudando a maneira das pessoas assistirem esporte na TV, internet e no celular”. Entre todos, uma certeza: a eleição de Barack Obama, um apaixonado pelo esporte, deve ajudar muito o setor a enfrentar os problemas que a crise econômica está trazendo.

Confira a lista dos dez primeiros colocados abaixo (o resultado completo, com os comentários explicando a posição de cada um, pode ser encontrado nesse link). Interessante notar que entre entre os líderes, cinco são ligados a grupos de TV e mídia, quatro são responsáveis por ligas ou categorias (no caso a Nascar) e apenas um é proprietário de tiime. Carlos Brito, CEO da AB-InBev, que tem um investimento gigante em marketing esportivo nos EUA, é o único brasileiro da lista, na 37 posição.

1 - George Bodenheimer, Presidente da ESPN/ABC Sports
2 - Jerry Jones, Proprietário do Dallas Cowboys
3 - David Stern, Comissário da NBA
4 - Roger Goodell, Comissário da NFL
5 - Dick Ebersol, Presidente da NBC Universal Sports and Olympics
6 - Bud Selig, Comissário da MLB
7 - David Hill, Presidente da Fox Sports
8 - Sean McManus, Presidente da CBS Sports
9 - Brian France, CEO da Nascar
10 - David Cohen, VP Executivo da Comcast Corp

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dezembro 29, 2008

A rede do beisebol

Tags:, , , - fabiokadow às 10:40 am

Na contramão da crise, que vem cortando as verbas de diversos projetos, e na esperança de descobrir novos e rentáveis negócios, a Major League Baseball (MLB) resolveu enfrentar o medo e lança no dia 1 de janeiro a MLB Network, um canal que estará presente em 50 milhões de residências assinantes de TV a cabo nos Estados Unidos.

O conteúdo será um deleite para os mais fanáticos, com uma extensa programação, noticiários, bastidores dos jogos, entrevistas, partidas históricas, melhores momentos, todos os tipos de estatísticas, curiosidades e, claro, jogos ao vivo. A estrutura montada também assusta, com cenários grandes, modernos e muita interatividade, além da presença garantida de grandes ex-jogadores da liga entre os apresentadores.

Para concorrer com os canais locais que todos os times têm e são os preferidos pelas torcidas, o MLB Network que ir além. Você já sabe tudo sobre seu time? No novo canal você saber ainda mais, sobre tudo. Esse é o objetivo.

E boas idéias não tem hora para nascer, mesmo em tempos de crise. Alguém aí também pensou num canal de futebol para o Brasil? Você assinaria um canal como este?

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dezembro 24, 2008

O milionário título da Liga dos Campeões

Uma pesquisa da Universidade de Conventry, na Inglaterra, analisou o potencial de premiação e receitas das 16 equipes finalistas da Liga dos Campeões, o milionário torneio entre os clubes europeus. Por terem se classificado para a oitavas-de-final do campeonato, cada uma das equipes, em média, já faturou 38,5 milhões de euros - nos times com grandes torcidas esse número aumenta. Se passarem para as quartas, arrecadarão mais 9,4 milhões de euros com premiações. A receita do campeão pode chegar até a 110 milhões de euros.

O estudo, que foi encomendado pela Mastercard, patrocinadora oficial do torneio, levou em consideração as rendas advindas da UEFA (premiações por participação, classificações para fases finais e ações de marketing), contratos de patrocínios dos clubes (camisa, merchandise, consumo dos torcedores em dias de jogos, etc), vendas de ingressos e até a valorização dos jogadores do elenco.

Em tempo de crise, esse dinheiro todo pode siginificar um grande alívio. Além disso, o estudo comprova que ter um time competitivo, que chega as finais dos campeonatos e ganha títulos, é muito mais interessante e rentável do que a política do “bom e barato”, que chegou a fazer sucesso entre alguns dirigentes brasileiros.

