Terra Magazine

janeiro 26, 2012

Manchester City quer contratar executivos do Barcelona

Tags:, , - fabiokadow às 6:00 pm

Que, graças ao dinheiro do sheik proprietário do clube, o Manchester City é atualmente o time que mais investe em contratações no futebol mundial é fato. Mas parece que o clube inglês não quer ser apenas o melhor time dentro de campo. Esta semana tornaram-se pública negociações que estão em andamento com dois ex-executivos do Barcelona: Ferran Soriano, VP de marketing entre 2003 e 2008, e Txiki Begiristain, diretor técnico até 2010.

Tanto Soriano como Begiristain são reconhecidos como responsáveis pelos projetos, cada um na sua área, que transformaram o Barcelona nos últimos anos na marca mais valorizada do futebol mundial.

Soriano, atual presidente da companhia Spanair e que já veio ao Brasil para divulgar o livro “A bola não entra por acaso”, em que narra como multiplicou as receitas do Barcelona, será nomeado como o novo CEO do clube, no lugar de Gary Cook, que deixou o clube inglês há alguns meses e recebia cerca de 2 milhões de euros por ano.

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janeiro 23, 2012

Finais de conferência da NFL têm maior audiência em 30 anos

Tags:, , - fabiokadow às 6:42 pm

Se no ano passado o Super Bowl quebrou todos os recordes de audiência da televisão norte-americana, este ano a marca promete ser ainda maior. Os dois jogos das finais de conferência da NFL disputados ontem, e que definiram o New England Patriots e New York Giants como as equipes da grande final, ficaram na casa dos 50 milhões de espectadores e média.

Segundo a NFL, 49ers e Giants, que acabou sendo decidido na prorrogação, teve média de 57.6 milhões de espectadores na FOX e Baltomire Ravens contra New Engalnd Patriots teve 48.7 milhões na CBS, assim a média final foi de 53.7 milhões (marca não atingida desde 1982 em finais de conferência).

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janeiro 19, 2012

A possível greve dos tenistas da ATP faz sentido?

Tags:, , , - fabiokadow às 7:38 pm

O Aberto da Australia deu a largada a mais uma temporada do circuito da ATP, mas o tema que dominou as conversas nos últimos dias foi a possível greve que alguns atletas poderiam fazer por causa do calendário atual que, segundo eles, é extremamente desgastante. Fora isso, eles questionam também os valores das premiações.

Como sabemos, não será na Australia que este movimento vai ocorrer, mas a possibilidade ainda existe. Principalmente com um líder como Rafael Nadal, que deixa clara a sua insatisfação em cada entrevista que concede, inclusive com seu companheiro Roger Federer, pelo fato do suiço criticar a ideia da paralisação.

Mas, afinal, os tenistas ganham mal? Ou, é justo o que eles recebem?

A maior reclamação é referente a distribuição da verba nos Grands Slams (Melbourne, Nova York, Paris e Londres). No ano passado, por exemplo, o valor destinado para os atletas no Aberto dos Estados Unidos e em Wimbledon foi de 13% do total das receitas do evento - na Premier League inglesa este número sobe para 50%, na NBA para 51% e na NFL até para 57%. Ou seja, podemos afirmar que pelo dinheiro que eles movimentam nos torneios, o pagamento não é justo.

Por outro lado, o campeão deste Aberto da Australia vai receber o maior prêmio de todos os tempos no tênis: cerca de US$ 2,3 milhões. Ou, segundo estudo, 40 anos de trabalho de um “trabalhador australiano comum”.

Porém este tipo de receita (por performance, não estamos falando de patrocínios e campanhas publicitárias) é reservada para os 20 ou 10 melhores da modalidade, um caminho muito duro e para poucos, ao contrário do futebol ou da NBA. O centésimo melhor do mundo numa temporada da ATP não chega a ganhar US$ 200 mil. Então podemos concluir que a comparação com as outras modalidades também é relativa.

Qual a sua opinião?

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janeiro 16, 2012

Procter & Gamble lembra das mães em campanha olímpica

Tags:, , - fabiokadow às 6:59 pm

Patrocinadora oficial dos Jogos Olímpicos, a Procter & Gamble que arrecadar US$ 5 milhões com a campanha “Thank you Mom”, que acaba de ser lançada e destina parte da venda de produtos como as fraldas Pampers, Tide, Gillette, Pantene, entre outros, para projetos de esportes juvenis em todo o mundo.

Trata-se de uma forma de agradecer as mães pela formação dos milhares de atletas, profissionais ou não, que conquistaram ou ainda sonham um dia ter uma medalha de ouro numa Olimpíada. A empresa já havia feito ação semelhante durante a edição de inverno dos Jogos em 2010, quando a campanha alavancou as vendas em US$ 100 milhões.

Além das ações sociais de incentivo ao esporte, a Procter patrocina cerca de 150 atletas no mundo todo e a premissa é que todos eles chegaram onde estão graças ao carinho e cuidado das mães. Nomes como Roger Federer e Michael Phelps serão os protagonistas das peças desta campanha global, explicando como a verba será destinada. Ainda não foram divulgados quais atletas brasileiros serão utilizados.