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dezembro 23, 2008

Sim, Chicago pode

Tags:, , , , , - fabiokadow às 2:53 pm

Chicago, ao lado de Madri, Tóquio e Rio de Janeiro, é uma das cidades finalistas na disputa para sediar as Olimpíadas de 2016. Como já sabemos, até a data de escolha, que será em outubro do ano que vem, cada comitê tenta demonstrar quem tem mais capacidade de organizar os Jogos, ressaltando diversos aspectos e características. Saindo na frente, a cidade norte-americana, berço político de Barack Obama, divulgou um estudo, realizado pela empresa especializada Tootelian & Associates, sobre o impacto econômico que o evento pode trazer para o estado de Illinois e Chicago.

Os resultados demonstram que, num período de 11 anos, entre 2011 e 2021, a economia do estado pode ter um incremento de US$ 22,5 bilhões, sendo US$ 13,7 bilhões desse montante só em Chicago. A questão desemprego também ganharia um bom alívio com a criação de 315 mil novas vagas de trabalho.

Saindo um pouco do campo da economia, a pesquisa mostra também que os Jogos podem influenciar na iniciação dos jovens da região, estimados em 66 milhões, no esporte. Outras áreas que devem se beneficiar são o turismo, desenvolvimento urbano, instituições educacionais e culturais.

Chicago é, sem dúvida, uma forte candidata. Por já ter boa parte da infra-estrutura montada (investimentos no aeroporto e no trânsito foram feitos nos últimos anos) e também por demonstrar um bom planejamento, como esse estudo mostra. O ponto contra, sem dúvida, pode ser a grave crise econômica, que influenciaria na escolha dos comissários do Comitê Olímpico Internacional. Resta saber como estará o cenário daqui a 10 meses.

Ficamos no aguardo de um estudo semelhante para o Rio de Janeiro, que tem no currículo até agora apenas o superfaturado Pan-Americano, obras não entregues, elefantes-brancos, contratações sem licitações e o gasto excessivo do dinheiro público. O Rio pode?

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dezembro 22, 2008

Os valores dos patrocínios no futebol

Tags:, , , , - fabiokadow às 2:29 pm


No Brasil, a maioria dos times grandes ainda negocia com possíveis patrocinadores para 2009. A crise, dizem, está atrapalhando. Mas, na verdade, Cruzeiro, Palmeiras, Corinthians, São Paulo e Flamengo estão ansiosos por novos contratos, ou mesmo pela renovção dos atuais, mesmo que a intenção de aumentar os valores tenha que ser revista. Todos os cinco times citados já manifestaram que desejam receber entre R$ 15 milhões e R$ 20 milhões por ano.

Acha muito? Ou pouco? Como referência, segue abaixo a última atualização na tabela de valores dos milionários times europeus com seus patrocinadores. Nem sempre os mais conhecidos, ou com maior torcida, são os que tem os melhores contratos. Qual a sua opinião?

 

Patrocínios nas Camisas dos Times Europeus

Valores em milhões de Euros

 

CLUBES

PATROCINADOR

DURAÇÃO

ANOS

ANUAL

TOTAL

Manchester Utd

AIG

06/10

4

20.9

83.6

Arsenal

Emirates

06/10

4

22.5

90.0

Schalke 04

Gazprom

07/12

6

20.8

125.0

Bayern de Munique

T-Com

02/09

7

17.0

119.0

Chelsea

Samsung

05/10

5

14.8

74.3

Tottenham Hotspur

Mansion

06/10

4

12.7

50.8

Ajax

AEGON

08/15

7

12.0

84.0

Juventus

New Holland / FIAT

07/10

3

11.0

33.0

Milan

Bwin

06/10

4

10.0

40.0

Lyon

Novotel / Accor

06/10

5

9.2

46.0

Real Madrid

Bwin

07/10

3

8.3

25.0

Newcastle

Northen Rock

05/10

5

7.5

37.5

Liverpool

Carlsberg

07/10

3

7.4

22.2

Roma

Wind

07/09

3

6.3

19.0

Hamburgo

Emirates

06/09

3

5.0

15.0

Blackburn Rovers

Crown Paint

08/11

3

5.0

15.0

Sevilha

888.com

08/11

3

5.0

15.0

Everton

Chang Beer

07/10

3

3.5

10.7

Atlético Bilbao

Petronor

08/11

3

2.0

6.0

Paris St. Germain

Afflelou

06/09

3

1.5

4.5

Torino

Renault Truck

08/11

3

1.0

3.0

V.Guimarães

Finibanco

08/10

2

0.6

1.3

 

Fonte: Futebol Finance

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dezembro 19, 2008

Milan investe R$ 1 milhão por ano em marketing no Brasil

Tags:, , , - fabiokadow às 10:11 am

Provavelmente você já dever ter notado a quantidade de jovens vestindo a camisa do Milan pelas ruas de todo o Brasil. E a resposta mais óbvia para isso seria dizer que esse fato é resultado da grande quantidade de ídolos brasileiros que atuam no time italiano, como Kaká, Alexandre Pato e Ronaldinho Gaúcho. Parece simples assim, mas não é só isso.

Há alguns anos, de olho no grande potencial que o mercado brasileiro oferecia, o clube milanês contratou a empresa de marketing esportivo Golden Goal, para gerenciar todas as suas ações dentro do País (acampamentos infantis, licenciamento da marca, site em português, entre outros projetos) . Mauro Correa, Diretor Executivo da Golden Goal, conversou com o blog sobre essa parceria, que, certamente, é melhor estruturada, planejada e rende mais frutos, do que de muito clube grande brasileiro.

Como é o contrato da Golden Goal com o Milan e desde quando existe essa parceria? As ações são locais ou segue-se aquilo que a Itália pede?
A parceria da Golden Goal com o AC Milan iniciou-se em 2004, com o início da organização do primeiro Milan Junior Camp, no Rio de Janeiro. Os resultados foram muito positivos e hoje a Golden Goal é o braço de negócios do AC Milan na América do Sul. Como tal, somos responsáveis pela avaliação de oportunidades de negócios locais para o clube, execução planos de viabilidade, até a gestão dos projetos propriamente ditos.
Temos liberdade de atuação local, seguindo diretrizes em relação à marca e valores do clube. Assim, não cuidamos apenas dos Milan Junior Camps (que hoje já está presente em 7 cidades brasileiras) mas também de outros projetos como o Milan Park, e o site oficial do clube em português, com conteúdo local. Gradualmente, incorporaremos também outros projetos e iniciativas, de cunho mais técnico do que de marketing, seguindo nosso planejamento para os próximos 5 anos.

O Milan, provavelmente, tem mais ações de marketing no Brasil do que a maioria dos times brasileiros. Qual a razão principal disso: méritos do Milan ou os times locais que estão defasados?
É sempre complicada essa comparação direta entre clubes nacionais e internacionais. Apesar do mundo de futebol estar cada vez mais globalizado, as realidades macro-econômicas locais são muito divergentes e os clubes fazem parte deste contexto. Não surpreendentemente, os clubes brasileiros ainda estão maximizando receitas primárias, como patrocínios de camisa, e avanços surpreendentes têm sido notados nos últimos anos – basta ver a evolução dos valores de contratos de patrocínio. Ainda é cedo, porém, em pensar em um programa de camps de clubes brasileiros em outros países, porque outras oportunidades, mais promissoras aos clubes daqui, ainda podem e devem ser exploradas.