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janeiro 13, 2012

O projeto ambicioso da Nike na China

Tags:, - fabiokadow às 5:50 pm

Em 2011 a Nike completou trinta anos de mercado na China. O crescimento do faturamento neste período, tanto que no último balanço, divulgado no ano passado, superou a marca de US$ 2 bilhões pela primeira vez na história. Neste ano, até agora, as vendas já registram aumento de 35%.

Números que impressionam e que também motivam a empresa a tomar decisões como a abertura de uma nova e gigante sede, com 55 mil metros quadrados, em Shangai nos próximos anos - a previsão de lançamento é 2014. O objetivo é aumentar ainda mais as vendas e também as operações de logística e produção, além de investir na mão de obra local.

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janeiro 10, 2012

McDonalds próximo de renovar com o COI até 2020

Tags:, , , - fabiokadow às 5:15 pm

Ainda na década de 1970, quando o COI e a FIFA começaram a montar seus planos de cotas de patrocínio para as Olimpíadas e a Copa do Mundo, o McDonalds foi uma das primeiras empresas a fazer negócio e desde então acompanha os dois principais eventos do esporte mundial.

Porém, se naquela época os valores ainda eram baixos, hoje, um pacote de quatro anos que contemple uma edição dos Jogos Olímpicos de Verão e outra de Inverno, por exemplo, não sai por menos de US$ 100 milhões. Mesmo assim a rede de fast-food está muito próxima de renovar por mais oito anos, extendendo o atual compromisso até 2020, chegando assim a 34 anos de parceria.

O McDonalds é um dos onze atuais patrocinadores TOP do Comitê Olímpico. Destes, já renovaram até 2020, a Coca-Cola, Visa, Omega, Dow, GE e Procter & Gamble.

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janeiro 6, 2012

Apple vai brigar pelos direitos de transmissão da Premier League

fabiokadow às 4:42 pm

Na Inglaterra o assunto está quente: a Apple, de forma inédita, deve entrar na briga pelos direitos de transmissão da Premier League para as temporadas de 2013 a 2016, concorrendo com as tradicionais redes de televisão (como a Sky Sports e a ESPN) e, talvez, com o próprio Google. Se isso se concretizar, estaremos diante de um novo cenário no mundo da comunicação e na indústria do esporte.

Atualmente a Apple já tem contratos com a NHL e a MLB nos Estados Unidos, usando a plataforma Apple TV, que por menos de US$ 100 transforma a televisão do consumidor num aparelho totalmente conectado a web e, consequentemente, apto para assistir transmissões em streaming.

Mas agora é diferente, a empresa quer os direitos completos de transmissão, não só na Apple TV, mas também para Ipads e Iphones (ou até algum novo produto que está sendo preparado, há cerca de dois anos Steve Jobs havia dito em uma palestra que estava em pesquisa um potencial substituto para a televisão), entrando de vez no negócio e prometendo vir forte - por isso a escolha do campeonato inglês para começar, um dos produtos mais valorizados do mundo do esporte no momento.

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janeiro 3, 2012

NBC divulga que todos os anúncios do Super Bowl estão vendidos

Tags:, , , , - fabiokadow às 3:52 pm

A pouco mais de um mês da próxima edição do Super Bowl, a grande final da liga de futebol americano, considerada um dos maiores eventos esportivos do mundo, a NBC, emissora que detém os direitos de transmissão este ano, anunciou hoje que vendeu todos os espaços publicitários que restavam para o período do jogo.

Cada anunciante pagou, em média, US$ 3,5 milhões por um espaço de trinta segundos durante a transmissão, um dos maiores valores já atingidos na história - no total, são 35 minutos de intervalo com anunciantes nacionais. A expectativa é de quebrar o recorde também de audiência, que em 2010 chegou a 107 milhões de espectadores, a maior de todos os tempos da televisão norte-americana.

O curioso é que para a transmissão em streaming da partida que vai ocorrer no dia 5 de fevereiro em Indianapolis, no site da NFL e em aplicativos da NBC para usuários da rede de tefonia Verizon, ainda restam algumas cotas de mídia, demonstrando que a televisão ainda é muito forte na cabeça dos anunciantes (devemos considerar também que o pacote de online chegou mais tarde ao mercado).

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janeiro 2, 2012

Dez histórias do mercado esportivo para acompanhar em 2012

Tags:, - fabiokadow às 4:53 pm

No final do ano passado a Forbes elencou as dez principais histórias que devemos acompanhar em 2012 na indústria do esporte. A publicação, por motivos óbvios, focou no mercado norte-americano, com a presença de alguns eventos globais na lista.

Veja abaixo o que pensa a revista e deixe sua opinião. Vale reforçar que os critérios não levam em conta só a parte técnica, mas principalmente a de negócios.