Existe um acompanhamento do mercado local? Qual a estimativa de público consumidor?
Entendo que a pergunta refere-se ao “mercado local de consumo da marca AC Milan”. Se este for realmente o entendimento adequado, a resposta é positiva. Monitoramos o mercado local de várias formas, desde a mensuração de nossas bases de dados (cada vez mais fãs cadastrados no site www.acmilan.com.br) até em termos de volumes de negócios, através da adidas e de outros parceiros. Começamos o Milan Junior Camp com 240 participantes em 2005 e hoje temos 1800 participantes/ano. Temos números que mostram que o AC Milan vende mais camisas no Brasil hoje do que outros clubes brasileiros da primeira divisão. Mostra de que nosso trabalho está no caminho certo e do grande carinho que os brasileiros têm pelo AC Milan, sem querer substituir a paixão pelos clubes locais, que permanece.

Como o Milan enxerga o mercado brasileiro e qual o planejamento para 2009?
O mercado brasileiro é estratégico para o AC Milan. Ele é o único a combinar 3 fatores importantíssimos para a indústria do futebol: (i) incrível habilidade técnica; (ii) dimensões geográficas continentais – e conseqüente relevância demográfica e (iii) paixão pelo futebol. Basta notar o alto número de brasileiros que jogam no time – já são 6 contando com Tiago Silva, além do Leonardo, diretor esportivo do clube. Por tudo isso, queremos no médio-prazo lançar uma Milan Academy no Brasil, que intensifique os trabalhos de intercâmbio técnico-esportivo entre o Brasil e a Itália. Para 2009, nosso planejamento prevê a expansão do Milan Junior Camp para 10 cidades, incluindo Fortaleza, Recife, Manaus ou Belém e Belo Horizonte; a intensificação do licenciamento da marca AC Milan (hoje ainda incipiente no país) e o lançamento da Milan Point, loja oficial do clube. Pretendemos ainda organizar a vinda do Milan Park, parque de diversões temático do clube, ao país.

Para finalizar, quanto o Milan investe em marketing no Brasil?
Nós investimos mais de R$ 1 milhão anuais em projetos no Brasil.

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dezembro 18, 2008

Cruzeiro assina com fornecedor “pé-quente”

Tags:, , , , - fabiokadow às 9:41 am

O Cruzeiro acaba de assinar contrato de quatro anos com a Reebok, que também é a responsável pelos uniformes do São Paulo e do Internacional de Porto Alegre - o Vasco rompeu o contrato que tinha e mudou para a Champs pouco antes de terminar o Campeonato Brasileiro. O acordo começa a valer já em janeiro, quando será apresentada a nova linha de uniforme do time mineiro.

Os valores do negócio não foram revelados, mas, se você é daqueles que acredita na sorte, ter a Reebok como parceira ultimamente é um bom negócio. Além da preocupação que a empresa tem demonstrado em desenvolver uma linha diferenciada de produtos e na criação de lojas, é com ela que gaúchos e paulistas vêm conquistando diversos títulos nos últimos anos. Antes que você pergunte sobre o Vasco, até nesse caso tem uma curiosidade: quando a equipe carioca foi rebaixada, ela já havia anunciado o rompimento do contrato com o fabricante.

“Lançaremos mais de 40 itens alternativos, voltados para vários públicos, como o infantil e feminino por exemplo. A quantidade do material esportivo fornecido será bem superior e com qualidade. Temos certeza que a parceria será muito interessante para ambos os lados”, declarou o diretor de marketing Anônio Claret ao site oficial do Cruzeiro. Ele também afirmou que “esse é o melhor contrato da história do clube”.

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dezembro 17, 2008

Rio 2016: torneira aberta

Tags:, , , - fabiokadow às 4:34 pm

Enquanto o COB entregava o Prêmio Brasil Olímpico, com pompa e justiça, para diversos atletas ontem no Rio de Janeiro, algum milhões a mais eram liberados pelo governo para o projeto de candidatura Rio 2016. Estima-se que serão investidos mais de 100 milhões nessa campanha, boa parte desse valor já foi gasto inclusive sem licitação e até com consultorias internacionais. Abaixo, você confere os últimos textos publicados no Diário Oficial, em que estão expostos os valores e os motivos para a liberação da verba. Tem até uma errata. Que, poucos dias depois, surgiu de novo… o blog não alterou nem uma vírgula.

Diário Oficial do dia 10 de dezembro de 2008

OBJETO: O presente Convênio tem por objeto a transferência de recursos financeiros para apoio operacional voltado ao custeio de despesas com serviços de tradução juramentada, envio de correspondência/encomenda, cartório, material de expediente, material de informática, hospedagens, passagens aéreas, diárias de viagens e transporte operacional para os Recursos Humanos contratados e responsáveispela elaboração, redação e montagem do Dossiê de Candidatura, bem como custear passagens aéreas, diárias de viagens e hospedagens para Consultores Internacionais e Nacionais, Colaboradores eventuais, Apoiadores da campanha brasileira e personalidades designadas como Embaixadores da Candidatura, para participarde eventos oficiais da Candidatura Rio 2016, visando a candidatura do Rio de Janeiro / Brasil em sediar as olimpíadas de 2016.

DESPESA: Os recursos decorrentes do presente Convênio são provenientes do Ministério do Esporte, Orçamento Geral da União, no valor de R$ 3.937.149,54 (Três milhões, novecentos e trinta e sete mil, cento e quarenta e nove reais e cinqüenta e quatro centavos),

RETIFICAÇÃO - Nº 241, quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
No Diário Oficial da União nº 240, de 10 de dezembro de 2008, na Seção 3, página 133, que publicou o EXTRATO DE CONVÊNIO Nº 700560/2008, onde se lê: R$ 3.937.149,54 (três milhões, novecentos e trinta e sete mil, cento e quarenta e nove reais e cinquenta e quatro centavos), leia-se: R$ 2.624.766,36 (Dois milhões, seiscentos e vinte e quatro mil, setecentos sessenta e seis reais, trinta e seis centavos).

Diário Oficial do dia 15 de dezembro de 2008


ESPÉCIE: Convênio que celebram entre si a União, por intermédio do Ministério do Esporte - CNPJ 02.961.362/0001-74 e o COMITÊ OLÍMPICO BRASILEIRO - CNPJ 34.117.366/0001-67.

OBJETO: O presente Convênio tem por objeto a transferência de recursos financeiros para custear despesas de hospedagem, alimentação, passagens aéreas, transporte, marketing, seguros, material de premiação, produtora, mestre de cerimônia, serviço de apoio e serviço de comunicação, necessários para organização e realização do Prêmio Brasil Olímpico 2008, bem como promoção e divulgação para a Candidatura da cidade do Rio de Janeiro/RJ em sediar as Olimpíadas de 2016.

DESPESA: Os recursos decorrentes do presente Convênio são provenientes do Ministério do Esporte, Orçamento Geral da União, no valor de R$ 1.721.977,06 (um milhão, setecentos e vinte e um mil, novecentos e setenta e sete reais e seis centavos), no Programa de Trabalho 27.811.0181.2360.0001, Natureza de Despesa 33.50.41 e Fonte de Recursos 100, e R$ 62.650,00 (sessenta e dois mil, seiscentos e cinquenta reais), referente a contrapartida, perfazendo o total de R$ 1.784.627,06 (um milhão, setecentos e oitenta e quatro mil, seiscentos os e vinte e sete reais e seis centavos).

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dezembro 16, 2008

O ano da Medial no Corinthians

Tags:, , , , - fabiokadow às 12:41 pm

Durante a apresentação do atacante Ronaldo, nenhuma outra empresa apareceu tanto quanto a Medial. A marca da empresa ficou exposta para o mundo todo, por muito tempo, na camisa do jogador e também durante a entrevista coletiva. Podemos afirmar que a patrocinadora do Corinthians ganhou um belo presente de Papai Noel nesse fim de ano, já que em meados de janeiro, quando apostou R$ 16,5 milhões na aventura corintiana pela Série B, não esperava terminar o ano (e o contrato) de maneira tão positiva. O blog entrevistou Carla Altman, diretora de marketing da Medial, que fez um balanço sobre o ano em que a empresa esteve na camisa do Timão.