1. Olimpíadas de Londres, a segunda mais cara da história, com a conta final total chegando a US$ 15 ou US$ 20 bilhões, perdendo apenas para Pequim 2008

2. Lançamento da NBC Sports Network, gigante de mídia que chega para concorrer com a tradicional ESPN e promete adquirir os direitos dos principais eventos esportivos nos próximos anos

3. As vendas online casadas e customizadas para o torcedor, ou seja, na mesma compra o consumidor adquire o ingresso, comida, transporte, estacionamento, uniforme… isso definido caso a caso

4. A volta de Los Angeles a NFL e a MLB, depois de anos sem equipes nas ligas de futebol americano e baseball, a cidade promete voltar a ser protagonista

5. O futuro de Payton Manning, um dos principais atletas da NFL costuma valorizar (e muito) a franquia por onde atua, como atualmente nos Colts. Mas ele pode mudar de time no ano que vem e movimentar o mercado

6. O renascimento de Tiger Woods, depois de um longo jejum, o golfista voltou a vencer e aumentou a expectativa para a próxima temporada

7. A negociação da NHL, depois das greves da NFL e NBA em 2011, a liga de hockey será a próxima a discutir seu futuro financeiro

8. Mudanças de cidades de algumas franquias da NBA e NHL

9. A tecnologia cada vez mais presente dentro dos estádios, criando situações e experiências inéditas para o torcedor

10. O surgimento da Pacific 12, liga criada em 2011 que reúne os principais times dos torneios colegiais nos EUA e já surge com enorme força para seu primeiro ano, com contratos assinados com a FOX e a ESPN

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dezembro 26, 2011

Esporte e entretenimento segundo Mark Cuban, o presidente do Dallas Mavericks

Tags:, , , - fabiokadow às 1:40 pm

“I can’t think of a bigger mistake then trying to integrate smartphones just because you can. The last thing I want is someone looking down at their phone to see a replay.”

A foto acima rodou o mundo no fim da última temporada da NBA, quando o bilionário Mark Cuban, dono do Dallas Mavericks, mostrou que não largou o troféu de campeão que acabara de conquistar nem para ir ao banheiro. Cuban tem uma fortuna avaliada em US$ 2,5 bilhões segundo a revista Forbes e desde 2000, quando investiu US$ 285 milhões, é o principal acionista da franquia Dallas Mavericks.

Seu jeito arrojado e polêmico criou um estilo único de empreendedorismo na NBA. Para ele, a liga precisa se modernizar e não popua críticas aos seus principais dirigentes. Mas neste final de semana, um dia antes do Natal e da estreia da temporada da NBA 2011-12, Cuban deixou claro o que pensa sobre como um jogo de basquete deve ser visto, destacando a dobradinha “esporte e entretenimento” - que anda muito batida ultimamente, mas muito mais no discurso do que na prática pelo mundo afora.

Cuban fez um post em seu blog pessoal sobre o forte crescimento nos EUA de aplicativos e ferramentas que possam amplificar a experiência dos torcedores presentes nas arenas. Um assunto que, podemos assim dizer, “está na moda”, com todas as ligas e times norte-americanos investindo muito nisso.

Logo no título ele deixa claro sua posição “The Fan Experience at Sports Events - We don’t need to stinking smartphones!”. Para Cuban, um jogo da NBA tem que ser um momento único, onde não há tempo de “baixar a cabeça para assistir o replay no celular”, mas sim de sempre ter algo chamando a atenção, e aqui não estamos falando apenas do jogo, mas também do telão, da torcida, dos shows, da música, etc.

Em certa passagem, ele compara um jogo com uma festa de casamento, daquelas inesquecíveis, não só pelo ato em si, mas pelo clima de alegria que todos os convidados estão vivendo. Além disso, a família é outro ponto importante. Segundo ele, pouquíssimas pessoas se lembram de quanto foi o primeiro jogo da sua vida num estádio, mas todos não se esquecem que esta visita ocorreu com os pais, avôs ou irmaos, e como aquele momento foi importante para a família.

Cuban afirma que os Mavericks não vendem simplesmente basquete para o seu público, mas sim uma experiência única e emocional. “Não é nosso negócio vender basquete, nós vendemos diversão (…) Eu repito isso todos os dias para meus funcionários (…) Eu quero um espetáculo para a família toda, inclusivo, memorável, e que todos não vejam a hora de contar como foi para seus amigos.”

Por fim, o dirigente alfineta suas ligas concorrentes. Para ele, um jogo da NBA não pode ter momentos “parados”, como no futebol americano ou no baseball, onde ai sim o público tem motivos para usar o telefone celular.

“As in every business you have to always ask yourself what your product is and the best way to deliver it. In the NBA our product is fun and energy. The last thing we need to do is encourage our customers to stare at their phones.”

E assim ele termina o seu fantástico post. Claro, com uma visão enviesada e um pouco tendenciosa, já que os celulares podem sim, na minha opinião, contribuir para que o público interaja ainda mais nas arenas. Mas é notório que faz falta um Mark Cuban no Brasil. Sua visão sobre esporte e entretenimento deveria ser enviada para todos os dirigentes brasileiros, e depois de uma semana realizarmos chamada oral e pedir uma redação de 20 linhas sobre o tema.

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