A Apresentação de Ronaldo no Corinthians

A apresentação de Ronaldo no Corinthians

No começo do ano, o presidente da Medial, Luiz Kaufmann, fez uma analogia entre patrocinar o Corinthians na segunda divisão e o papel da Medial em trazer bem-estar para as pessoas. Depois de um ano, qual o balanço desse período? Já existem estudos sobre a exposição da marca e retorno de vendas?
Durante todo o ano de 2008, o patrocínio ao Corinthians foi extremamente positivo para ambos os lados. Para a Medial foi possível levar a marca a todos os cantos do país, por onde o time passou. Fortalecemos nossa presença e junto com o clube alcançamos o melhor resultado: o retorno à elite do futebol. É claro que a estampar a marca no peito dos jogadores gerou um retorno de exposição positivo, assim como as outras ações que desenvolvemos junto ao clube, como os camarotes nos jogos, onde construímos uma plataforma de relacionamento com os nossos públicos de interesse (médicos, corretores e clientes corporativos) e o lançamento do plano Medial Corinthians, um produto customizado para os torcedores, lançado em abril. Não podemos relacionar, porém, o retorno de vendas e o patrocínio ao time do Corinthians. Tivemos ao longo do ano diversas ações, como o lançamento do novo portfólio de produtos, a reformulação de todo o material de apoio às vendas, reformulação do site, etc. Tudo contribuiu para o sucesso nas vendas.

Por que não vai haver continuidade em 2009, ano em que o Corinthians está de volta à primeira divisão? Diferença de valores ou o plano era só 2008 mesmo?
A Medial cumpriu um ciclo junto ao Corinthians e reconhece a importância desse investimento. Porém o cenário econômico é bastante diferente de 2008 e isso foi levado em consideração. Além do que, estamos traçando novas estratégias para 2009, alinhadas sempre à qualidade de vida e o bem-estar, como foi o caso do investimento no futebol.

Existe algum outro projeto na área de marketing esportivo para 2009? Indicaria o patrocínio de futebol como estratégia?
Há dois anos, a Medial é patrocinadora do Circuito de Corridas Corpore, nas quais disponibiliza o serviço de ambulância e oferece uma tenda de apoio aos convidados da empresa. O patrocínio ao futebol é sim uma estratégia vantajosa. Ganha o clube, que tem mais recursos e ganha a empresa com a exposição de sua marca. No caso do Corinthians, são 30 milhões de torcedores em todo o país, o clube tem uma penetração forte e, além disso, tem a exposição nos jogos e em toda cobertura esportiva.

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dezembro 15, 2008

10% dos torneios da ATP estão sem patrocínios

Tags:, , , - fabiokadow às 2:28 pm

Até o circuito masculino de torneios da ATP pode sofrer com a crise em 2009. Seis etapas, do total de 63 campeonatos que são disputados em 31 países, estão correndo o risco de sair do calendário por falta de patrocinadores principais. Até Roland Garros já sofreu com a desistência de um dos seus investidores, apesar de não correr riscos de cancelamento.

E o cenário aqui é o mesmo que nos outros esportes: as indústrias automobilísticas cortando gastos. No caso, é a Mercedes-Benz que, apesar de continuar nos torneios de Madri, Shangai e Stuttgart, já anunciou que não vai renovar todos os outros contratos.

A ATP continua negociando e esperançosa de que vai encontrar novas empresas dispostas a pagar “o valor justo das cotas” e garante que os US$ 80 milhões de prêmios distribuídos em 2008 (número recorde) serão mantidos.

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